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Segunda Leitura

Ambiente jurídico pede sensibilidade nos relacionamentos

Comentários de leitores

7 comentários

Avíssaras!

Jonatas Batista (Servidor)

Parabéns, Professor. Belo texto e ótima lição de ética e profissionalismo.

Recalques

Amaralsantista (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Parabenizo o Prof. Vladimir por mais esse texto polêmico e interessante. Sempre virão comentários cheios de recalques opostos ao objetivo do artigo semanal. "Senhoritas" e "revoltados" que me desculpem, mas a boa intenção será sempre a maioria. Somente com muitos anos de exercício profissional é que se adquire polidez e boas maneiras. Certo estão os indígenas onde os mais novos sempre recorrem aos mais velhos. Siga em frente Professor, com certeza ensinará muito dentro da sala de aula como nos excelentes artigos publicados. Aprende quem tem vontade, quem não as tem que fique do lado da minoria.

Pergunta oportuna

Simone Andrea (Procurador do Município)

Oportuna a pergunta do Dr. Marcos: faço-lhe coro.
Agora, meu comentário: o Judiciário tem que entrar na República. Emendo: o Legislativo e o Executivo também.
"Vossa Excelência" é tratamento anacrônico, do Antigo Regime, pois assim eram tratados os membros da nobreza que não faziam parte das famílias reais: marqueses, condes, viscondes, etc. Na República, em que inadmissível a existência da 'nobreza', é consequência lógica a inadmissibilidade das formas de tratamento próprias da nobreza, logo, da monarquia. Logo, "Vossa Excelência" tem que acabar nos três Poderes.
Por falar em anacronismo, tem que acabar, em todos os atos oficiais, e em todas as formas de comunicação da Administração e de quem lhe faça as vezes, a forma de tratamento "senhorita", por ofender, a um tempo só, a igualdade entre mulheres e homens, e das mulheres entre si. Quantas vezes não vi esse monturo machista em processos administrativos e na comunicação, verbal e escrita, de concessionárias de serviços públicos, sobretudo empresas aéreas! Primeiro: se o homem é sempre "senhor", independentemente de idade ou estado civil, a mulher tem que ser sempre "senhora"; segundo, a mulher solteira não é inferior à casada. O termo "senhorita", por significar, linguisticamente, diminutivo de "sra", inferioriza as solteiras. Há dois anos, a França aboliu essa discriminação. Temos que fazer o mesmo.

aprendo a cada texto

Renata B. (Servidor)

Parabéns prof. por mais este bom texto. Sempre aprendo com suas palavras.

Parabéns pelo texto.

Leonardo Gama Barreto (Outros - Trabalhista)

Excelente reflexão e análise sobre os relacionamentos neste mundo tão frio e burocrático que é o mundo jurídico.

A sabedoria da boa comunicação

Danilo F. Freire - Advogado (Advogado Autônomo)

Esse é um bom texto. Mostra que podemos opinar sem ofender, sem tons de crítica pessoal e moral que paralisam o discurso transformando-o em espiral de conflitos...

Eles e nós

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

"A revolta de um advogado ou do agente do MP leva, muitas vezes, ao excesso nas frases". Mas os magistrados não se revoltam, nem cometem excessos nas frases?

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