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Dilma não dá esperança a Britto sobre reajuste salarial

Em conversa com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Carlos Ayres Britto, a presidente Dilma Rousseff afirmou que não há margem fiscal para conceder reajustes neste momento. Britto foi ao Palácio do Planalto nesta segunda-feira (23/7) tratar do pleito do Judiciário de revisão salarial de juízes e servidores, com aumentos em média de 33%, mas que chegam a 55% para algumas categorias. As informações são da Agência Estado.

Ao sair do encontro com a presidente, Ayres Britto foi sintético. Declarou apenas que "gostou da conversa". Sobre a impossibilidade de reajuste "neste momento", o ministro frisou que a proposta de reajuste é para o ano que vem. Na audiência, conversou-se sobre o novo Pacto Republicano, as Leis de Acesso às Informações Públicas e de Improbidade Administrativa. 

De acordo com o presidente do Supremo, "as conversas continuam", porém, Dilma alegou preocupação com a crise econômica mundial, cujas consequências ainda não são totalmente conhecidas, e que o governo tem dado prioridade ao enfrentamento da crise, com preservação do emprego de quem não tem estabilidade. Ayres Britto tem encontro marcado com a ministra do Planejamento Miriam Belchior para discutir o assunto.

Na conversa, o presidente do STF tratou também da segurança de juízes que estão sendo ameaçados. Britto mostrou-se preocupado com a gravidade dessas ameaças. A presidente teria dito que iria conversar com o Ministro da Justiça sobre a segurança dos magistrados.

O presidente do STF pediu apoio para projeto de lei para reforçar a proteção de juízes e fóruns, cujos seguranças passarão a portar armas. Também deve ser adotado o sistema de “juízes sem rosto”, em que até cinco juízes atuam no mesmo processo de forma a impedir a identificação de quem decidiu, em casos perigosos.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi incumbido por Dilma de acompanhar os entendimentos com o Congresso e com o STF para a aprovação dos projetos de lei do Pacto Republicano.

Revista Consultor Jurídico, 23 de julho de 2012, 22h21

Comentários de leitores

6 comentários

Bacharel é ...

Luiz Neto (Outros)

...aquele que gostaria de ser serventuário, mas não possui qualificação para passar em um concurso e fica invejando quem conseguiu.

Viagens

Ed Gonçalves (Bacharel)

Se os serventuários conseguem desfrutar do "dolce far niente" nas ruas da Cidade Eterna, na verdade nem devem estar ganhando tão mal assim.

JPL (Serventuário)

JrC (Advogado Autônomo - Civil)

O caro JPL (Serventuário) tem razão. A europa, mesmo em crise, tem uma qualidade de vida INFINITAMENTE SUPERIOR ao Brasil.

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