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Comentários de leitores

4 comentários

Eleições diretas para o CF da OAB são necessárias

Edu Bacharel (Estudante de Direito)

O candidato não precisa viajar o país todo pra fazer campanha. É haver uma página na internet com os programas de todos os candidatos.
Acho que o argumento utilizado pelo pré-candidato não faz sentido.

O problema é a "eleição direta" ou a "falta de regras"?

Alochio (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)

Prezados:
O tema ELEIÇÕES DIRETAS na OAB/Federal é apaixonante. Desperta interpretações mirabolantes, em especial dos que são CONTRÁRIOS, todas lastreadas em argumentos AD TERROREM. O sistema COLEGIADO não se discute aqui. Mas, colocar em dúvida que a ELEIÇÃO DIRETA é MAIS DEMOCRÁTICA é de uma miopia incrível. Pelos mesmíssimos argumentos, então, deveríamos acabar com as eleições Presidenciais.
Por outro lado, há algumas situações na OAB que são, no humilde ponto de vista de um advogado isolado, medidas CONTRA-MINORITÁRIAS. Especialmente quando o CONSELHO (Seccional ou Federal) é preenchido em REGIME DE CHAPA ÚNICA (vedando participação às minorias). A campanha de democratização deveria, então, perpassar outro ponto: A ADOÇÃO DE ELEIÇÕES PROPORCIONAIS para Conselheiros ou, pelo menos, RESERVA de vagas para as Chapas Minoritárias proporcionalmente aos votos obtidos.
São apenas conjecturas. Boas eleições aos senhores candidatos.

Não há melhor desinfetante que o sol

alvarojr (Advogado Autônomo - Consumidor)

Como se o atual modelo fosse melhor que as eleições diretas e não fosse passível de manipulação pelo poder econômico.
O financiamento público de campanhas eleitorais tem sido aunciado como a salvação da moralidade pública mas não se questiona quem serão os beneficiários da verba destinada ao financimento de campanha eleitoral, como será feita a partilha dessa verba e se o financiamento exclusivamente público pode impedir a alternância de poder. Será que isso seria melhor que a possibilidade de abuso do poder econômico? Não seria melhor que os candidatos angariassem recursos em conformidade com regras de transparência sem onerar o erário?
Como bem observado pelo Dr. José Ricardo Cintra Junior com suas críticas em tom bastante ácido, essa conversa de que o referido pré-candidato tem o modelo perfeito mas não o anuncia para que terceiros não se apropriem da ideia não convence a ninguém.
O argumento de que uma eleição de caráter nacional não deve ser direta em razão do custo da campanha para que um candidato se torne conhecido do Oiapoque ao Chuí então é algo daqueles saudosistas da "Revolução de 1964". A eleição direta para a própria Seccional de São Paulo seria inviável.
A OAB que tem criticado o Judiciário por ser refratário ao princípio da publicidade ficaria com sua credibilidade arranhada se o Projeto de Lei 2.916/2011 fosse simplesmente arquivado como sugere o pré-candidato.

Reportagem Eleitoreira

JrC (Advogado Autônomo - Civil)

O candidato criticou as eleições diretas, porém, sem NENHUM argumento substancioso. E ao final, diz que tem a fórmula correta nas mãos, mas irá esconder o jogo até o momento que considerar oportuno.
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Reportagem fraca, totalmente vazia e sem qualquer argumento que seja convincente.

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