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Comentários de leitores

8 comentários

SE FOSSEM SÓ TAPAS NA CARA, SEM PROBLEMA

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Só é preciso comunicar ao novo presidente do TJ/SP, Ivan Sartori, que tapa na cara o povo já esta acostumado e até gosta; o problema é que agora já estamos tomando chute no escroto. (aí já é demais e insuportável)

REFLEXOS DO CNJ PERANTE A SOCIEDADE

SILVINO MELO (Advogado Autônomo - Empresarial)

O processo de apuração deve ser transparente e legal,para evitar injustiças. Mas diante das calamidades que vem sendo praticadas há anos, é
melhor correr o risco de se cometer alguma injustiça,do que promover alguem com ficha suja e de ligações suspeitas.
Com ou sem imprensa, o Sr.Presidente do TJSP. Ivan G.Sartorio e o Sr.Corregedor Renato Nalini, agiram bem em tomar a decisão. Merecem aplausos.

perseguição

Leneu (Professor)

porque o juiz seria judeu?

Pek

Pek Cop (Outros)

Eh com tantas evidencias assim, fica difícil promover alguem deste nível, tomara a Deus que limpem o crime instalado nos tribunais...

Gostei!

Ricardo T. (Outros)

Gostei da decisão do TJSP. Atende ao pensamento do homem médio. Pensamento esse formado com base nas informações passadas pela imprensa, como aqui por exemplo.

????!!!

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

“Estão presentes diversos representantes da imprensa. O que dirão os jornais de amanhã se este colegiado promover magistrado com tal histórico?", disse o corregedor-geral da Justiça, Renato Nalini.
E se eles não estivessem presentes?

Isenção

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Não parece que tenha havido um julgamento isento. Magistrado que quer decidir sob pressão de jornalistas, visando deixá-los contentes, deveriam pedir exoneração imediata, e preferencialmente se mudarem para outro país

Presunção de inocência

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Creio que a questão deve ser decidida como base no que se ficou provado efetivamente, uma vez que o instituto da prescrição (vastamente utilizada pelos magistrados visando acobertar "bandidos de toga") impede a aplicação de penalidades mesmo quando há prova da culpa. A promoção de magistrados é também um processo administrativo, na qual podem ser produzidas provas a respeito de alegações que interessam ao desfecho. Porém, se nenhuma das acusações foi comprovada, não se pode sob nenhuma hipótese mitigar o princípio da presunção de inocência, pois do contrário a moral e bom nome do cidadão estaria condicionada não a sua conduta propriamente, mas no que os outros querem que ele seja. Bastaria assim acusar, nessa linha, para que o cidadão (ou o juiz) fosse tratado como um pária.

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