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Justiça Tributária

O contribuinte brasileiro é otário mesmo?

Comentários de leitores

6 comentários

Somos otários, sim, sabemos disso e não fazemos nada!

J.Koffler - Cientista Jurídico-Social (Professor)

Que me perdoe o Dr. Haidar, mas somos otários, com toda certeza, e se o país mudou foi para pior e não para melhor. As falcatruas e a corrupção institucionalizada aumentaram brutalmente - a olhos vistos a partir de 2003, com a ascensão da "era petralha" -; os desmandos se sucedem nos três poderes, indistintamente (aliás, para mim, está mais que claro que existe apenas UM poder: o Executivo, que comanda e manipula os outros dois); o povo continua mais alienado que nunca, com a diferença de que hoje, graças às políticas populistas e politiqueiras petistas, passaram a consumir desvairadamente, afundando em processos irreversíveis de endividamente; o país, enfim, afunda rapidamente no próprio buraco que cavou para se enterrar de vez.
Estamos sob o olhar atento de todo o planeta, com a mídia internacional, não raro, sendo "comprada" para falar bem dos nossos governantes, endeusá-los, idolatrá-los, na contramão de um racionalismo lógico. E se antes já vínhamos assim, nos últimos dez anos o fenômeno de autofagia degenerou-se e multiplicou-se às alturas, como não poderia deixar de ser.
Louvam-se nomes como Lula, Dilma etc., como se fossem verdadeiros "salvadores da pátria", quando em realidade fazem parte de um projeto bem maior e degenerado de posse do poder 'ad eternum'. Típico dos governantes caricatos de Cuba, Venezuela etc.

Burocracia e desconfiança

Marcylio Araujo (Funcionário público)

Nas 3 esferas de poder, existe muita burocracia da Administração Pública por pura desconfiança no contribuinte, por considerar que todos estão sempre pronto a lesar os cofres. No RJ, existe os balcões do Rio Poupa Tempo, sendo uma mão na roda na borucracia estadual e municipal. Mas na esfera federal, o empreendedor individual, a micro, pequena e média empresas, tem dificuldades de relacionar-se com o Sicaf, portal de compras do gov. Mas os contribuintes também sabem que quando há desoneração de impostos, sem fiscalização, também não veem queda nos preços.

Canal do Otário

Vinícius Fernando Marcolino ()

Canal do otário:
http://www.youtube.com/watch?v=X-vBfSCJsOY

Uma mistura explosiva para o simples contribuinte

Nilton Facci (Contabilista)

Por que os remédios não conseguem os mesmos benefícios tributários que os veículos, os eletrodomésticos e a construção civil?. Entendo que a resposta me parece clara: as empresas não ligadas a esses ramos de atividade não pagam campanhas políticas, nesse caso, de partidos políticos ligados à presidência da república. Esse fato não é criação do partido do momento. Isso é histórico no Brasil. A primeira indústria no Brasil foi a construção de navios, pelo Visconde de Mauá, que na época era bem visto pelo imperador e seus auxiliares. Para facilitar a existência dessa empresa, o imposto de importação, praticamente o único da época, foi zerado, caso os equipamentos necessários para construção de navios tivessem sua origem na Inglaterra. Como troca, o Visconde de Maúa destinou benesses aos ministros de então. Ao que parece, a partir de então, o hábito se tornor "oficial". Como a indústria de remédios, e outras que nunca conseguem alguma redução tributária não destinam algo vistoso como "apoio" a campanhas políticas, notadamente para cargos federais, ficam "a ver navios", exatamente como ficou, no fim, o mesmo Visconde de Mauá. O imperador, influenciado pelos seus ministros, acabaram com o benefício tributário, o que particamente determinou a falência da empresa. Também concordo que o contribuinte brasileiro não é otário. No entanto, precisa aprender a agir em conjunto, o que não é uma característica brasileira, onde o personalismo, o centralismo e o patrimonialismo de grande parte dos gestores empresariais são características predominantes. Vejam os Arranjos Produtivos Locais (APL), em que várias empresas do mesmo ramo atuam, ou tentam atuar, em conjunto?. Poucos conseguem benefícios públicos na área de burocracia, por exemplo.São ainda ingênuos....

Justiça Tributária: O contribuinte brasileiro é otário mesmo

Rivaldo Campos Ribeiro (Outros)

Só consigo entender esta manobra de favorecer itens supérfluos acima de alimentação, escola e remédios de um ponto de vista: interesses políticos, troca de favores entre políticos cínicos e empresárisos gananciosos que substimam nossa capacidade de discernimento.

Porque REMEDIO paga imposto

Denis Acioli (Industrial)

Somos otários e ao mesmo tempo monstros.
Onde se viu REMEDIO ter uma carga tributária acima de alguns artigos banais. REMEDIOS em paises sérios ou não tem imposto ou é cobrado de forma simbólica.
Estou cansado de ver pacientes sem recursos irem para uma morte certa por o medicamento ter preço absurdo.
Porque somente veículos e eletro-domesticos ?
Façam um levantamento e denunciem.

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