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Comentários de leitores

4 comentários

Verdades inconvenientes

FELIPE CAMARGO (Assessor Técnico)

Os três comentaristas que me antecederam não disseram uma só palavra sobre a vergonhosa situação escancarada pelo periódico britânico, mas nem por isso deixaram de criticar a revista, invocando falácias.
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Em primeiro lugar, a exposição de um fato não deixa de ser pertinente só porque não contempla outros fatos, similares ou não, ocorridos em outras partes do planeta.
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Em segundo lugar, a imprensa internacional não é proibida de noticiar e nem de criticar fatos ocorridos em solo brasileiro. Aliás, faz muito bem em não se omitir.
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Em terceiro lugar, ninguém é obrigado a acolher prisioneiros para só então poder fazer críticas a determinado sistema prisional.

Repiso

Fontes Mendes (Bacharel - Tributária)

Faço a mesma pergunta que o colega acima fez.

Leva que é seu

Gusto (Advogado Autônomo - Financeiro)

Ora, se o jornal e os nobres britânicos estão tão preocupados com os nossos bandidos é simples a solução: levem a todos os encarcerados para se ajoelharem diante da rainha e torne-os súditos angelicais. Olhem primeiro a sua cozinha para depois analisarem o banheiro do vizinho. Hipócritas.

E as prisões militares americanas?

Edu Bacharel (Estudante de Direito)

Por que será que o The Economist também não critica as prisões americanas de Guantanamo e Abu-Grhabi, no Iraque, onde presos eram torturados por soldados americanos?

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