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Candidatos à presidência da OAB-SP buscam apoio

Comentários de leitores

8 comentários

Não é bem assim

Último Papa (Outros)

Dr. Alves Pintar, não morro de amores pelo D'Urso.
Porém, faça a ressalva necessária na questão das prerrogativas, porque a gestão do Mário de Oliveira Filho foi impecável. Foi paulada em cima de paulada nos ofensores das prerrogativas.
Sou testemunha do trabalho da Comissão.
Infelizmente a Comissão morreu depois do Marinho.
Aliás, o colega já atuou na prerrogativas ou em outra comissão?

Apoio à situação

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

No mais, não há dúvidas de que a chapa que visa substituir D'Urso vai receber apoio maciço da magistratura, Ministério Público, e servidores e agentes públicos em geral, já que nos últimos anos a OAB/SP mais não fez do que sistematicamente transigir com toda essa gente nas centenas de milhares de violações às prerrogativas profissionais dos advogados paulistas. Para os violadores de prerrogativas, a administração de D'Urso foi perfeita, deixando-os livres para cometer qualquer espécie de abuso, e certamente vão querer deixar tudo como está apoiando o candidato da situação.

Eleições democráticas?

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A última eleição da OAB/SP foi decidida pelo Tribunal de Ética, braço executivo de D'Urso visando intimidar os advogados a se calarem frente às barbaridades da Ordem e votar sempre nele. Nas grandes e médias cidades, nas quais os advogados são mais independentes e estão dispostos a comprar briga com o Tribunal de Ética, a chapa de oposição teve uma enorme votação. Porém, na medida em que as urnas de cidades mais interioranas foram abertas, nas quais todos se conhecem mutuamente e é possível aos observadores de D'Urso saber a posição política de cada advogado (para depois persegui-lo através do Tribunal de Ética), a situação se inverteu. É muito difícil que qualquer chapa oposicionista se sagre vencedora. Nos últimos anos, os diversos Tribunais de Ética se deterioram paulatinamente, cada vez mais moldados à satisfação dos interesses pessoais daqueles que ocupam cargos e funções na Ordem. Todos os componentes dos Tribunais de Ética são nomeados pessoalmente por D'Urso, através de critérios pessoais, sem qualquer participação democrática por parte dos advogados, e isso na época da eleição faz toda uma diferença.

A OAB/SP já teve Prerrogativas

Último Papa (Outros)

Falta um candidato nessa eleição, o advogado Mário de Oliveira Filho.
O Marinho presidiu a Comissão de Direitos e Prerrogativas no primeiro mandato do D' Urso e marcou porque em décadas a Comissão realmente cumpriu seu papel.
Esse defensor da advocacia precisa entrar na disputa.
Cadê ele?

OPOSIÇÃO UNIDA

PAULO FRANCIS (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

OPOSIÇÃO UNIDA: SÓ DESTA FORMA SE GANHA ESTA ELEIÇÃO.
A situação quer divisão de chapas.
Embora veja em TORON um nome de força e sem restrições, aceito outra indicação desde que somem-se forças.

Defesa da advocacia!

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Será que os candidatos das Subseções estarão pautados pela defesa da advocacia ou somente estarão interessados no "bom relacionamento" que poderão manter junto às autoridades judiciárias nos fóruns mais complicados?
Em resumo: interessa ao candidato a defesa da advocacia ou a defesa da sua (banca de) advocacia?
Aliás, há algum tempo tive problemas com uma Diretora de Cartório que assumia a "função judicante" até as 12:00h, dizendo ela qual seria o direito dos advogados, embora ignorando o EOAB. Fui até à sede da subseção para obter um exemplar de bolso do EOAB e "mostrar o livrinho para a Diretora. Sabe a qual a recomendação que ouvi? "Dr., não vá se indispor lá em cima...". Resposta: "Se a minha prerrogativa for violada, a Subseção terá de intervir..". Para alívio dos dirigentes locais, a magistrada acabou orientando a Diretora - via telefone - sobre a determinação literal do EOAB...
Esperar providências diante de outras situações mais graves? Vamos bem.

Sem prespectiva

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Nenhum dos candidatos que se apresentaram até o momento parece reunir condições de resgatar a OAB/SP da situação de absouta inércia que a assola, e que acabará por exterminar a todos nós advogados. Muito blá-blá-blá, jantares e "tapinhas nas costas", mas não se vê propostas e compromisso em cumprí-las. Não se vê forte militância na defesa das prerrogativas da advocacia (exceto quando há interesse pessoal direto), ou qualquer iniciativa visando garantir o direito equanime de participação de todos na Ordem, afastando-se a dominação exercida pelos grandes escritórios. A eleição deste ano, como já se tornou praxe, causará tão somente uma mudança de nomes, e nada mais do que isso e nós advogados, quando violados em nossos direitos mais fundamentais, estaremos como sempre sozinhos.

Duas questões

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Duas coisas são óbvias: a) nenhum dos candidatos tem caixa para campanhas públicitárias "de luxo", que custam milhões de reis (considerando que pelas regras escritas jamais conseguirá qualquer retorno econômico ocupando a presidência); b) quem sair com campanha estrondosa, bancada a peso de ouro, vai estar recebendo apoio "por fora", que seguramente não virá da massa da advocacia, sendo certo que no tempo e momento oportunos os "patrocinadores ocultos" saberão como tomar de volta o que empenharam.

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