Investigação dos fatos

Cardozo pede rigor em apuração de morte de agente da PF

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18 de julho de 2012, 15h38

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse nesta quarta-feira (18/7) que pediu à Polícia Federal rigor na apuração do assassinato do agente Wilton Tapajós Macedo, ocorrido nesta terça-feira (17/7). Cardozo disse que antes da apuração dos fatos é precipitado relacionar o crime à participação do agente em operações da PF.

Wilton Tapajós atuou na Operação Monte Carlo, que investigou um esquema de jogos ilegais em Goiás que seria comandado pelo empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso em Brasília desde fevereiro.

“Não vou afirmar nem que há indícios nem que não há [da relação do crime e com a participação do agente em operações] porque qualquer afirmação neste momento seria absolutamente leviana. Estamos tentando elucidar esse assassinato”, disse. “Vamos aprofundar as investigações e, a partir do que for apurado, tomar as providências”, completou o ministro após participar de evento no Ministério da Justiça.

O agente da Polícia Federal Wilton Tapajós Macedo foi morto com dois tiros na cabeça na tarde desta terça-feira, no Cemitério Campo da Esperança, em Brasília, quando visitava o túmulo dos pais. A Polícia Civil fez uma perícia no local na manhã desta quarta.

A Federação Nacional dos Policiais Federais divulgou nota em que lamenta a morte do agente e diz acreditar que as investigações conduzidas pela Polícia Civil do Distrito Federal e pela Polícia Federal apontarão os responsáveis pelo crime. Na nota, a federação também avalia que neste momento é precipitado indicar o motivo do assassinato. Com informações da Agência Brasil.

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