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Pronto para atuar

Cândido Leal Junior assume como desembargador do TRF-4

O juiz federal Cândido Alfredo Silva Leal Junior tomou posse, na tarde desta sexta-feira (22/6), no cargo de desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. A solenidade ocorreu no Plenário do tribunal, em Porto Alegre, e foi coordenada pela presidente da corte, desembargadora federal Marga Barth Tessler. O desembargador, de 42 anos, já vinha atuando como juiz convocado na 4ª Turma.

Leal Junior foi conduzido ao Plenário pelos desembargadores federais Maria Lúcia Luz Leiria e Jorge Antônio Maurique. A seguir, o empossando renovou o juramento e assinou o termo de posse.

Amigo de Leal Junior, o desembargador federal Rômulo Pizzolatti ressaltou que a tarefa de falar em nome do TRF-4 na sessão solene era tarefa prazerosa e fácil. “Conheço Cândido desde logo depois do ingresso dele na magistratura federal, em 1993. Nossa amizade tem origem nas lutas que travamos e na paixão pelos livros.”

Pizzolatti lembrou que a ligação com o Direito do novo desembargador do TRF-4 começou cedo: “ainda adolescente, folheava processos que o pai, promotor de Justiça, levava para casa”. Durante as quase duas décadas de carreira na magistratura federal, ressaltou Pizzolatti, o novo desembargador foi responsável por julgar casos importantes e complicados, como o Caso das Mãos Amarradas, ação de indenização movida pela viúva do sargento Manoel Raymundo Soares, torturado e morto pela Ditadura Militar em 1966.

Com a criação da Vara Federal Ambiental de Porto Alegre, em 2005, da qual Leal Junior foi titular desde seu início, “seu talento é potencializado, alavancando a área ambiental na Justiça Federal da 4ª Região”, destacou Pizzolatti, lembrando sentenças importantes proferidas pelo amigo, como a do Morro do Osso e a que proibiu a caça amadorística no RS. “Talento grande e idade pouca. Com essas duas armas, o desembargador Leal Junior está pronto para atuar no TRF-4”, concluiu Pizzolatti.

Leal Junior iniciou seu discurso dizendo que falaria pouco. “Minha história como juiz é simples”, afirmou. Com 23 anos, assumiu como juiz federal substituto em Porto Alegre, atuando na área previdenciária. No ano seguinte, promovido a titular, assumiu a 5ª Vara Federal da capital gaúcha, “onde pude lenta e gradualmente amadurecer com processos cíveis”. 

“Sempre me esforcei para ser um bom juiz. Cuidei dos meus processos. Estudei, pensei, refleti, nunca parei de aprender. Aproveitei todas as experiências que a vida e os outros me proporcionaram ao longo desse caminho. Sou grato a todos os que me permitiram aprender. Acho que usei bem o tempo que passou”, disse. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF-4.
 

Revista Consultor Jurídico, 24 de junho de 2012, 5h43

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