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Comentários de leitores

8 comentários

Impossível, dr. Pintar

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

É que parece não existir ninguém que tenha lhe dado 'bom dia' e que ainda não tenha sido processado por ele. 290 feitos em causa própria é digno do livro dos recordes. Nunca conheci ou ouvi sobre alguém que tenha tido uma coleção tão significativa de processos em causa própria. Como disse um comentarista,causa muita preocupação ter esse 'franco atirador' como nosso colega. A carteirinha dele deveria ostentar uma 'tarja preta' -controlada- só utilizável em caso de prescrição médica, como alerta aos futuros clientes. O seu 'animus litigandi' é incontrolável, obsessivo mesmo. Tem sujeito que gasta o seu dinheiro trocando de carro há cada seis meses; ele gasta ajuizando uma ação há cada seis semanas, mesclando, no intervalo, algumas cautelares satisfativas. Isso é o que eu chamo de 'advogado do ano'.

Tenho dúvidas

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Sinceramente não sei o que pensar sobre a reportagem após tomar conhecimento dos fatos que envolvem esta: http://www.conjur.com.br/2012-nov-21/empresario-acumula-condenacoes-ma-fe-passa-exame-ordem-df. Para quem não se lembra, ou não acompanhou, o Editor da CONJUR escreveu um longo texto a respeito do mesmo Luiz Eduardo Auricchio Bottura, noticiando vários eventos envolvendo o cidadão, sem no entanto esclarecer que está sendo processado criminalmente por ele. Sob meu ponto de vista, tal omissão compromete a qualidade do trabalho jornalistico, levando-me a pensar duas vezes quando vejo novas notícias sobre o mesmo cidadão, no mesmo veículo.

Aprovado no exame de ordem

Luciana Foltran (Advogado Autônomo)

Me preocupa o fato deste cidadão ter sido aprovado no exame de ordem. Espero que a OAB não permita seu ingresso nos quadros.

Internação do homem

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Interditem e internem esse 'franco atirador'. O cara obviamente padece de problemas mentais e os exterioriza contra os seus 'supostos' inimigos. O problema não é mais jurídico e faz tempo: é de saúde.

Ahahah - justiça experimenta seu próprio veneno

Pefer (Advogado Autônomo - Civil)

Já tivemos várias reportagens aqui mostrando a disparidade entre as indenizações concedidas a juízes por dano moral e aquelas dadas aos meros mortais pela mesma razão. Muitas vezes uma simples crítica ao procedimento de um juiz gera uma condenação a este título que supera multiplamente o arbitrado como compensação de mortes ou lesões graves de gente comum.
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O que ocorre então, com este cidadão? Simplesmente que ainda não teve uma indenização pesada que chegasse na fase final da execução com arrematação de seus bens, etc e o deixasse nas portas da insolvência. Um litisconsórcio, quiçá, entre aqueles que tiveram em processos dele contra si decisões pela litigância de má-fé, além de uma ação rigorosa da procuradoria do Estado pelo pagamento das custas e rápidas decisões nas alegações de suspeição combinadas com igual rapidez no STJ, poria fim ao abuso de direito processual. Na ação conjunta pedir-se-ia milhões de reais como indenização, mas a verdade é que não fosse a repulsa do judiciário pelo punitive damage, alegando sua inconstitucionalidade, e todos esses salamaleques que só são esquecidos na hora de privilegiar os juízes, rapidinho o sujeito abandonaria esta conduta.
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Quanto custaram, até agora, ao empresário, as 239 conden ações por litigância de má-fé? E quanto dessas ações já chegaram ao ponto dele ser obrigado a pagar? É por tudo isso que se diz aqui que o empresário deita e rola expelindo ações por tudo que é lado. Caso a justiça fosse efetiva e célere e os juízes não fossem generosos apenas com seus pares na hora de arbitrar indenizações, a aventura já teria cessado há muito tempo.
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Enfim, uma vez mais é da Justiça e dos juízes toda a culpa por casos assim serem possíveis, de forma que é cômico vê-los como vítimas de si mesmos.

Falta de juízo?

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

A propósito, não tem com que se preocupar "alvarojr", pois existe a figura criminal da "denunciação caluniosa", em que, através dessa previsível prerrogativa, ressalta-se, lícita, se possibilitar-se-á, quem sabe, "enjaular" o insano emulador!

Caro AvaroJr

Gregory Wagner N. Carneiro (Advogado Autônomo - Tributária)

É bom se cuidar!
Pelo jeito pediu inscrição no DF por estar "queimado" em outros estados.
Vamos ver quanto tempo dura até perder sua carteira.

Pelo jeito agora vai arguir a suspeição do Juiz.

alvarojr (Advogado Autônomo - Consumidor)

Não há sequer um único magistrado da Justiça Estadual do Mato Grosso do Sul que tenha proferido uma decisão desfavorável a esse cidadão que não tenha tido a sua imparcialidade questionada via arguição de suspeição.
Será que fará o mesmo no Estado de São Paulo?
Será que também serei acionado por conta deste comentário?

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