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Comentários de leitores

8 comentários

Anônimo?

rode (Outros)

Não há nenhum anônimo aqui, pois o site tem os dados de todos. Quem tiver interesse jurídico demonstrado pode pleitar as informações judicialmente. É que uns necessitam expor seus nomes por ego ou para propaganda, acreditando que o cliente gosta é de advogado que mete a boca no Juiz. Outros já não sentem essa necessidade. Quanta à Sra. Calmon, aos poucos vai conseguindo esclarecer que 99,99% dos Juízes são honestos. E é natural que alguns advogados não gostem disso, pois estavam adorando a descida dos Juízes para se igualar a eles.

Contradição

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O brasileiro é mesmo contraditório. Quando a Ministra Eliana Calmon diz algo que desagrada os magistrados, imediatamente é tida por eles como "ofensora", "exagerada", "inapta para função", "suspeita". Quando diz algo que denota valorizar a magistratura, aí está com a razão é proba, honesta, extremamente apta para a função.

Anonimato

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O sentido, prezado Ricardo Cintra - Advogado (Advogado Autônomo - Civil), é ofender usando o anonimato, o que é vedado pela Constituição Federal.

magist_2008 (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

JrC (Advogado Autônomo - Civil)

Se o senhor REALMENTE é juiz, em qual comarca atua? Acho que o CONJUR deveria barrar nomes fantasias para os que comentam aqui.

magist_2008 (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

JrC (Advogado Autônomo - Civil)

Com o devido respeito, mas qual o sentido da palavra HIENAS na sua frase?

Não há desvios funcionais?

Wagner Göpfert (Advogado Autônomo)

A Ministra certamente refere-se ao atual presidente do TJSP, que, empossado recentemente, foi procurá-la espontaneamente para que o CNJ o auxiliasse no desembaraço. Mas, desde quando estão parados, na conta do Tribunal, sem estrutura de pessoal qualificado e sem os equipamentos necessários para tal mister? Quanto perderam os credores a favor do ‘spread’ e do lucro dos banqueiros? Quantos credores morreram sem receber? Não há culpados. ‘Pimenta nos olhos dos outros é refresco’. A omissão pode não ter sido intencional (será?), mas, por si só, dá indícios de desvio funcional sim. - http://wagnergopfert.blogspot.com.br/

Penso que seja o contexto que determina a crença pelas irre.

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Penso que seja o contexto que determina a crença pelas pelas propaladas irregularidades. Quando até os próprios magistrados reconhecem que houve quem recebesse muito mais que os outros - e ainda cortaram a fila - inevitavelmente o cidadão comum questionará o motivo de os precatórios demorarem tanto, quando outros recebem imediatamente. Vão dizer que a Fazenda não paga...
Dizem que os precatórios não são pagos porque a Fazenda não os quita. Mas há casos em que o levantamento de dinheiro chega a demorar um ano!!! E o jurisdicionado já recebeu a informação para fins de IRPF dando conta de que a FESP pagou lá pelos idos de mar/abr do ano anterior. E aí??? Aí chegam as notícias dando conta de que uns receberam milhares de reais na frente dos outros. E isto não é tudo! Magistrados recebem constantemente verbas atrasadas, enquanto os servidores 'não magistrados' recebem 10 dias de férias vencidas por ano!!! Vão dizer que os jornais dizem o contrário... Vejam o grau de afinidade que os "não magistrados" têm com os magistrados e facilmente se compreendem as notícias da mídia. É o contexto que faz surgir a crença na irregularidades.. Surgiu a questão do "SPREAD". Há demora? A demora não ocorre por culta do TJ/SP? Não! Pode ele beneficiar-se dos ganhos originados da aplicação de recursos de terceiros mesmo pela ausência de culpa do TJ? Esta é a questão!
Não basta ser correto (e estamos longe, muito longe de uma instituição exemplar), mas também precisa parecer correto diante do contexto.
Acredito que se o TJ/SP prestasse razoavelmente a jurisdição (de forma célere e em muitos casos, minimamente aceitável por ambas as partes sob o argumento do quê decido), a sociedade não se importaria com "questões menores" que envolvem a Justiça.

E agora?

Directus (Advogado Associado a Escritório)

Transcrevo o que disse a Corregedora:
“O TJ de São Paulo era um tribunal fechado, que se bastava e que sempre teve boas práticas. Ele foi o desembargador que abriu as portas do tribunal para a sociedade”.
"Havia a suspeita de que o tribunal estivesse se locupletando dos valores. Isso não aconteceu", garantiu. O estado de São Paulo apenas disponibiliza os valores, cabendo ao setor de execuções individualizar o que é devido a cada credor. "O que dá grandeza, sem dúvida alguma, é a humildade de dizer que precisa de ajuda", disse.
BEM, GOSTARIA QUE AS HIENAS QUE INSINUARAM HAVER MÁ-FÉ NO TRIBUNAL (os comentários estão gravados) ACERCA DESTA QUESTÃO VOLTASSEM A SE MANIFESTAR, já que a própria Eliana Calmon afirma que não há desvios funcionais nesse tema...

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