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Pesquisa internacional

De Sanctis estuda lavagem de dinheiro em obras de arte

O desembargador Fausto Martin de Sanctis, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, está afastado de suas atividades jurisdicionais. Está nos Estados Unidos pesquisando a lavagem de dinheiro no mercado de obras de arte e aprimorando sua produção intelectual sobre o assunto.

Está feliz com a experiência. Conta que teve a oportunidade de escrever artigos e responder consultas de entidades norte-americanas. Também tem dado palestras em diversos lugares dos EUA, como Washington, onde está hospedado, Kansas City, Boston e Nova York, e em diversas instituições, como Nações Unidas, Harvard e Banco Mundial.

De Sanctis ganhou notoriedade por ter sido responsável pela condução judicial de midiáticas operações da Polícia Federal, como Chacal, Satiagraha e Castelo de Areia. O desembargador causou polêmica ao dar o aval jurídico a provas coletadas de formas consideradas ilegais pelo Superior Tribunal de Justiça.

Ele se programa para retornar ao Brasil no fim de outubro, quando volta às atividades da 7ª Turma de julgamento do TRF-3.

Revista Consultor Jurídico, 19 de setembro de 2012, 7h06

Comentários de leitores

3 comentários

Por quê será...

Richard Smith (Consultor)

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...que eu não estou tão surpreso assim?!
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É a famosa "Burguesia do Capital Alheio" (o nosso no caso) em ação.
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Depois ele deve ir à Monte Carlo estudar as eventuais lavagens de dinheiro ou indícios de riqueza aparente nas grandes somas que são apostadas nos cassinos.
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Mas e as noitadas à la Cavendish-Cabral, em Paris?! Ora, investigação nelas também, sô!...
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Infeliz e lastimavelmente, o Brasil é o "País da piada pronta", como definiu o grande MILLÔR FERNANDES.
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A viagem dos justiceiro

DR. CARLOS ALBERTO (Advogado Associado a Escritório)

Infeliz o destaque do boletim jurídico.

Descaso com o jurisdicionado

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Lindo! Entretanto, as causas previdenciárias sob a responsabilidade desse Desembargador Federal estão lá paradas. Eu que sou advogado da área, tenho feito reclamações por excesso de prazo no CNJ em favor de meus clientes relativo a processos que já se encaminham para uma década de idade. Alguns aguardam cinco anos nos gabinetes do TRF3 para julgamento, enquanto os jurisdicionados morrem de velhos sem receber o que lhes é devido e o douto Desembargador estuda obras de arte e suposta lavagem de dinheiro relativo a elas, sem que nem ao menos a matéria tenha relevância na turma recursal da qual faz parte.

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