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Cotas raciais

CNJ analisa proposta de reserva de vagas para Judiciário

Depois de o Supremo Tribunal Federal autorizar cotas raciais para vagas em universidades públicas, a prática pode chegar ao Judiciário. O Conselho Nacional de Justiça analisa nesta terça-feira (5/6) proposta para que os concursos de seleção de juízes e servidores reservem vagas para índios e negros.

A nova proposta é da advogada indígena Juliene Cunha. Em requerimento protocolado no início de maio, a advogada pede que o CNJ adote políticas para ingresso de índios e negros na magistratura. O conselheiro Jefferson Kravchychyn acredita que a discussão não poderá ser concluída no próprio CNJ, já que a proposta exige alterações legislativas.

“O requerimento é para que o CNJ determine cotas para ingresso na magistratura e servidores do Judiciário, mas a iniciativa depende de projeto de lei e alteração da própria Loman (Lei Orgânica da Magistratura), que é a regra seguida para ingresso na carreira de juiz”, explicou o conselheiro.

Segundo Kravchychyn, a votação no CNJ tem dois resultados possíveis. Se a proposta for rejeitada, o pedido da advogada é arquivado. Caso o requerimento seja aprovado, os conselheiros deverão montar um grupo de trabalho para analisar os critérios de um sistema de cotas segundo o cenário étnico do país.

“O assunto é complexo, pois teríamos que ver a questão de todas as minorias, não só de negros e índios. Além disso, teríamos que fazer um levantamento, pois não podemos instituir cotas para índios, por exemplo, se não houver um número suficiente deles formados em direito”, disse Kravchychyn. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 3 de junho de 2012, 12h06

Comentários de leitores

5 comentários

Injustiça!

Pek Cop (Outros)

O Brasil esta se tornando um país de contistas despreparados e que envergonham a própria raça, a falta de caráter para os que tomam a vaga de alguem que por méritos passou em uma faculdade e é arrancado o seu direito como fica? agora essa? Uma advogada para se mostrar que existe entra com um pedido absurdo desses...é um massacre e uma injustiça as outras raças com consentimento dos poderes...

Pois é... E agora, José?

Edu (Cartorário)

Não foi decidido que não há nada de errado com o sistema de cotas? Pois é. E agora? Acho que ninguém pensou que o próprio sistema de acesso à magistratura ia ser questionado quanto a isso. Mas é até lógico, não é mesmo? Se não tem nada errado, se é constitucional, se as universidades tem que reservar cotas, porque os concursos de ingresso à magistratura e ao funcionalismo não têm que fazer o mesmo? E agora, José?

CNJ - Cotas raciais em concursos para o Judiciário

Renato C. Pavanelli. (Advogado Autônomo - Civil)

CNJ analisa proposta de cotas raciais em concursos para o Judiciário.
É um grupo de idiotas no Brasil inventando moda.
Então, já que é para separar, vamos colocar ou criar ou dividir o Brasil por riqueza, por estado que mais produz, por estado que mais gera pagamento de impostos, quem cria mais emprego e finalizando criar outros paises independêntes dividindo o territorio atual:
Sugiro:
1º - Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, seja Brasil I;
2º - Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, Brasil II;
3º - Goias, e os estados do Mato Grosso, Brasil III, assim, sucessivamente vamos criando países menores, de melhor controle do uso dos recursos e controles rígidos da corrupção e dos políticos.
Fica assim registrada mais uma ideia "IDIOTA", que tal?
Renato.

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