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Violência em SP

Ataques à polícia configuram terrorismo, diz ministro

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27 comentários

Terrorismo

Rodrigues (Advogado Autônomo)

Por enquanto " nossos" terroristam usam gasolina nos ataques a onibus e executam policiais por meio de emboscada, se deixarem crescer logo logo vão explodir prédios publicos e carros oficiais de autoridades.'

Terrorismo

Rodrigues (Advogado Autônomo)

muita inocencia daqueles que tentam dar cunho social a esta onda de terrorismo. não tem nada haver c/desigualde social, mas tão somente com criminalidade pura e simples, (trafico,roubo de cargas,bancos,carros,etc.).

Terrorismo

Rodrigues (Advogado Autônomo)

Até que enfim uma autoridade enxergou o óbvio ululante, nos ataques a onibus,as duas unicas diferenças com os talibans é o meio empregado, lá são mais corajosos, usam explosivos e morrem juntos c/ suas vítimas, aqui são covardes, ateiam fogo com gasolina e fogem.
O Estado tem que agir com mãos de ferro, o terrorismo tem que ser punido com leis absolutamente severas.

Terrorismo

Rodrigues (Advogado Autônomo)

Até que enfim uma autoridade enxergou o óbvio ululante, nos ataques a onibus,as duas unicas diferenças com os talibans é o meio empregado, lá são mais corajosos, usam explosivos e morrem juntos c/ suas vítimas, aqui são covardes, ateiam fogo com gasolina e fogem.
O Estado tem que agir com mãos de ferro, o terrorismo tem que ser punido com leis absolutamente severas.

Será que não esta sendo orquestrado?

Manente (Advogado Autônomo)

Fica a dica sobre os maestros, que algumas pessoas ousam afirmar que desconhecem.
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2012/11/ordem-para-ataques-sai-de-presidios-dizem-autoridades-de-santa-catarina.html

Esqueceram as Lições de Pontes de Miranda?

balai (Advogado Autônomo - Civil)

"A violência social é inversamente proporcional ao quantum despótico" (concentração de poder). A Constituição Federal de 1988 prevê a diminuição das desigualdades sociais. Diga-se que desigualdade social é também econômica e política. Com esta frase podemos concluir que não vivemos em um Estado Democrático de Direito, mas em um Estado onde quem integra um dos Poderes tem Direitos que os demais desconhecem. Um exemplo: Podem os integrantes dos poderes "achar" que a economia está indo bem, mas a dignidade não chegou nos lares brasileiros. Com carros nas garagens e um endividamento insuperável, aos poucos se socorrem do Judiciário para "ajustar as contas" que criaram para ajudar bancos e salvar os empregos e serviços públicos. As custas do Poder são pagas pelos cidadãos como na era medieval ou no absolutismo monárquico ao tempo da "Queda da Bastilha", merecendo portanto reação de grupos, não de terroristas mas de brasileiros despreparados para se organizar politicamente, apelando para meios primitivos. Tal se pode observar no foco das ações criminosas. Observe-se que a polícia brasileira ainda sofre da falta de preparo e ou discernimento dos termos autoridade e autoritarismo ou simplesmente esquecem a origem da autoridade atuando sórdida e mormidamente (autoritarismo). De qualquer sorte, a culpa é da cúpula dos Poderes da República que não conseguem, ou não querem, enxergar o abismo entre os suas percepções da realidade e a percepção da realidade dos que hoje são agentes da crise ou da reação desorientada. Nós podemos mudar, mas para tanto temos que reconhecer nossa necessidade de aprender com todos e com cada qual das realidades experimentadas ou experienciadas de cada grupo social. Temos que acreditar na dignidade para todos ou para nenhum.

Esqueceram as Lições de Pontes de Miranda?

balai (Advogado Autônomo - Civil)

"A violência social é inversamente proporcional ao quantum despótico" (concentração de poder). A Constituição Federal de 1988 prevê a diminuição das desigualdades sociais. Diga-se que desigualdade social é também econômica e política. Com esta frase podemos concluir que não vivemos em um Estado Democrático de Direito, mas em um Estado onde quem integra um dos Poderes tem Direitos que os demais desconhecem. Um exemplo: Podem os integrantes dos poderes "achar" que a economia está indo bem, mas a dignidade não chegou nos lares brasileiros. Com carros nas garagens e um endividamento insuperável, aos poucos se socorrem do Judiciário para "ajustar as contas" que criaram para ajudar bancos e salvar os empregos e serviços públicos. As custas do Poder são pagas pelos cidadãos como na era medieval ou no absolutismo monárquico ao tempo da "Queda da Bastilha", merecendo portanto reação de grupos, não de terroristas mas de brasileiros despreparados para se organizar politicamente, apelando para meios primitivos. Tal se pode observar no foco das ações criminosas. Observe-se que a polícia brasileira ainda sofre da falta de preparo e ou discernimento dos termos autoridade e autoritarismo ou simplesmente esquecem a origem da autoridade atuando sórdida e mormidamente (autoritarismo). De qualquer sorte, a culpa é da cúpula dos Poderes da República que não conseguem, ou não querem, enxergar o abismo entre os suas percepções da realidade e a percepção da realidade dos que hoje são agentes da crise ou da reação desorientada. Nós podemos mudar, mas para tanto temos que reconhecer nossa necessidade de aprender com todos e com cada qual das realidades experimentadas ou experienciadas de cada grupo social. Temos que acreditar na dignidade para todos ou para nenhum.

A culpa pela violência...

João Bosco Alexandrino (Advogado Assalariado - Administrativa)

Então, a culpa é da imprensa?

Triste frase(ou preocupação) do Ministro da Justiça

J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)

Ao invés de procurarem resolver essas questão que estão apavorando a população o Sr. Ministro da Justiça
José Eduardo Cardozo, disse ontem, em palestra a empresários em São Paulo, que preferia a morte a cumprir pena no País. "Se fosse para cumprir muitos anos em uma prisão nossa, eu preferiria morrer."...
es problemas (Se o problema
Ao invés de procurarem resolver essas questão que estão apavorando a população o Sr. Ministro da Justiça, Dr. José Eduardo Cardozo, disse na mídia, que preferia a morte a cumprir pena no País. "Se fosse para cumprir muitos anos em uma prisão nossa, eu preferiria morrer."...
Talvez o ilustre “jurista” nunca teve a necessidade de ser acudido em um hospital público, onde pessoas (cidadãos) decentes, muitos necessitados, estão a morrer por falta de atendimento adequado; ou em ver como anda as escolas públicas; ou melhor preparar a segurança pública (apenas contra bandidos).
Frase típica de petista, sempre a preferir o marginal que o cidadão-trabalhador.
Será que a frase foi em solidariedade ou em razão de seus colegas partidários, condenados pelo STF a reclusão de alguns anos?
Precisamos de desenvolvimento social e não apenas econômico (dinheiro no bolso de ignorante e barriga cheia não melhoram a civilidade e a qualidade de vida).
Educação já!

Quietude - a melhor saída é a entrada-

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Depois de verificar tanta inércia por parte dos próceres que deveriam trazer soluções, acabei me 'confortando' e me 'convencendo' de que o momento envolve realmente ampla reflexão; calma,serenidade, prudência, além de uma atitude contemplativa dos fatos. A criminalidade funciona como as ondas no mar; ora estão mais amenas, e em outras fustigam mais. O melhor mesmo é esperar e deixar que se acomodem naturalmente. 10/12 mortes de policiais por noite nada significam se compararmos o número do nosso contingente, somado aos novos PMs que ingressam nos quadros da polícia, motivados pelos altíssimos salários pagos à valiosa corporação. Nada como um dia após o outro. O sol voltará a brilhar no horizonte, apesar das nuvens que insistem em obstruir a passagem da sua luz e não serão 100 ou 200 PMs. mortos, com previsão de outros tantos a curto prazo, que desestabilizará o nosso competentíssimo e inteligentíssimo sistema de segurança. Nada a fazer. Vamos esperar, pacientes e confiantes nos nossos governantes. Eles sempre sabem como agir e, quase sempre acertam. Prova disso é que são eleitos e re-eleitos, sinalizando a vontade popular expressada nas urnas.

Mais um link!!!

Manente (Advogado Autônomo)

http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/l%C3%ADder-vai-para-ro-e-salve-fala-em-novos-ataques

Muita teoria e pouca prática!!!

Manente (Advogado Autônomo)

Parabéns ao coronel aposentado José Vicente da Silva Filho e ao ilustre Secretario de Segurança Pública de São Paulo, ambos demonstram na prática uma alto nível de conhecimento em segurança.
Para o primeiro, a facção é composta por 30 ou 40 integrantes e para o outro inexiste orquestração (http://www.conjur.com.br/2012-nov-13/jose-vicente-nao-indicios-assassinatos-sejam-orquestrados).
Há, faça-me o favor, não nos enojem com as tais afirmações, pois, até mesmo um cidadão leigo e sem quaisquer conhecimento em segurança pública sabe muito bem da realidade.
Omitir o óbvio, como diz o Datena é dar um tapa na cara da sociedade.
Lamentavelmente, estamos diante de muita teoria e o negócio é a prática.
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,lider-vai-para-ro-e-salve-fala-em-novos-ataques-,959998,0.htmr/>http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1185359-criminosos-queimam-mais-tres-onibus-em-santa-catarina.shtml
Jamais podemos afirmar que qualquer semelhança é mera coincidência, que existem algumas dezenas de integrantes na facção e que as ações não estão sendo orquestradas. Basta, uma rápida leitura e acompanhamento para constatarmos que alguns "maestros" que estão presos já foram ou serão transferidos.
Nunca houve quase uma centena de ataques contra policiais, da forma que esta sendo vivenciada pela população. Lamentavelmente, a culpa é única e exclusivamente dos governantes, que são ineficientes e incompententes.

Cadê a agenda de providências?

Leitor - ASO (Outros)

Nessa história toda, o que mais me preocupa é que me lembra fatos análogos ocorridos no passado, onde alguns vão a público vociferar indignação e declaram estar criando um grupo de trabalho para o enfretamento e, pouco depois, não se fala mais nisso e nada concreto surge.
Eu pergunto: quais medidas concretas já foram desenhadas? O Secretário paulista foi perfeito quando afirmou que a União não tem nada concreto para oferecer. Enquanto São Paulo tem 130 mil policiais, sendo 30 mil civis, a Polícia Federal tem 10.000 pro Brasil todo. Nós estamos vivendo uma guerra civil não declarada e nada, absolutamente nada, está sendo feito. Qual o projeto do Governo Federal para enfrentar o crime no Brasil? Façamos todos essa pergunta, talvez venha alguma resposta desse governo que só se preocupa com a seara econômica. A sociedade civil precisa cobrar. Os meios de comunicação precisam cobrar. Exemplos recentes tem demonstrado que quando a sociedade e a imprensa cobram surgem resultados. Vide CNJ, Mensalão, Anencefália e etc. Vamos reclamar, talvez alguém escute.

falta educação ao povo brasileiro

Ricardo (Outros)

o buraco é mais embaixo. não existe um fator, mas vários fatores, dentre eles: [1] o jeitinho brasileiro (quem compra droga financia o tráfico, quem aposta em jogo de azar financia o crime organizado e por aí vai); [2] a destruição da célula familiar (filhos educados pela TV Globo); [3] a falta de educação do povo (vagas em estacionamento, faixa de pedestres, etc. etc.); [4] a corrupção de agentes públicos (que reflete nada mais a cultura do povo brasileiro de abusar da lei de gerson); [5] a legislação penal branda; [6] a sensação de impunidade; [7] o excesso de direitos e garantias (garantismo sim) e obrigações mínimas; [8] políticos e partidos messiânicos/maniqueístas que acreditam piamente que os fins (a reforma) justificam os meios (corrupção) e por aí vai.

Efeito borboleta

FELIPE CAMARGO (Assessor Técnico)

Afinal, o que querem os bandidos? O que ganha uma organização criminosa ao atacar policiais?
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Um estudo realizado por pesquisadores da ONG Justiça Global e pela Clínica Internacional de Direitos Humanos da Faculdade de Direito de Harvard pode ajudar na busca de respostas: "São Paulo sob Achaque: Corrupção, Crime Organizado e Violência Institucional em Maio de 2006".
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E o que temos em 2012? Para começar, uma ação da Rota (tropa de elite da PM) em 28 de maio, em São Paulo, e outra em 11 de setembro, em Várzea Paulista-SP. Seis mortos na primeira ação, com alguns policiais presos acusados de homicídio, e nove mortos na segunda. Já no início de outubro, policiais são assassinados na Baixada Santista, onde ocorrem 18 execuções em quatro dias. Algo estranho, pois são enviadas para a região equipes da Rota e também policiais da Corregedoria da PM.
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Segundo a Folha de S. Paulo, a cúpula da Segurança Pública teria a informação de que alguns policiais ameaçaram matar seis pessoas nas ruas a cada policial que fosse assassinado.
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Sem sombra de dúvida, organizações criminosas precisam ser sufocadas. Mas o governo deveria prestar muita atenção ao que alguns de seus agentes armados andam fazendo.

Disse o Ministro

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

"“Não existe crime organizado que cresça sem desmando, sem corrupção. A violência gerada por organizações criminosas dificilmente se enraíza sem um certo grau de corrupção no Estado. Isso não é no Brasil, é no mundo."
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“Não há crime organizado que funcione sem a corrupção. E falo corrupção no sentido amplo, não só do agente público, mas também do mundo privado que às vezes gosta de dar um jeitinho. Quando você paga uma propina para um guarda não te multar você está movendo engrenagem muito maior do que você pensa, você está viciando costumes, e pode estar criando braços da criminalidade que vai te matar mais tarde”, disse." (declarações prestadas pelo Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo. Fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/11/13/prisoes-no-brasil-sao-medievais-afirma-ministro-da-justica.html).
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O aumento da criminalidade, assim, nada tem a ver com garantismo, respeito aos direitos humanos e cumprimento da Constituição Federal.

excesso de garantismo dá nisso daí...

Ricardo (Outros)

para resolver o problema da segurança pública é só nomear o competente Van Gogh para secretário da SSP/SP e eleger o candidato do PT ao governo São Paulo daqui a 2 anos. em pouco tempo a paz será restabelecida, como ocorre atualmente no Estado da Bahia, principalmente em Salvador, onde não faz muito tempo fui passar férias e nunca mais; só para se ter uma ideia, ao desembarcar, alguém se ofereceu para servir de segurança de meus familiares, pois, do contrário, fatalmente seríamos assaltados. e assim foi. o ônibus da excursão foi assaltado e as outras pessoas com quem conversei não tiveram coragem sequer de passear no Pelourinho, o cartão postal de Salvador.
alguém por aí vai dizer que a violência é fruto da pobreza e que a desigualdade é a fábrica da bandidagem.
é interesse que conheço muita gente humilde, mas humilde mesmo, que sobrevive com salário mínimo ou menos, levanta as 4h00min da manhã para trabalhar e é extremamente honesta. a vingar lógica desse raciocínio enviesado, fruto de fraude ideológica, toda pessoa humilde deveria se encaminhar à marginalidade.
ao Sansão: a sua época já passou, vc precisa realmente reciclar suas ideias.

Cumpra-se a lei

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Claro que os crimes cometidos contra policiais, prezado Observador.. (Economista), devem ser punidos. Mas, pergunto-lhe: o Ministério Público e o Judiciário o fazem? A resposta é uma só: depende. Depende dos interesses em jogo. Depende dos interesses políticos da vida e do autor do delito. Tudo depende, fundamentalmente de uma longa e intrincada cadeia de relações. E o que fazem os policiais que sabem, claramente, que seus amigos, colegas ou parentes assassinados, não terão a devida Justiça? Partem para a revanche, pessoal. E o que os bandidos fazem em represália, também sabendo que ninguém investigará nada? Partem para a revanche, e assim sucessivamente. A crise na segurança pública paulista é causada pela falência do Estado, incapaz de dar tratamento adequado a todos os delitos, indistintamente, abrindo espaço para o faroeste que estamos vendo. Não precisamos de leis de exceção, nem nada de extraordinário. Apenas que a lei e a Constituição sejam cumpridas.

Caro observador

Armando do Prado (Professor)

Para ser sucinto, sem esgotar. Não se trata só de números ou estatísticas. A questão é outra. S. Paulo teve neste ano quase 100 policiais mortos, com ordens de execução saindo diretamente dos presídios. Números sem comparação nem de longe nem com o Iraque que está numa guerra continuada. Nem em Israel e Palestinas, juntos, morreram tantos policiais ou se quiser soldados do exército.
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Outra banda: os civis estão sendo assassinados por "soldados" de organizações criminosas (informações dos próprios serviços reservados da polícia).
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O problema é o mesmo que assola a educação: pouco caso com aquilo que interessa ao povo. Só isso. No Morumbi ou Jardins, os índices de assassinatos são da Suiça. Simples assim, pois a questão é política, ideológica e, principalmente, de inexistência de vontade política.

São Paulo

Observador.. (Economista)

Professor Armando:
Não moro em São Paulo nem sou Paulista.Há anos São Paulo tem tido queda nos homicídios.Há sempre um acréscimo de crimes durante épocas de eleições ( coincidência?! ).Basta pesquisar na net durante períodos eleitorais passados.
São Paulo tem menos homicídios que o Rio de Janeiro ( por exemplo ).Lá os bandidos sofrem ordem de despejo.Não são presos.Devem ir para outras regiões ( Niterói e Região dos lagos estão mais violentas ).
Há várias capitais do nordeste mais violentas que São Paulo.
O entorno de Brasília é mais violento que São Paulo.São fatos.Mas São Paulo dá mídia.Há uma eterna briga entre dois partidos que buscam mostrar que o outro é pior.A população?Esta eles se preocupam quando esgotam-se os impropérios pessoais.
Podemos ter nossas crenças políticas ( respeito as do senhor ) sem, contudo, fecharmos os olhos aos fatos.Nossas crenças, quando se sobrepõem à realidade, nos torna reféns de um messianismo que nunca é saudável.

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