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Comentários de leitores

5 comentários

Ética e educação x deselegância e desconhecimento

Heder Souza (Outros - Administrativa)

A crítica formulada seria legítima se feita sem paixão, com o mínimo de elegância/respeito e respaldo argumentativo. Invocar, genericamente, a vetusta teoria da Separação dos Poderes para minar a tese defendida não parece fundamento suficiente para desqualificá-la. Afinal, o artigo ancora-se em recentes precedentes do STF e STJ, sequer criticados pelo ilustre comentarista. E mais: se a matéria não fosse relevante, não estaria com a repercussão geral reconhecida no Supremo.

O Judiciário não só pode, DEVE enfrentar!

Ivanizo Gualhardo Assumpção (Outros)

Bom artigo!
Com razão o articulista. A fundamentação, além de convincente, ancora-se em respeitáveis e recentes julgados das Cortes Superiores.
De resto, não faz mesmo sentido que, em pleno Século XXI, tenhamos um Judiciário tímido, apático e servil.

Concurso de 2011 do banco do brasil

Marilene de Jesus Antunes Nobrega (Advogado Assalariado)

É um absurdo. O bco. Do brasil já fez outro concurso tendo parado de chamar candidatos que tiveram uma boa colocação.
Como justificar haver vagas para preencher, o concurso estar ainda dentro de sua validade e parar-se de chamar para fazer outro concurso.
Será que somos palhaços!!!!!!!!!!!!
Acabar de imediato com concurso para cadastro. Uma forma escandolosa de promover a indústria ou commércio de concurso.
Sr. Heder souza por favor verifique esse comportamento indecente do bco do brasil.

O Judiciário não só pode, DEVE!

Ivanizo Gualhardo Assumpção (Outros)

Bom artigo!
Texto conciso e bastante inteligível.
No mérito, com total razão o articulista. Não se concebe, em pleno Século XXI, um Poder Judiciário apático, servil, indiferente...

E quanto a falta de legitimidade popular?

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

O confuso artigo peca pelo sofístico silogismo abarcado. Ora, e o que se justificar quanto a preservação tripartite dos Poderes ditos republicanos? O Poder Judiciário, sem um tostão de voto popular, poderia simplesmente ampliar a sua alçada e, assim, decidir tudo, no contexto "mágico" de dúbia visão que compromete o próprio Estado Democrático de Direito? Parece-me que o articulista, de tão devotado, acabou por "viajar na maionese" ao propor ilógica concessão de poder despida, à evidência, de qualquer legitimidade, seja ela constitucional ou infraconstitucional.

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