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Trabalho acompanhado

Inspeções do CNJ terão colaboração da OAB

O corregedor nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, pediu ao presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, a contribuição da entidade nas inspeções a serem feitas pela Corregedoria Nacional. Para isso passará a comunicar à autarquia todas as inspeções  que o órgão efetuará.  A intenção é permitir que os advogados apresentem sugestões sobre os setores do Judiciário que possam exigir maior atuação da Corregedoria Nacional.

Nos próximos dias, será encaminhado à Presidência da OAB o primeiro ofício da Corregedoria Nacional que comunica uma inspeção extraordinária no Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, entre os dias 24 e 26 de abril.

O presidente da OAB informou que passará a informação à Seccional da OAB no Paraná, que deverá acompanhar os trabalhos. “Os tribunais precisam se conscientizar da importância da parceria entre o Judiciário e a OAB”, disse o ministro Francisco Falcão.

Após a audiência, Falcão afirmou que a participação da entidade nas inspeções é fundamental. “Sem dúvida alguma, trará grande contribuição, com informações e reclames que os advogados tenham a fazer”, disse. Marcus Vinicius Furtado considerou o gesto do corregedor nacional “demonstração de carinho e atenção com a advocacia”. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 14 de abril de 2013, 11h01

Comentários de leitores

4 comentários

Indevida

rode (Outros)

Intromissão indevida, sem dúvida alguma. Órgãos externos não interferem no Judiciário e impressiona o CNJ não saber disso, justamente porque tem a obrigação constitucional de garantir a autonomia do PJ. Informar para saber da inspeção, apresentar sugestões e reclamações, tudo bem, mas nunca participar da inspeção como se órgão correicional fosse.

Cinismo

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Impressionante o cinismo desses cidadãos. Ora, a OAB nada tem a ver com os advogados, sendo um mundo próprio e à parte. Não existe, no âmbito interno da Instituição, nenhuma outra preocupação que seja diferente de usar os cargos para promoção pessoal e outras finalidade que não guardam qualquer correlação com as finalidades da Instituição. Assim, nenhum advogado, por maiores que sejam as irregularidades ou mesmo geniais as ideias a serem apresentadas (para melhoria dos trabalhos), vai comparecer a essas inspeções, pois assim estará contrariando tanto os proprietários da Ordem com os magistrados e servidores públicos. A OAB conhece muito bem as irregularidade do Poder Judiciário, e usa o poder de agir como forma de alinhamento político, sempre buscando situação favorável àqueles que exercem cargos e funções dentro da Instituição.

e quem inspeciona a OAB ?

analucia (Bacharel - Família)

e quem inspeciona a OAB ? afinal tem não paga impostos por alegar que tem imunidade.

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