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Leitura de livros

Presos no aberto e semiaberto poderão remir pena na PB

A Corregedoria-Geral de Justiça da Paraíba definiu as regras para presos que querem remir suas penas através da leitura de livros. Em provimento que será publicado na edição de terça-feira (20/8) do Diário da Justiça Eletrônico expande o benefício. Se, até agora, apenas presos que estão em regime fechado conseguem remir a pena lendo, o provimento permite que presos em regime aberto e semiaberto também sejam beneficiados.

A comprovação da leitura será feita por meio de uma resenha, a ser analisada por comissão formada por membros das secretarias estadual e municipal de Educação, além de representantes da administração penitenciária. Os membros serão trocados a cada ano, o que garante respeito ao princípio da impessoalidade.

Caso a resenha comprove que o preso leu a obra, ele poderá remir quatro dias de sua pena. Dependendo do ritmo de leitura e da capacidade da unidade prisional, que é responsável pela entrega dos livros, o detento pode ler um livro por mês e remir 48 dias de pena a cada ano.

A mudança foi definida durante reunião que envolveu o corregedor-geral de Justiça, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos e o juiz corregedor auxiliar, Rodrigo Marques. Também participaram representantes da administração penitenciária da Paraíba e magistrados de Execução Penal. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-PB.

Revista Consultor Jurídico, 19 de agosto de 2013, 17h29

Comentários de leitores

2 comentários

E ler antes de ser preso, pode?

MauricioC (Advogado Sócio de Escritório)

Posso utilizar os livros que já li para diminuir minha pena caso eu cometa um crime e seja preso?
Eu acho mais fácil soltar todo mundo. Entreguemos uns três estados da federação pra população carcerária e deixemos eles lá, para fazer o que bem entendem. É bem mais prático e eficaz do que o sistema atual, que não pune ninguém em razão da falta da presídios e da falta de manutenção dos já existentes.
Vergonhoso.

melhor acabar com a execução penal, pois mais barato

daniel (Outros - Administrativa)

a execução penal é um absurdo no Brasil, em breve dirão que assistir filme pornô é aula de educação sexual.
Melhor acabar com a justiça criminal no Brasil e deixar o povo resolver a questão da criminalidade.

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