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Direito de Defesa

Advogado de Paulo Henrique Amorim defende o cliente

Comentários de leitores

4 comentários

Culto à ignorância

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Então tá, prezado Cid Moura (Professor). Então vamos começar todos nós leigos a discutir a cura do câncer; os cálculos necessários à construção de um reator nuclear; e a origem do universo; inclusive dizendo que todos os especialistas sobre esses temas, há anos debruçados ao estudo específico de suas ciência, são "um bando de bocós".

monopólio

Cid Moura (Professor)

Não sou defensor contratado do Conjur, mas:
Os operadores do direito, principalmente os advogados precisam perder o péssimo hábito de achar que somente eles podem discutir questões jurídicas. A imprensa é e sempre será generalista. Aqueles que quiserem se informar melhor sobre um caso concreto devem buscar outros meios.

LIBERDADE DE SE INFORMAR, DE INFORMAR E DE SER INFORMADO

Carlos Afonso Gonçalves da Silva (Delegado de Polícia Estadual)

Aprendemos sempre os institutos jurídicos nos bancos das nossas Faculdades de Direito, mas infelizmente temos o hábito de abordá-los de forma casuística, quando não revestidos de uma parcialidade que apenas pertence à parte. Ninguém duvida da importância da imprensa na (re)democratização do país, e sua significativa relevância na construção de um país melhor. Quando discutimos a liberdade de imprensa e da manifestação do pensamento necessário se faz compreender que os agentes e operadores da imprensa, possuem o direito de cnhecer dos fatos, liberdade para divulgá-los (com ou sem valores de crítica e opinião envolvidos) visando a garantir o direito de ser informado que compõe, ao meu ver, o rol de garantias do cidadão. Paralelamente a isso, existe o pouco compreendido e divulgado (e porque não dizer desconhecido) "direito ao esquecimento" em que após o pagamento de suas dívidas sociais com a justiça e reestabelecer o seu status de primariedade, qualquer pessoa cndenada em um processo criminal têm i posta a toda sociedade o direito de ser tratado como tal (primário), como se nunca houvesse perpetrado nenhum ilícito, quer civil, criminal ou mesmo administrativo. A notícia, além de conter os fatos reais (portanto comprováveis), precisa ter sua contextualização ao tempo em que veiculou, sob pena de se petuar punições indiretas intermináveis.

Liberdade de imprensa

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Creio que a questão eseja uma reflexão. Será que é lícito à imprensa narrar fatos e situações enfatizando ou deixando de enfatizar certos aspectos, sob o argumento de que propiciou ao envolvido o direito de se manifestar e esse se quedou inerte? Veja-se por exemplo a reportagem de hoje públicada na CONJUR a respeito de uma sentença de uma Juíza condenando alguns Advogados por uma litigancia de má-fé que não existiu. A CONJUR se esforou em enfatizar as conclusões da magistrada, mas embora seja um veículo especializado em matéria jurídica não se deu ao trabalho de tecer considerações singelas a respeito do contraditório ou ampla defesa, ou mesmo da relação de hierarquia entre magistrados e advogados. Não seria melhor ao menos ouvir um especialista, considerando que os Advogados envolvidos não responderam?

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