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Experiência própria

As delícias de ser dono de um precatório

Comentários de leitores

5 comentários

Genial

Daniel Baraldi (Advogado Autônomo - Civil)

Genial o texto. Brilhante. Dei muita risada. Como diz o ditado, "tem que rir pra não chorar". Parabéns ao autor.

Calote público

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

De fato, só resta ao cidadão vítima do calote público vestir o chapéu de bobo e rir de sua própria desgraça. Não há o que fazer. A sociedade brasileira infelizmente é extremamente permissiva com as irregularidades do poder público, levando os responsáveis pelos calotes a sucessivamente se reelegerem, como se suas administrações fossem prodígios.

Risos.

Gabriel Rocha Brasil (Advogado Associado a Escritório - Tributária)

Trabalho com precatório há 4 anos, e convivo com esses bichinhos de estimação desde que me entendo por gente e começei a me interessar por Direito aos 8 anos. Pois meu Pai já foi Diretor da Divisão de Precatórios da Presidência do TjRj - Dipre. Esta Emenda 62 é um deboche à nossa inteligência enquanto cidadãos e operadores do Direito, credores ou simples estudiosos da matéria. Concordo integralmente com o exposto pelo Dr. Rafael Lorenzoni. Nos Resta rir e aguardar o julgamento final deste cancer tributário que foi esta Emenda.

Perfeito!

Observador.. (Economista)

So' levando na farra mesmo!!

Só com humor mesmo!

Rafael Lorenzoni (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

O articulista nos apresenta um texto magnífico: só mesmo com humor para não morrermos antes do bichinho de estimação chamado precatório. Pelo menos a EC 62.2009 facilitou a "adoção" desses bichinhos de estimação por quem realmente quiser tê-los. O problema é o preço pago àqueles que já passaram anos cuidando do totó. Essa Emenda Constitucional bem que poderia ter considerado o "valor sentimental" dos bichinhos, mas nem isso.
No mais, vários dispositivos da EC DO CALOTE (Ec. 62.2009) devem ser julgados inconstitucionais, tais como aqueles que violam a coisa julgada, alteram índices de correção, autorizam a incrível "compensação de ofício" e instituam o regime do pagamento em parcelas diluídas em 15 (quinze) anos (isso mesmo)- para pagamento conforme a capacidade da entidade devedora.
É esperar para ver.

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