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Vaga aberta

Dilma analisa candidatos para vaga no STF

Por conta da aposentadoria do ministro Cezar Peluso, que se efetiva nesta segunda-feira (3/8), a presidente Dilma Rousseff analisa nomes para indicar à vaga em aberto no Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a indicação será feita no momento que a presidente julgar conveniente. As informações são da Agência Brasil.

“A indicação será feita a partir do momento que ela julgar conveniente. Ela não tomou ainda nenhuma posição em relação ao momento em que o fará. Seguramente está pensando em nomes”, declarou, nesta sexta-feira (31/8), o ministro José Eduardo Cardozo, durante a posse do novo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Félix Fischer.

“Na hora em que ela julgar que tem um nome que considera o ideal para a vaga, seguramente o indicará”, observou Cardozo.

O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Luís Inácio Adams, é um dos nomes cotados para a vaga aberta com a saída de Peluso. Trata-se da terceira indicação que a presidente Dilma Rousseff fará para o STF desde que assumiu o governo. Em 2011, a presidente indicou a ministra Rosa Weber em substituição a então ministra Ellen Gracie. Antes, no mesmo ano, a presidente indicou o ministro Luiz Fux para a cadeira ocupada por Eros Grau.

Revista Consultor Jurídico, 1 de setembro de 2012, 11h55

Comentários de leitores

6 comentários

Acho que ela vai ficar mesmo com 'marcola'

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Não é por nada, mas somente por falta de opção melhor. Vejamos: O ex-goleiro Bruno está preso (e provavelmente será condenado). O seu 'admirador"(aquele que estampou, por tatuagem nas costas e na bunda, palavras de amor em relação a ele)-cujo nome da figura me esqueço, também está; Macarrão e Bola idem. Resta mesmo Marcola, em via de progressão prisional e regressão costumeira de caráter, além de cursar direito; e esse, todos sabemos que tem competência e influência. É, President(a), tá difícil. Outra saída seria dialogar com seu 'petralha mor' que deve ter uma lista tão extensa quanto seria a sua (dele) capivara, caso não tivesse sido ex-mandatário (ou seria mandante ? )

Amplo cardápio

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O novo ministro do STF será o vendilhão que, entre os "sondados", saberá representar melhor o papel de "cidadão honrado de notável saber jurídico", nos termos do "modelo" burilado ao longo de anos pelos marqueteiros do PT (e quem vem dando certo, diga-se de passagem), mas que no dia a dia da Suprema Corte irá defender a todo custo e qualquer preço os anseios e interesses pessoais do grupo que o nomeou, obviamente de forma bem "elegante". E vendilhões é que não falta no meio jurídico nacional. Aqui, por quase nada, o jurista vende a alma, a casa, o cachorro e a sogra, e ainda ajuda a por tudo no caminhão. Se o assunto é uma vaga no STF, o céu é o limite. E quando se fala nas pessoas mais imediatas da Soberana, digo, Presidente Dilma, vendilhões é o que não faltam ao seu redor. Ela tem um amplo cardápio para escolher, podendo optar por todas as cores e nuances possível mas, no final das contas, o que teremos é mais um subordinado à Presidência da República, que vai dar continuidade ao regime de dominação do homem pelo homem.

Judiciário - Indicação Política

Renato C. Pavanelli. (Advogado Autônomo - Civil)

Comentários.
Ministro diz que presidente Dilma analisa nomes para a vaga de Peluso.
Do ponto de vista de ordem técnica dentro do aspecto jurídico a escolha de um ministro ou desembargador, deveria mudar o sistema de escolha.
Tirar das mãos de políticos que apadrinham seus protegidos, em especial aqueles que serviram, servem ou são ligados aos partidos.
Essa situação já deveria ter sido extinta já há muitos anos. Escolha para esse tipo de cargo e função do judiciário deveria ser por votação aberta, nominada pelos próprios componentes do judiciário e pelos presidentes das OABS dos estados, dando direito de voto, inclusive para o presidente da república e governadores de estados.
Creio, que assim, teríamos assegurado maneira justa e democrática de escolher as pessoas certas e corretas para as cortes de justiças, sem a indicação exclusiva e pessoal para cargos tão importantes.
Nada de indicação de políticos, pois, além de não serem confiáveis (políticos), os seus afilhados indicados não vão se sentir na "obrigação de proteger esse ou aquele político que pouco faz e que muito ganha".
Renato.

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