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Toffoli decidirá exigência de aprovação de contas

Comentários de leitores

5 comentários

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O PATRIOTA - Advogado (Advogado Autônomo)

Caro Cid moura
"Melhor do que ser rei, É SER AMIGO DO REI"
lembre-se ele sempre defenderá quem o colocou por lá, (LULA), diga-se mais, ele poderá ser o ministro que por mais tempor permanece no STF, imagina.......
STF = POLÍTICA

juiz (ministro)

Cid Moura (Professor)

não é advogado!!! ele não tem que defender um lado outro. QUE ABSURDO!!!
juiz é imparcial. não importa inclusive se o Ministro foi a vida toda advogado do PT e bombou em 05 concursos para juiz (carreira) ou será que vai importar??? para bom entendedor um pingo é voto!

TÓFFOLI, o ministro de NOTÁVEL SABER JURÍDICO.

O PATRIOTA - Advogado (Advogado Autônomo)

Sem comentários, para este ministro partidário do PT.
Toffoli foi reprovado no 165º e no 166º concursos para juiz de primeiro grau em São Paulo, nos anos de 1994 e 1995, respectivamente.
Nas duas vezes, bombou na primeira fase do concurso, naquela de Conhecimentos Gerais e noções básicas, muito básicas, de direito.
Ora, o que se exige de um ministro do Supremo? Notório saber jurídico.
A rigor, qualquer um pode ser ministro, até Lula. Não precisa de diploma nem mesmo de torneiro mecânico. Basta ter o tal “notório saber”.
Goste-se ou não dos concursos, o fato é que são reconhecidos pela Justiça como um dos critérios de acesso para grupo tão seleto.
E Toffoli levou pau duas vezes. (blog reinaldo azevedo)

Aprovação de contas para candidatura

Domingos Ramos Pereira Cabral (Praça do Exército)

A aprovação de contas de candidatos é indispensável para minimizar a desmoralização da política nacional. A grande maioria dos políticos estão envolvidos em ilícitos, conchavos e roubalheiras, sem dúvida um descalabro moral e ético. A sociedade está sendo defenestrada e asfixiada pela CORRUPÇÃO. Portanto vamos separar os canalhas dos homens de bem. O Brasil é o único país que não tem nenhum preso político por corrupção . INACREDITÁVEL .

Moralistas versus Constitucionalistas

Ruy Samuel Espíndola (Advogado Sócio de Escritório - Eleitoral)

Já tive oportunidade de escrever sobre o tema, em texto publicado dia 12.06.12 neste site, sobre os excessos do poder regulamentar do TSE, demonstrando, sob um posto de vista fundado, que essa discussão, no TSE, revela equívoco tanto pela falta de poder regulamentar ao TSE, quanto pelo fato de que este poder foi exercido contra legem.
Fico feliz de ver os dois juristas, da vaga dos advogados, Henrique Neves e Arnaldo Versiani, postos ao lado da Constituição e da legalidade, ao lado dos valores prezados pelo princípio da advocacia, Rui Barbosa, ao ferir que "as tábuas da vocação do advogado são a liberdade e a legalidade" - aqui, a liberdade política de candidatura e a legalidade do agir do TSE!
Admiro muito o Ministro Marco Aurélio. Creio que essa sua posição não guarda muita coerência com votos anteriores, como o demonstrado durante a votação do princípio da anualidade eleitoral, e em outros temas nos quais ele tem se mostrado, há quase vinte anos, um defensor de direitos fundamentais e garantias com constitucionais como poucos juízes o foram. Creio, data vênia, que ele labora, nesse particular, em contradição consigo mesmo, antes de contrariar postulados constitucionais. É preciso mais contenção de nosso judiciário, mais auto-contenção.
O Ministro M. A. Mello não entrega a ala de ministros "moralistas" do supremo tribunal, como tive a oportunidade de escrever, em 2010, em artigo que defini a anteposição entre juízes moralistas e juízes constitucionalistas, aqui no conjur.
Espero que o Ministro Toffoli, como advogado eleitoralista que foi, saiba fazer valer a Constituição, preservando a separação de poderes, o princípio da legalidade, a segurança jurídica, e, precipuamente, o direito politico fundamental de candidatura.

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