Consultor Jurídico

Comentários de leitores

12 comentários

Apenas um mal entendido!!!

Pek Cop (Outros)

Ora Dr. Helio Telho é muito nobre de sua parte e totalmente aceito suas desculpas, fico orgulhoso de nós brasileiros termos Procuradores de alto nível de confiabilidade como o senhor, sei que estamos juntos no combate ao crime até o fim. Vamos vencer esta batalha! Obrigado.

Indevido ou não devido

Helio Telho (Procurador da República de 1ª. Instância)

Caro leitor "Jose Luiz pek (Outros)",
Não foi minha intenção, em absoluto, ameaçá-lo.
Se assim pareci ter sido, apresento-lhe minhas sinceras desculpas.

Apenas um erro de interpretação.

Pek Cop (Outros)

Quando li o texto não entendi o conteúdo, e sei que advogado público não é procurador de justica do MP. Dr. Helio Telho Corrêa Filho, o senhor deve achar devido o Ministério Público ter poder sobre as policias, acha devido o poder de investigação criminal ferindo a Constituição Federal, o que eu acho devido é o senhor continuar suas tarefas no combate ao crime organizado em Goiás cassando Os Cachoeiras, Jose's Nelto e Procuradores de Justiça como Demostenes Torres ou será que ele não é membro do MP?, o senhor se dirigiu a mim de uma forma ameaçadora, usou a palavra indevido sem mesmo saber a minha resposta que eu iria dar ante o seu comentário, não sou estes criminosos que o senhor combate no seu estado!, o que eu acho indevido é que a PEC 37 não prospere!

O Ministério Público não tem nada a ver com isso.

Helio Telho (Procurador da República de 1ª. Instância)

O leitor "Jose Luiz pek (Outros)" incluiu de modo indevido o Ministério Público em seus comentários.
A matéria alude a "advogados públicos" exercendo função de confiança de assessores de juízes.
Não há menção a membros do Ministério Público.
Procuradores da Fazenda Nacional e Procuradores Federais são advogados públicos e não membros do Ministério Público.

Procuradores assistentes de juiz..

estudioso do direito (Juiz Estadual de 2ª. Instância)

O absurdo é tanto que nem há o que comentar

M.P. Quer tudo!

Pek Cop (Outros)

O Ministério Público quer ter poder sobre as policias!, quer o poder de investigação criminal, e agora quer decidir junto com juíz, já ultrapassaram as suas atribuições faz tempo!!!

E os Juízes?

Espectador (Outros)

E se o juiz nomear como assessor um advogado privado? Isso também não feriria a paridade de armas? A questão é que todos são advogados, públicos e privados, com suas respectivas convicções sobre os mais diversos temas.
No final das contas, a decisão é de responsabilidade do Juiz, assim como em qualquer escritório, a responsabilidade de quem assina as peças é do advogado e no Ministério Público, do representante do Parquet e não do estagiário ou assistente. Assessor serve apenas para assessorar e não para decidir.
A questão de fundo é realmente a credibilidade que a sociedade tem em seus juízes e nas suas decisões!

CNJ

Resec (Advogado Autônomo)

Cadê o CNJ ??? Ainda não tomou nenhuma providência a respeito ??? A "expulsão" seria a punição adequada.

É uma vergonha...

Artur Félix (Advogado Autônomo - Civil)

Essas práticas de "empréstimo de servidor" desvirtua em todo o que se aprende nos bancos das universidades. Daqui a pouco juízes irão contratar consultoria jurídica especializada para prolatar sentença. Ao meu sentir a carreira da magistratura deveria ser pautada por especialidades. Ou seja, cada vara com sua competência e um juiz especializado para tanto. Hoje a advocacia já se mostra assim, não há como um advogado ser bom em todo direito positivado, bem como o Juiz. Dessa maneira, dês do concurso o juiz deveria ser definido por especialidades que sejam 3 para atender ao tribunal nas diversas áreas que se sobressaem na sociedade. Sem falar que traria muito mais segurança jurídica e certeza das decisões. Um juiz para cada tema: família, Ambiental, Tributário, Administrativo,Empresarial, Penal, etc...
Por fim, essas cessões só mostram que nossos juízes mesmo prestando um concurso dificílimo não estão preparados para examinar todas as complexas causas trazidas pela sociedade.

Ilegalidade!

Pedro Ivo Mafra (Professor Universitário - Tributária)

Em Goiás tal absurdo, que é escandaloso e fere a Constituição da República, também ocorre. Nas varas da fazenda pública estaduais também há servidores cedidos pela Secretaria da Fazenda do Estado assessorando juízes. No entanto, o que mais impressiona, é que um juiz admita tal descalabro, o que demonstra seu descompromisso com a própria lei, com a justiça, e é suficiente para ensejar a nulidade da decisão em que estes servidores funcionaram.

Confissão

JrC (Advogado Autônomo - Civil)

O presidente do Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal e do Sinprofaz, Allan Titonelli, não vê problemas na cessão. “Quem decide é o juiz, não o assessor. O assessor vai dar elementos técnicos para o juiz decidir”.
.
O próprio presidente confessa a quebra da imparcialidade. Se o procurador DA ELEMENTOS TÉCNICOS para o juiz decidir, é óbvio que o fará sob o prisma da parcialidade de seu ponto de vista pessoal - a favor do Estado.
.
Será que tais procuradores tem tanto tempo livre a ponto de acumular mais trabalho?
.
O serviço público brasileiro é uma catástrofe.

O fim da Justiça

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A Justiça brasileira caminha para o fim, a passos largos. Ora, não há nada a ser discutido sobre o tema, cabendo tão somente a aposentadoria compulsória dos magistrados que se fizeram assessorar pelos advogados do Governo, e a exoneração de todos os procuradores envolvidos. O mero fato de um esquema dessa gravidade, que transformar o Judiciário em extensão do Poder Executivo, já mostra como a coisa anda, lembrando que no Judiciário brasileiro a maior parte das decisões são feitas por servidores e assessores.

Comentar

Comentários encerrados em 10/06/2012.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.