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OAB pretende se adequar à Lei de Acesso

O Colégio de Presidentes das Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), reunido em Manaus, nesta sexta-feira (6/6) durante a 26ª Reunião do Colégio de Presidentes Seccionais da OAB, resolveu enviar recomendação ao Conselho Federal da Ordem e às seccionais para que se adequem à Lei federal 12.527, conhecida como Lei de Acesso às Informações Públicas.

O tema foi apresentado pelo conselheiro federal pelo estado do Piauí, José Norberto Lopes Campelo em encontro presidido pelo presidente do Conselho Federal da OAB, Ophir Cavalcante Jr. Dessa forma, cabe agora tanto à direção nacional da Ordem quanto às seccionais adequar sua estrutura para atender solicitações por informações feitas dentro do estabelecido pela Lei de Acesso.

O principal tema de discussão do encontro em Manaus foi, contudo, a controvérsia envolvendo a pressão para se extinguir o exame da Ordem, que habilita bacharéis em Direito para exercer a profissão. A prova têm sido alvo de críticas e sua extinção é atualmente tema de projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados.

Reiterando a quantidade de cursos de Direito oferecidos no país e má qualidade da educação brasileira em termos gerais, a OAB se posicionou formalmente contra a extinção do exame. A 26ª Reunião do Colégio de Presidentes Seccionais da OAB contou com a participação de membros do Conselho Federal além de dirigentes das 27 seccionais da entidade.

Revista Consultor Jurídico, 7 de julho de 2012, 12h07

Comentários de leitores

9 comentários

Críticas

Brecailo (Advogado Autônomo - Consumidor)

A questão não é criticar! O tal só sabe jogar pedra! Se a OAB faz algo reclama, se não faz reclama, nuca está bom para ele! Concordo com criticas, desde que não se ataque de forma generalizada as pessoas, como o tal gosta de fazer, com acusações infundadas, levianas e cavilosas.

Se não quer concorrer não pode criticar?

Amauri Alves (Advogado Autônomo)

Ah, para mim isso já é absurdo demais!
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Se sou advogado, pago minhas anuidades e cumpro todos os deveres que a profissão me exige, tenho o pleno direito sim de criticar a Ordem. E posso fazer isso de forma livre, sem me preocupar em desagradar quem está ali, inicialmente, por sua própria vontade, já que a candidatura é de livre iniciativa.
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Não conheço a realidade do Dr. Marcos, mas limitar-se a respondê-lo afirmando, em síntese, que "se não quer fazer, deixe que os outros fazerem do jeito que quiserem, sem criticar", é um absurdo.

Vergonha!

ANS (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Ao ler esse texto faz-me refletir sobre essa instituição, e chego a me sentir nojo e vergonha de dizer que sou Advogado. Não há transparência em nada! Verdadeiros feudos a épocas assolam a Advocacia desse país...

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