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R$ 1 milhão

BMG é condenado por busca e apreensão de carro quitado

Comentários de leitores

4 comentários

Equívocos filosóficos

Leandro Melo (Advogado Autônomo)

A decisão do magistrado é louvável, além de contribuir (esta é a forma correta) para a diminuição do número de processos em tramitação (o que é outra discussão longa), porém, diferentemente do alegado por daniel, o valor referente à sanção deve ir sim para o prejudicado, não há qualquer locupletamento ilícito no fato, esse é um equívoco social e filosófico, ir para um fundo? e esse fundo faz o quê? nos acostumamos a defender teorias criadas com o único objetivo de beneficiar grandes empresas. Mais uma vez repito: a forma que é aplicado o enriquecimento ilícito no Brasil é uma piada medieval, saído da sociedade estamentária feudal.
Mas será reformada sim, nem que seja pelo STJ, pois isso eles fazem questão de julgar!!!

Visionário

Vinicius Antonio Couto Esposel (Advogado Autônomo - Civil)

Em que pese absolutamente correta e justa a respeitável e inteligente sentença podemos afirmar com muita certeza que a mesma dificilmente será confirmada em sede recursal. A história e os muitos julgados idênticos vem mostrando isso de forma muito transparente. O judiciário precisa entender que os bancos não mandam no país. Parabéns ao nobre magistrado pela coragem.

locupletamento ilícito, certamente será reformada a sentença

daniel (Outros - Administrativa)

a reparação do dano não pode ser locupletamento ilícito. A parte referente à sanção não deve ir para a parte, mas para um fundo coletivo, apenas a referente á indenização deve ir para o autor da ação.

Tem juiz na área

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

às vezes os juizes dão as caras, porque a maioria está sempre com o rabinho entre as pernas ou preso em algum congresso ou seminário. Isso é que é aplicar o efeito pedagógico, inibidor e reparador. Sua excelência merece ologios.

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