Consultor Jurídico

Comentários de leitores

4 comentários

Aí têm!

Schwingel (Consultor)

Está claro que algum parente do Tenente "deve ser" dono de uma empresa de segurança. Ou provavelmente é de interesse dos policiais para executar os famosos bicos (contratos extras). Esquece o Nobre Tenente, que um pobre coitado que reside em regiões rurais se utilizam da mesma prática, ou será que lá tem policiamento? Vamos botar todo mundo na cadeia, inclusive os policiais que fazem bicos. Tomara que o Secretário de Segurança do Estado se posicione de forma oposta, senão é o fim do mundo.
Marginal na rua a qualquer hora, pode, o pai de família dando duro para tratar dos bacuris, não pode. É o fim do mundo.

Cabe a PM apenas fiscalizar...

Ton (Advogado Autônomo)

Punir é prerrogativa da Justiça após o curso processual.
Tem gente despreparada metida neste imbróglio.
Ademais há que se considerar que a PM atualmente não dá conta de seu próprio recado.
O fato tem cores de pura implicância...

Estatuto do Desarmamento

CesarMello (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

É impressão minha ou o Estado está agindo ativamente para que todos (exceto criminosos) ajam cada dia mais como cordeirinhos? Como "filhinhos" da Tia Dilma e do Tio Lula?
Acho que não é impressão. É apenas fato.
A vida do Crime se torna dia a dia mais convidativa, uma vez que ser "gente de bem" só traz ônus (impostos, cada dia mais altos) e a do crime cada dia mais bônus (liberdade, inclusive para andar na rua de dia e de noite sem ser incomodado).

Crime contra a Humanidade

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

É amplamente conhecido no Brasil e no mundo que agentes policiais no Brasil controlam boa parte da atividade criminosa desenvolvida por bandidos. Milhares de policiais já forma condenados no Brasil por crimes diversos, de todas as espécies, e diante do envolvimento de policiais com a criminalidade (ressalvado aqui os bons policiais que ainda existem), levando à ineficiência e insegurança, não resta ao cidadão comum outra alternativa senão contratar segurança privada. Assim, se a própria polícia, reconhecidamente ineficaz, quer agora impedir o cidadão de se valer de segurança privada, mais não faz do que, propositadamente, deixar o cidadão vulnerável à criminalidade violenta, praticando assim crime contra a Humanidade. Espero que os colegas ativistas dos direitos humanos em Minas Gerais possam atuar, embora já se saiba que serão perseguidos pela criminalidade institucionalizada, e reverter esse quadro.

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