Consultor Jurídico

Notícias

AP 470

Supremo reforça que empate beneficia o réu

Comentários de leitores

7 comentários

Supremo reforça.....

hrb (Advogado Autônomo)

A meu ver o presidente Ayres Brito deveria ter exercido a prerrogativa do voto de qualidade, e repetir o voto do empate, ou seja condenando, se assim havia votado, ou abosolvendo, se antes o fizera. Como ficou não se fez Justiça pois se 5 absolveram, 5 condenaram...

STF e Violação da Constituição

Boris Antonio Baitala (Advogado Autônomo - Civil)

Dizia um mestre em direito que lecionou matéria penal em meu tempo de faculdade: As pessoas querem discutir direito, falando com o açougueiro da esquina. Se Ministros do calibre de Joaquim Barbosa julgaram ao seu saber, Quem é Professor Armando Prado para questionar uma decisão de um Ministro dessa envergadura ?

Eu sou pelo Brasil

Alceu (Advogado Sócio de Escritório)

Prezados, imaginar que no STF tem algum "santo" seria muita ingenuidade, agora, acreditar que os Ministros Lewandowski e Toffoli votaram analisando a Constituição Federal, é ser muito ingênuo.
Este Ministro Toffoli é ainda pior, era advogado do PT, depois foi advogado da União (advogado do LULA) e deveria por ética se declarar impedido, mas para livrar seus comparsas ou pelo menos dar a chance de um novo recurso (agravo regimental), preferiu votar. É UM ABSURDO.

Cadeia..

Dr. Fernando Oliveira (Contabilista)

Eu só preciso saber de uma coisa: agora que todos estao condenados, alguém esta atras das grades?"
Ja que se deu tanto destaque para esse julgamento, tantas conversas, tanto lobby, o que falta para o Brasil ser um país de ponta, é se todos os acusados e condenados, nao fossem para o chilindró..
Vamos aguardar, mas como sou brasileiro, eu tenho a esperança que isso vai acabar em pizza...mais uma vez..

Só para não variar...

Richard Smith (Consultor)

.
Só para não variar, o nosso folclórico "Fessô" PeTralha que às vezes finge-se de moderado e "vegetariano" vem com uma das suas. Os votos de Lewandowski e de Toffoli são o supra sumo, ou do malabarismo mais chinfrin - como aquele praticado pelos moleque no semáforo com DUAS bolinhas de tênis - ou da "profundidade" igual à de um pires cheio.
.
Como Tarefeiro ParTidário (e relapso, pois parece que andou faltando a algumas das reuniões do Diretório aonde são distribúidas as cartilhas com a "verdade", semanal) tenta incutir desconfiança sobre o julgamento do E. STF.
.
E justiça seja feita: não vou muito com o jeito do Ministro-Relator Barbosa, seja pelo seu jeito mercurial e enfezado, seja pelo teor de seus votos em algumas votaçõs "polêmicas" do Supremo, mas tiro o meu chapéu (e até minha peruca se usasse!) para ele. Pois foi de uma estratégia e de uma condução do processo exemplares. A questão do "fatiamento", por exemplo, quem por aqui acha que os resultados (condenações) seriam estes se o julgamento se prolongasse até o ano de 2 mil e "bolinha"?
.
Os Exmos. Sr. Ministros se viram na contingência de escolher entre o rigoroso cumprimento da lei, ante à EXTREMA GRAVIDADE DOS CRIMES COMENTIDOS, ou enlamear a sua reputação com o mais baixo e anti-jurídico servilismo, diante de uma população galvanizada pelo julgamento. Graças a Deus a maioria preferiu a primeira hipótese...
.
Mas, como o resultado foi adverso à QUADRILHA CONDENADA, o eterno candidato a "comissário" (esbirro, mesmo) de alguma TCHEKA que algum dia pudesse vir a ser criada no Brasil, pula, estrila e...zurra! Também para não variar!
.
Eita!
.

STF e a violação da CF

Armando do Prado (Professor)

Entre os dez ministros que hoje estão no Supremo Tribunal Federal, Lewandowski é o único com experiência em direito criminalista como juiz. Ele foi magistrado do Tribunal da Alçada Criminal do Estado de São Paulo, entre 11 de setembro de 1990 a 06 de março de 1997. Os demais nunca tiveram essa experiência.
.
E, por isso, se acham no direito de violar a CF.

Na verdade, recuaram

Armando do Prado (Professor)

Após pressão de advogados e de juristas, o presidente recuou de sua posição perante os jornalistas. O mesmo aconteceu com o Bacamarte, digo Barbosa, que antes havia proposto um remédio estranho, onde despotava uma tal de "superioridade da administração" sobre o indivíduo (sic).

Comentar

Comentários encerrados em 31/10/2012.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.