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Comentários de leitores

9 comentários

Excelente decisão

Denser (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Só poço tecer eleogios a uma decisão tão justa, que aplica, com retidão, o direito dos consumidores.
Adalberto Denser de Sá Junior
Promotor de Justiça

Correta decisão.

Sargento Brasil (Policial Militar)

Correta decisão. Dias atrás vi um comentário de uma consumidora num mercado. Dizia: -Essa proibição propiciou economia somente ao mercado, pois, eu agora tenho de comprar sacos plásticos para por o lixo. Realmente, o primeiro passo deveria ser a seleção do lixo, para que essas sacolinhas fossem recicladas. E, em se falando de lixo, os políticos ao envez de ficarem ''inventando modas'', deveriam aprovar um dispositivo legal regulamentando uma distância segura (aproximadamente de três quilometros) entre os depósitos de lixo (aterros sanitários, que de santiários nada têm), e as residências, pois contaminam barros inteiros e sua população, adoecendo-as. A economia seria bem maior nos gastos com saúde pública e particular, do que a supressão das sacolinhas.

Correta decisão.

Sargento Brasil (Policial Militar)

Correta decisão. Dias atrás vi um comentário de uma consumidora num mercado. Dizia: -Essa proibição propiciou economia somente ao mercado, pois, eu agora tenho de comprar sacos plásticos para por o lixo. Realmente, o primeiro passo deveria ser a seleção do lixo, para que essas sacolinhas fossem recicladas. E, em se falando de lixo, os políticos ao envez de ficarem ''inventando modas'', deveriam aprovar um dispositivo legal regulamentando uma distância segura (aproximadamente de três quilometros) entre os depósitos de lixo (aterros sanitários, que de santiários nada têm), e as residências, pois contaminam barros inteiros e sua população, adoecendo-as. A economia seria bem maior nos gastos com saúde pública e particular, do que a supressão das sacolinhas.

Decisão consciente sobre todos os aspectos.

guatemosin (Administrador)

Parabéns à ilustre Magistrada, posto que a decisão contempla tanto os direitos dos consumidores como a alegada preocupação social dos empresários. Dessa forma, a APAS poderá continuar exercitando a sua preocupação ambiental, no sentido da substituição das demais embalagens utilizadas pelos seus fornecedores por invólucros bio-degradáveis.

Parabéns!

Malagoli (Jornalista)

Assim é que se faz justiça; priorizando-se o povo, não aos interesses financeiros e pessoais de uma minoria dominante. Parabéns Doutora Cynthia Torres Cristófaro;fez-se justiça!

Meio ambiente, Cetesb, Cabidão (mais um)...

Mig77 (Publicitário)

Seria interessante a Cetesb verificar,e isso se faz no campo, não com o traseiro na confortável poltrona, como são e foram descartados nas últimas décadas efluentes industriais como cádmio, zinco, fosfato, cromo, ácidos clorídrico, fluorídrico etc das empresas de galvanização e outras que utilizam decapagem, desengraxe de peças, indispensáveis para produção.
Verão que a poluição por sacola plástica é a cereja do bolo !!!

Ambientalismo questionável

Marcio -Professor e Mestre em Direito (Procurador do Município)

Deixando de lado a questão de Direito do Consumidor, posto que evidente até para um acadêmico, acho mesmo questionável o argumento ecológico contra as sacolinhas.
Já li alguns estudos que apontam que o uso de sacolas retornáveis acaba sendo prejudicial, pois mesmo sendo reutilizada, devido à maior resistência sua degradação também demora mais do que os atuais compostos plásticos biodegradáveis quando descartada - e quem acha que as sacolas de papel são ecológicas porque degradam antes, se esquece que usam mais árvores e portanto contribuem mais para o aumento de carbono na atmosfera do que as sacolinhas plásticas, segundo este estudo que eu li.
Além disso, quase 100% das pessoas só descarta as sacolinhas no lixo comum por serem elas usadas como envoltória do lixo doméstico. Se alguém me provar que aqueles sacos pretos de 50 litros se degradam mais rápido do que as finas sacolas de plástico de supermercado, então este seria um bom argumento contra as sacolinhas. Caso contrário, além de começarmos a descartar invólucros reutilizáveis mais resistentes, ainda por cima precisaríamos compras mais sacos de lixo plástico, ou seja, o consumo de plástico continuaria o mesmo pois o lixo precisa ser envolto em plástico e isso continuaria sendo feito, porém com ônus somente do consumidor final, como de fato se evidenciou.

Supermecados X Sacolinhas

J. Cordeiro (Advogado Autônomo - Civil)

O que deveriamos fazer era um boicote aos Supermercados que não fornecessem sacolas plásticas. O que estão buscando é auferir maiores lucros, considerando que o custo das sacolas não foi tirado das mercadorias. São do tipo "socializar os prejuizos e individualizar os lucros". Essa de Juiz determinar que voltem a fornece-las é bonito, mas na prática dá em nada, contra poderosos como as grandes redes de Supermercados. Devem estar morrendo de rir. E mandando reajustar o preço das mercadorias, por conta da sentença, mesmo sem cumpri-la.

notícia alvissareira

mat (Outros)

decisão alentadora. Uma baita hipocrisia esta história de sacolinha. Só o consumidor foi obrigado a arcar com um muito duvidoso ônus. Aos supermercados sobrou o lucro da não distribuição e da venda de sacolas.

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Comentários encerrados em 3/07/2012.
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