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Comentários de leitores

22 comentários

Picardia

Calos E. Iarscheski (Advogado Assalariado - Trabalhista)

Aqui abordo 2 pontos.
Primeiro em resposta a senhoria Elza Maria (Jornalista):
A Srª. Deveria medir suas palavras, pois que eu saiba quem costuma cometer atos fétidos e dissimulados são alguns de seus colegas, ditos jornalistas. Pois hoje a impressa deste pais tem muito poder em suas mãos, e com isso desvirtua e destorce algumas posições do judiciário.
Digo com todas as letras que acho por muito necessário um CENSURA previa as noticias publicadas, mas agora os colegas jornalista vão pular de suas cadeiras. Vão dizer que isso é uma volta ao período da ditadura e vão invocar o mesmo discurso chulo, torpe e gasto, no qual se baseia essa falta de censura, mas eu só direi o seguinte; no caso do Hospital Evangélico a empresa divulgou uma frase dita pela Drª Virgínia nas interceptações telefônicas que seria a seguinte “hoje estamos livre para assassinar” causando o maior rebuliço, sendo que a frase verídica seria “hoje estamos livre para RACIOCINAR”. Então eu que digo que estou cansando dos senhores publicarem aquilo que querem sem o mínimo embasamento e zelo com a verdade.
Em segundo:
Isso e uma afronta a principio da separação dos poderes e um enorme retrocesso na Republica Brasileira.
Como sempre temos nossos legisladores tentando tornar nosso pais um verdadeiro paraíso dos corruptos...
Vergonha!

Picardia

Calos E. Iarscheski (Advogado Assalariado - Trabalhista)

Aqui abordo 2 pontos.
Primeiro em resposta a senhoria Elza Maria (Jornalista):
A Srª. Deveria medir suas palavras, pois que eu saiba quem costuma cometer atos fétidos e dissimulados são alguns de seus colegas, ditos jornalistas. Pois hoje a impressa deste pais tem muito poder em suas mãos, e com isso desvirtua e destorce algumas posições do judiciário.
Digo com todas as letras que acho por muito necessário um CENSURA previa as noticias publicadas, mas agora os colegas jornalista vão pular de suas cadeiras. Vão dizer que isso é uma volta ao período da ditadura e vão invocar o mesmo discurso chulo, torpe e gasto, no qual se baseia essa falta de censura, mas eu só direi o seguinte; no caso do Hospital Evangélico a empresa divulgou uma frase dita pela Drª Virgínia nas interceptações telefônicas que seria a seguinte “hoje estamos livre para assassinar” causando o maior rebuliço, sendo que a frase verídica seria “hoje estamos livre para RACIOCINAR”. Então eu que digo que estou cansando dos senhores publicarem aquilo que querem sem o mínimo embasamento e zelo com a verdade.
Em segundo:
Isso e uma afronta a principio da separação dos poderes e um enorme retrocesso na Republica Brasileira.
Como sempre temos nossos legisladores tentando tornar nosso pais um verdadeiro paraíso dos corruptos...
Vergonha!

Que diabos?

Aiolia (Serventuário)

Que diabos essa mulher, que é leiga em Direito, quer comentando aqui?? De qquer forma, o comentário dela é a versão perigosa que a mídia pode inflamar no "zé povão", que não sabe, nessa área, o que é melhor pra si... As teses didatoriais e corruptas costumam se utilizar das mesmas punch lines de que se servem as correntes democráticas: "direitos do cidadão", "casa do povo", "liberdade", a própria palavra "democracia", etc.

Ouvidos Moucos

U Oliveira (Procurador do Município)

Caro Luiz Pereira Neto. Faça ouvidos moucos a tais comentários. O conteúdo de ambos revelam que sua signatária nada entende de direito e democracia.

Desrespeitosos comentários

Luiz Pereira Neto - OAB.RJ 37.843 (Advogado Autônomo - Empresarial)

Os dois deploráveis comentários da "jornalista" ELZA MARIA , deveriam ser , sumariamente , retirados , principalmente , pelo degradante e insultuoso final da segunda manifestação : "afinal o que há num buraco negro ninguém sabe" .
Afinal , É UMA CHULA AGRESSÃO E UM INOMINÁVEL DESRESPEITO , dignos de procedimentos judiciais que , em última análise , podem envolver o COSULTOR JURÍDICO .
Reflitam !

Cada coisa que se lê...

Pedro Borges_ (Advogado Autônomo)

Diz Elza Maria (jornalista) que "numa democracia, o poder mais proeminente é e deve ser o Parlamento".
Certamente esta é uma novidade no ramo das democracias...
O que virá depois? Democracia só com Legislativo? Executivo?
Curioso é a autora do comentários questionar se os críticos leram a PEC. Ler o quê? Séculos de pensamento destruídos numa argumentação de cinco linhas?

Uma vaia solene: UUUUUUUUUUU, U Oliveira

Elza Maria (Jornalista)

Realmente, numa coisa o U Oliveira tem razão: tolerância tem limite. Ninguém aguenta mais o Judiciário decidindo como quer sem nenhuma atenção à lei, com total desprezo pelo que as partes argumentam nos autos, pelo descaso em relação à lei, sem indicar qual a lei que está sendo aplicada no caso. Ninguém aguenta mais as decisões do STF que ANIQUILA os direitos e as garantias individuais fundamentais usando subterfúgios e argumentos fugidios para eximir-se de apreciar e julgar as violações aos incisos II, LIV e LV do artigo 5º da Constituição, por meio dos quais é necessário o exame de lei infraconstitucional que escapa à competência do STF. Desse modo, o STF sonega solenemente ao povo brasileiro a tutela desses direitos e garantias e torna a promessa constitucional de que são imediatamente aplicáveis um conto da Carochinha, ou, uma enganação para pegar os trouxas. Revolução haverá, sim, UUUUUU Oliveira, se o Judiciário continuar a julgar como tem julgado. Aliás, se se abrir a caixa preta do Judiciário, muitos mistérios hoje insondáveis talvez sejam revelados. Afinal, o que há num buraco negro ninguém sabe.

Depois não reclamem

U Oliveira (Procurador do Município)

Primeiro veio a PEC 37 querendo anular os poderes de investigação do MP, depois veio a rebeldia do então Presidente da Câmara dos Deputados em afronta às decisões do STF, agora, a PEC 33 que pretende engessar o Poder Judiciário. O Poder Legislativo, vulgo "a casa do povo", está se transformando em quintal partidário e perpetrando uma ditadura civil. "Nobres" parlamentares, depois não reclamem quando começarem a surgir vozes e movimentos sociais pregando 'o fechamento' do congresso. O povo brasileiro pode até ser contemplativo, mas tolerância tem limites.

A PEC 33/2011 não é ruim. Ruim está o Judiciário hoje.

Elza Maria (Jornalista)

Algum dos comentaristas já se deu o trabalho de ler a PEC 33/2011? A mim, parece-me que o texto não é de todo ruim. Pode receber algumas alterações. Por exemplo, o quórum qualificado previsto para revisão da decisão do STF pelo Congresso deve ser igual ou superior àquele previsto para a decisão no âmbito do próprio STF. De acordo com a PEC, a declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público pelo STF só valerá se a decisão for tomada por no mínimo 4/5 dos ministros (indago: quem declarará a inconstitucionalidade de atos do Poder Judiciário quando age administrativamente, editando provimentos, resoluções, regimentos internos, etc.? E se o ato normativo emanar do próprio STF?). Então, parece-me razoável, a bem da segurança jurídica, que a revisão dessa decisão pelo Congresso deve exigir quórum igual ou superior, o que significa 4/5 ou a unanimidade. Assim, a decisão do STF é prestigiada e só poderá ser cassada se houver um entendimento plural com força colegiada proporcionalmente superior. Com relação à declaração de inconstitucionalidade de emendas constitucionais, também me parece que pode haver melhoramentos na PEC, não só relativamente ao quórum, mas também quanto à vinculação do Congresso, que deve ficar com sua pauta trancada até que ocorra a votação da revisão ou transcorra o prazo previsto para tanto. No mais, a PEC 33/2011 é adequada e recoloca as coisas nos seus devidos lugares. Afinal, numa democracia, o poder mais proeminente é e deve ser o Parlamento. A este deve incumbir a última palavra, por ser a palavra dos representantes do povo que se reuniu para formar o Estado. Já era tempo de restaurar a ordem natural das coisas.

Tempos difíceis

MMDC (Outros)

Vivemos tempos difíceis e confusos.
Está na hora de cada Poder exercer o 'poder' a que está constitucionalmente obrigado a exercer. Nem mais, nem menos.
Provocação já há muita, chega o momento da reflexão.
Exige-se o debate entre grandes cidadãos e representantes dignos desse 'poder', não aqueles que lançam palavras desmedidas 'ao vento', seres 'pequenos', que praticam levianos atos.
É tempo de pensar o Brasil como a nação que merece ser, e não aquela que é, nem aquela que pensam que é.

O conhecimento traz o poder?

Ramiro. (Advogado Autônomo - Criminal)

Há um aforismo de que o conhecimento é poder.
Então em uma situação de governo ditatorial um sargentão pode mandar a tropa apontar a arma para Magistrados postos contra uma parede, e antes de gritar "fogo", comentar. "Poder é poder!!!!".
Óbvio que os seguimentos dominantes de uma burguesia arcaica começam a estarem insatisfeitos com o Judiciário. Não por questões polêmicas como união estável homossexual e estudos com células tronco, quem tem poder econômico viaja para o exterior, clona até fetos.
O problema é que o Judiciário parece ter caído na armadilha de acreditar demais na sua própria lenda. Esqueceu de uma máxima, "Roma é a plebe".
Magistrados fiscalistas, pró executivo, há o contrapeso da história, quem domina os meios de produção em se sentindo estrangulados, quem tem poder econômico tem poder de manipular poder, e quanto menos visto o poder manipulador, mais eficiente a manipulação.
Em minha modesta opinião estamos neste país vivendo literalmente o samba do criolo doido, onde Xica da Silva estaria querendo obrigar a Princesa Leopoldina a se casar, e Tiradentes querendo ser dono do mundo se proclamou Don Pedro Segundo...
http://letras.mus.br/sergio-porto/1113833/

Tudo me lembra 1.789, França, e Stalin.

Ramiro. (Advogado Autônomo - Criminal)

França, 1.789, os Tribunais decidiam de modo arbitrário quais leis iriam cumprir e quais iriam ignorar.
Houve uma revolução, e uma revolução de períodos de largos arroubos ditatoriais.
Os Juízes colidiram de frente com o "governo revolucionário".
As consequências na França se observam até hoje.
A Jurisdição Dual, assuntos de direito administrativo estão fora da apreciação pelo Poder Judiciário, e o próprio Judiciário é mais um departamento do Ministério da Justiça.
"A Constituição diz que tem de ser assim, e o Judiciário diz que é assim...!!!".
Há o risco de se levar como resposta uma pergunta, bem ao estilo de Stalin, que anda em moda em corações e mentes.
"Quantas divisões armadas o Judiciário tem?".
O momento seria para os Magistrados começarem a tentar conquistar corações e mentes do povo, por que como Advogado gasto boa parte do meu tempo tentando convencer alguns clientes de que o Judiciário não é tão ruim quanto eles pensam, mas por vezes vem uma ou outra decisão que é de se perguntar em que mundo o prolator da decisão vive.
A propósito, quando os militares dos anos de chumbo voltaram aos quartéis e depois trocaram as fardas pelos pijamas não deixaram vago um lugar para ser ocupado de careeeeira, vir o Judiciário e de carreira sentar e começar a colidir com os demais poderes.
O momento é de diplomacia, qualificação, melhor qualificação da Magistratura, inclusive no aspecto diplomacia.
Como Advogado me coloco neste rol, advogados, em sua maioria, magistrados, promotores, etc..., ao fim, na perspectiva posta por Pierre Bourdieau, somos todos membros de uma classe dominada dentro de algum seguimento dominante da sociedade, funcionários privados ou públicos, mas no domínio de fato os donos dos meios de geração de riqueza, e de poder...

Complacência

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Fazer o que? A Constituição Federal há anos vem sendo dilapidada em suas bases, sem que ninguém reclame de verdade. E de se esperar disso pra pior.

A Perestroika inversa

wilhmann (Advogado Assalariado - Criminal)

O calcanhar de Aquiles, aliás, do PT é o STF; então, logicamente que os petralhas sentindo-se moribundo ante os gols que têm buscado na cidadela, que eles próprios armaram, vem agora munidos de traição, sabotagem, terrorismo com essa emenda, que para eles seria melhor que um único partido desse as cartas no planalto central, o PT. O petralha petista deveria lançar os olhos no artigo 2º c/artigo 60, 4º .CF., antes de protocolar este absurdo, que deveria receber o decreto sumario de seu seguimento. Deveria o STF, requerer prover ação por crime de responsabilidade contra estes desordeiros que desconhece a Supremacy Clause. São as imunidades parlamentares que atiçam os mesmo a cometerem esses excessos, sob a “mão santa” de uns tresloucados. O supremo deveria contra-atacar julgando outros processos, quase 300 que lá estão para bater o martelo. Deve-se verificar se estão envolvidos em licitação fraudulenta, corrupção, crimes contra vulneráveis, crimes contra a administração publica.... Este projeto de absurdo não preza pela constitucionalidade, mas tem o condão de calar a boca da STF em prol dos mais bandalhos interesses

mundo encantado

Ricardo T. (Outros)

Não me surpreende. A resposta já havia sido dada com o rejuste de 5% à magistratura (rumo ao sucateamento). Como os Ministros proferem palestras e escrevem livros não precisam dos subsidios. Assim, melhor acabar com o STF.

Simples assim

Ricardo Cubas (Advogado Autônomo - Administrativa)

Que venha a mardita.
.
Combina-se com o Gurgel para entrar com uma ADIN em face de infringência ao princípio constitucional da separação dos poderes e declara-se sua total ineficácia.
.
Não há motivos para alardes, trêmeles ou algo que o valha.
.
Simples assim.

Gramscismo

Ricardo Torres Oliveira (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Como dito pelo leitor Gustavo P (outros), trata-se da imposição silenciosa (não por meio violento) de um modo de pensar no intuito de convencer a maioria, ocupando espaços e se fazendo presente. A manipulação pode facilmente ser detectada, infelizmente, não por todos, não pela maioria. Querem impor a hegemonia de um pensamento a partir da superação da forma de pensar até então adotada pela sociedade. Infelizmente estão conseguindo....

Gramscismo

Gustavo P (Outros)

Prezados:
Pesquisem o que significa gramscismo e sua filosofia.
É o que o PT quer fazer neste país de ignóbeis.

Irmãos Tsarnaev no Congresso

mercurial (Outros)

Deboche constitucional...um golpe.

Aparelhamento ditatorial

_Eduardo_ (Outro)

É interessante que quando observamos as iniciativas deste governo de forma isolada, por vezes não conseguimos enxergar realmente o que se pretende.
Como bem ressaltou o comentarista Ricardo Torres Oliveira (Juiz Estadual de 1ª. Instância), este governo está tentando concomitantemente calar a imprensa, o MP e, agora o Judiciário, constituindo um verdadeiro aparelhamento para instauração de uma ditadura travestida de democracia representativa.
o interessante é que cada uma destas ações isoladamente parece ter alguma justificativa. Realmente a imprensa ultrapassa habitualmente todos os limites do imaginável, destruindo a vida de cidadãos brasileiros a procura de ibope fácil; o MP denuncia e investiga sem controle; e o judiciário por vezes invade a competência legislativa (muito por culpa do legislativo que dorme em berço esplêndido nos temas importantes da república).
Mas ainda que existam estes problemas, é possível corrigi-los dentro da via democrática.
O que este governo quer fazer é ao contrário. É utilizar a lei para simplesmente tolher instituições básicas num regime democrático.
Isso sem esquecer que o próprio executivo já governa por meio de medidas provisórias sem qualquer relevância e urgência. Ou seja, sem imprensa, com o MP e o Judiciário diminuídos e o Legislativo inoperante, o executivo poderá reinar absoluto e fazer o que bem entender.

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