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Experiência de sucesso

Em 10 anos, Brasil recuperou R$ 40 milhões desviados

De acordo com o Ministério da Justiça, desde a criação da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla) em 2003, o Brasil recuperou R$ 40 milhões desviados dos cofres públicos. Outros R$ 300 milhões foram bloqueados em diversos países, por meio da Secretaria Nacional de Justiça, com a colaboração de órgãos como o Ministério Público Federal e os Ministérios Públicos estaduais.

A Enccla é uma experiência extremamente bem sucedida na avaliação do conselheiro Wellington Saraiva, do Conselho Nacional de Justiça. Ele explica que o grupo é permanente, porque as organizações criminosas estão sempre criando novos mecanismos de operação. De acordo com Wellington Saraiva, inúmeras medidas de combate ao crime foram adotadas pelo poder público por iniciativa da Enccla. “A dinâmica da Enccla é detectar os pontos vulneráveis do sistema de prevenção a esses crimes e desenvolver ferramentas necessárias”, disse. Com esse método de trabalho, a Enccla ganhou reconhecimento internacional.

Coordenada pela Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça, a Enccla reúne mais de 70 órgãos do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, tanto no âmbito federal quanto no estadual, além do Ministério Público. Uma vez por ano, esses órgãos se encontram para estabelecer metas para o desenvolvimento de política pública eficaz na coibição de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 9 de agosto de 2013, 15h28

Comentários de leitores

5 comentários

Recuoera 40 milhões de....?

Alair Cavallaro Jr (Outros)

Não vi na reportagem, sobre o total desviado. Portanto são R$ 40 milhões de quanto no total?
Se pegarmos somente a georgina e lalau, este valor é irrisório. Ainda vale a pena sonegar, lavar, desviar, furtar neste país.

Num universo

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Em um universo anual de 200 bilhões que sai pela ralo da corrupção, sem se falar dos paraisos fiscais, 20 bilhões do BANESTADO, etc.. e tal, o custo para recuperar essa merreca deve ser bem maior mesmo. As instituições a cada dia ficam mais pesadas ao Estado, funcionando como um banco de empregos de luxo para apadrinhados, com rarísssimas exceções.

Prejuízo

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O fato é que para recuperar esses R$ 40 milhões que a reportagem cita, o País gastou centenas de vezes esse valor com vencimentos para os servidores e agentes públicos, sem falar nas despesas com estrutura.

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