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Troca de bastão

Definida lista para defensor público-geral gaúcho

Nilton Leonel Arnecke Maria, Antonio Augusto Korsack Filho e Rafael Raphaelli foram escolhidos para compor a lista tríplice a defensor público-geral do Rio Grande do Sul. A eleição ocorreu na sexta-feira (16/3) entre os membros da Defensoria Pública estadual. A lista com os nomes dos indicados será encaminhada à apreciação do governador Tarso Genro, nesta segunda-feira (19/3). O escolhido comandará a instituição no biênio 2012-2014 já a partir de 13 de abril, em substituição à defensora-geral Jussara Costa.

Nilton Leonel Arnecke Maria conquistou 212 votos; Antonio Augusto Korsack Filho, 175 votos; Rafael Raphaelli recebeu 173 votos; e Carlos Frederico Barcellos Guazzelli, 94 votos.

Participaram do pleito 301 defensores públicos, sendo que 150 votaram através dos Correios (defensores do interior do Estado) e 151 na urna eletrônica. A central de votação estava localizada na sede da Defensoria Pública do Estado, na capital.

Perfil dos eleitos
Nilton Leonel Arnecke Maria — Aprovado no primeiro concurso para defensor público do RS, é especialista em Direito Sanitário. Foi vice-presidente eleito da Associação dos Defensores Públicos do RS (Adpergs), de 2005 a 2007. De 2008 a 2009, foi coordenador da Regional I e, desde 2010, é subdefensor público-geral do Estado, tendo sido presidente da Comissão de Elaboração do Projeto de Criação do Quadro de Servidores da Defensoria Pública. 

Antonio Augusto Korsack Filho — Formado em Direito pela Unijuí, em 1999, foi aprovado no primeiro concurso para defensor público do Estado e tomou posse com a primeira turma, em novembro de 2000. Pós-graduado em Direito Público pela Universidade Regional Integrada, está classificado na Comarca de Palmeira das Missões (RS) e também exerce atividade docente em cursos preparatórios para concursos e na Fundação Escola Superior da Defensoria Pública do Estado (Fesdep). Foi membro do Conselho Fiscal da Associação dos Defensores Públicos do Estado (Adpergs) e hoje é conselheiro eleito do Conselho Superior da Defensoria Pública do RS. 

Rafael Raphaelli — Foi assessor para Assuntos Jurídicos do quadro do Município de Porto Alegre e procurador do Departamento Municipal de Águas de Esgoto (DMAE), de 1994 a 2003. Ingressou na Defensoria Pública em 2003. Atuou em Varas de Família, da Infância e Juventude, Cíveis, Criminais e de Execução Criminal, em Juizados Especiais Cíveis (JECs), plantões policiais e judiciais, e em Varas do Júri, da capital e, em caráter itinerante, em cerca de 80 comarcas do interior. Graduado em Direito e com Especialização em Direitos Fundamentais, na PUC-RS. Com informações da Assessoria de Imprensa da DPE-RS. 

Revista Consultor Jurídico, 19 de março de 2012, 7h15

Comentários de leitores

3 comentários

xxx

JA Advogado (Advogado Autônomo)

Analucia, é importante estudar um pouco de gramática também. Não basta apenas ler cartilhas, jornais e panfletos de sindicatos e demais organizações de esquerda. É importante a uma bacharel escrever corretamente.

Viva a democracia dessa novel e importante Instituição

Daniel André Köhler Berthold (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Que bom que, na Defensoria Pública Estadual, todos os agentes podem votar para a Chefia.
No Judiciário, não é assim. Magistrado de 1ª Instância não vota para a Administração do Tribunal.
Que bom que se fortaleça a Defensoria Pública, para que haja igualdade de forças, na busca por Justiça, entre quem pode e quem não pode contratar advogado para defender seus interesses.

os pobres votaram ou poderam se candidatar

analucia (Bacharel - Família)

os pobres votaram ou poderam se candidatar ????
A Defensoria é um sindicato de Defensores que usa os pobres como massa de manobra, pois nem há critérios para definir quem é o pobre.

Comentários encerrados em 27/03/2012.
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