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Comentários de leitores

7 comentários

medida de boa cautela

Ricardo (Outros)

se não tivesse justificativa ainda vá lá, mas os réus viajaram ao exterior (sem autorização judicial) e fora os boatos que circulam por aí afora de asilo político na Venezuela/Cuba (nesse ponto, aliás, com razão o Dr. Radar - o melhor seria deixar os camaradas com o passaporte).
E o prof. "Sansão", dirigente sindical, como sempre, com sua visão presbita e sectária...

Sério

Resec (Advogado Autônomo)

Está começando a transformação do país do carnaval em país sério.

Comparação

Leitor1 (Outros)

Um exercício interessante: comparar as premissas adotadas nesse julgado com os pressupostos manifestados pelo mesmo tribunal, ao julgar o HC 95.009-4...

Cuma?!

Richard Smith (Consultor)

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E a PeTralhada chora e range os dentes (que delícia!)!
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Alguém aqui por acaso se lembra de de ter ouvido (ou lido) alguma menção à "presunção de inocência" para Daniel Dantas ou Antonio Jorge Caldas Pereira?!
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Depois elles não querem ser execrados por sua desmoralização pública! Arre....

Lesão constitucional.

Radar (Bacharel)

Isso é uma infeliz e inconstitucional antecipação dos efeitos da pena, que fulmina o Art. 5.º, inciso LVII da CF, no que diz, de forma muito clara, que “Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória”.
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Ora, a sentença não transitou em julgado, logo, não há que se penalizá-los, antecipadamente, e retroceder 25 anos no recente ciclo da democracia brasileira, com o frágil argumento de que "os reus poderão fugir".
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No caso concreto, não existe nenhuma norma que autorize a ilação do ministro, a não ser a lei do mais forte, representada pela impossibilidade de, e a quem, recorrer, que não o plenário do próprio STF. Acresce a isso, a perda do devido distanciamento que deve orientar a manifestação do magistrado.
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Aniquilando uma tradição pretoriana, nenhum dos ministros consegue mais esconder a vontade, seja de condenar, seja de absolver. Aliás, para o magistrado, condenar ou absolver é parte de seu ofício. Mas a raiva, a vaidade pelos holofotes, o estrelismo ou o revanchismo comprometem a oferta de justiça.
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Com essa formação, e esta sinalização que dá às instâncias inferiores, o STF e a democracia empobrecem.

Luz no fim do túnel

Flávio Souza (Outros)

O Ministro Joaquim Barbosa e o STF podem ter certeza de que parcela considerável da sociedade deposita não somente confiança como tb esperanças de que justiça será feita no processo do mensalão. Todos aqueles envolvidos no processo do mensalão tiveram a apreciação de seus processos, os quais foram analisados e esmiuçados na mais pura transparência e pelas maiores autoridades do Judiciário brasileiro e terão ainda chances de seus recursos serem analisados pelos mesmos critérios, quer seja, imparcialidade, honestidade, lisura, transparencia e pelos maiores homens e mulheres que integram a mais alta corte de Justiça do país. Quem já foi e for ainda inocentado podem ter a certeza de que foram julgados e serão julgados por um tribunal competente, transparente e sério, que goza do prestígio, respeito e confiança de toda a sociedade brasileira. Certamente que haverá quem desaprove tudo isso, todavia a democracia é isso mesmo, afinal nem Jesus Cristo agradou a todos. Em relação ao ministro Joaquim Barbosa manifesto meu irrestrito apoio e que continue firme no seu papel de magistrado da mais alta corte, julgando com firmeza e imparcialidade, e que aqueles afetados ou não pelas decisões do STF que respeitem os ministros e as decisões proferidas.

Ópera Bufa

Armando do Prado (Professor)

Hoje, foi um show de horrores. O Othelo de Brasília continuou com suas ilações, numa quizumba lamentável.
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O Partido do STF ameaça a democracia e a seriedade da pp justiça.
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E pensar que esse Torquemada disse que não era capanga do Gilmar. É pior. É arrogante, vaidoso, vestal (seg. o primo do Collor), deselegante, bufão, etc.

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