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Massacre do Carandiru

Julgamento de PMs é adiado após jurada passar mal

O julgamento de parte dos policiais militares envolvidos no massacre do Carandiru, em 1992, que teve início na manhã desta segunda-feira (8/4), foi adiado porque uma jurada passou mal durante a leitura das peças processuais. O juiz José Augusto Nardy Marzagão, que preside o julgamento, determinou que o novo júri será retomado a partir da próxima segunda-feira (15/4), quando novos jurados serão sorteados. Ninguém que foi selecionado para esta segunda poderá compor o júri novamente.

O júri popular teve início, no Fórum da Barra Funda, em São Paulo, com cerca de duas horas e meia de atraso, por volta das 11h30. Foram selecionados sete jurados, sendo cinco mulheres e dois homens. Ainda durante a manhã, os jurados receberam um documento para relembrarem o caso. A leitura durou aproximadamente 40 minutos. Em seguida, todos foram liberados para o almoço. Na volta do intervalo, foi anunciado o adiamento.

Na próxima segunda-feira serão julgados 26 dos 79 policiais militares acusados pelas mortes de 111 presos na casa de detenção do Carandiru, em São Paulo, em 1992. Devido ao grande número de réus, o júri será feito em etapas. Na primeira delas, está previsto o julgamento de 28 policiais que atuaram no segundo pavimento do pavilhão nove do presídio — dois deles morreram. Os réus Argemiro Cândido e Reinaldo Henrique de Oliveira não compareceram ao julgamento que começou hoje por motivos de saúde. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 8 de abril de 2013, 16h34

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