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Orçamento e Pessoal

CNJ seleciona empresa para pesquisar tribunais

O Conselho Nacional de Justiça lançou edital para selecionar empresas de consultoria para fazer um diagnóstico das áreas de orçamento e recursos humanos dos Tribunais de Justiça estaduais. Secundo o CNJ, o objetivo é aprimorar as rotinas de trabalho para ampliar o acesso da população mais carente ao Poder Judiciário.

O trabalho será dividido e realizado em três etapas. A primeira prevê o diagnóstico da alocação de recursos orçamentários e humanos nos 27 tribunais da Justiça estadual brasileira. Na segunda etapa deverão ser elaborados modelos alocativos a partir de um diagnóstico qualitativo da alocação de recursos orçamentários e humanos nos 10 tribunais com comportamentos mais extremados. Por fim, a empresa deverá prestar consultoria e capacitação aos três tribunais com deficiências de gestão mais agudas e que apresentem os problemas mais sérios de desigualdade no acesso à Justiça.

As empresas ou instituições interessadas em prestar o serviço podem ter acesso ao Aviso de Solicitação de Expressões de Interesse por meio do link "Editais" dentro da seção "Transparência CNJ". Clique aqui para ver. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail cel@cnj.jus.br ou pelo telefone (61) 2326-5159.

A seleção será feita a partir de critérios e diretrizes do Banco Mundial, que doou os recursos ao CNJ para a consultoria. Os documentos das empresas interessadas devem ser entregue em meio físico à Comissão Especial de Licitações do CNJ até o dia 3 de outubro. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 28 de setembro de 2012, 8h10

Comentários de leitores

1 comentário

Pm-sc

pmsc (Outros)

Imagino ser uma medida administrativa altamente correta e necessária. Aliás, grandes empresas internacionais procedem assim. "Santo de casa não faz milagre". Com efeito, técnicos externos à instituição, podem encontrar os defeitos responsáveis pela fala de melhores condições de produtividade e de objetividade de gestão. Aliás, o próprio CNJ parece não ter condições satisfatórias de promover consultoria e auditoria dos serviços do PJ, sob os ângulos da administração, economia e sociologia, posto que seus conselheiros, pelo que sei, todos são versados somente em ciência jurídica.

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