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Greve mantida

Fracassa audiência entre empresas elétricas e sindicatos

Terminou sem acordo a audiência de conciliação organizada pelo Tribunal Superior do Trabalho entre representantes da Eletrobras, Furnas e outras companhias do setor com representantes de trabalhadores do setor elétrico. Com a decisão, está mantida a greve dos funcionários do setor, que começou na terceira semana de julho. Sem o acordo, o caso será julgado pela Seção de Dissídio Coletivo, com relatoria do ministro Maurício Godinho Delgado.

O ponto de disputa entre empregadores e empregados foi o prazo para pagamento do aumento real. Ao contrário dos sindicalistas, as empresas não aceitaram proposta feita na semana passada pelo presidente do TST, ministro Carlos Alberto Reis de Paula. Ele defendia reajuste de 1% retroativo a maio, mais 1% em janeiro de 2014 e 0,5% em setembro do próximo ano. No entanto, as companhias do setor elétrico aceitavam apenas o reajuste de 1% em janeiro de 2014 e 1% em janeiro de 205.

Os sindicalistas aceitaram a proposta feita pelo presidente do TST, que previa a suspensão da greve até a homologação do acordo. Com o fracasso nas negociações, o ministro Carlos Alberto Reis de Paula também alterou decisão liminar que concedera no dia 24 de julho. Até hoje, os grevistas deveriam manter 75% do efetivo regular em todas as áreas, mas agora é preciso apenas que 40% dos empregados compareçam nos setores administrativos que não sejam pré ou pós operacionais. É preciso também que ocorra a rendição dos empregados nas respectivas escalas. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

Revista Consultor Jurídico, 1 de agosto de 2013, 20h56

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