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Promoções em Minas

Associações de juízes entram em rota de colisão

Comentários de leitores

9 comentários

VIU COMO FOI BOM MEXER NO VESPEIRO?

Cláudio João (Outros - Empresarial)

Vemos que a cruzada da ministra Eliana Calmon está dando certo! Quem se acha representado por ela, está mexendo nas feridas e desnudando o rei. Talvez agora tenhamos uma justiça mais voltada para a sua verdadeira vocação e único motivo de gastarmos o que gastamos com ela.

a incapacidade de quem julga

ILDEFONSO DOMINGOS (Advogado Autônomo - Consumidor)

A sociedade bandeirante está presenciando quem são as pessoas incumbidas de julgá-la. É gente que não tem competência para dirimir seus próprios conflitos com serenidade plausível a que o cargo exige. Estes juízes protegidos pela toga não cumprem o princípio constitucional do Poder Judiciário de resolver os conflitos buscando a paz social. Ao contrário, criam mais problemas. O Senador Demóstenes Torres tem que ser rápido com sua PEC, antes que o STF dê cabo no CNJ.

Como progredir?

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Mas como podemos criar um novo modelo? Juízes e membros do Ministério Público no Brasil, em regra, são protetores dos abusos do Estado e das grandes empresas. A função deles é atuar como uma espécie de pelego entre o que diz a lei e a Constituição e a realidade prática vivenciada pelo cidadão comum, dando a entender que existe um sistema judiciário que garante a igualdade e a Justiça (fantasia). Modificações profundas no Judiciário e Ministério Público implicam em agravamento da situação do Estado e das grandes empresas frente ao cidadão comum, e obviamente nenhum político ou grande empresa da área do consumo vai permitir que a situação mude, exceto se for para beneficiá-los. E como se poderá promover mudanças de vulto, com o Executivo e o poder econômico "embaçando o meio de campo"?

Onde andam os nossos legisladores?

Jcandal (Advogado Autônomo - Civil)

Não há mais dúvidas de que "caducou" o modelo jurídico regulamentador do Poder Judiciário, estabelecido a partir da Constituição/88, época de transição do regime autoritário para o democrático, razão pela qual se buscou oferecer aos nossos julgadores o máximo de garantia contra interferências externas.
Hoje, não mais precisamos de tanta proteção aos juízes (e tampouco aos membros do MP), que devem se submeter aos rigores do regime geral administrativo, assim como todo e qualquer funcionário público!
É notícia de todo lado de falcatruas dentro do Judiciário, é troca de farpas entre seus membros e entre as associações que os representam, é uma briga insana para impedir investigações pelo CNJ, são acusações de baixo nível entre associações de juízes e OAB, tudo a indicar que o Poder Judiciário está por merecer uma verdadeira implosão, a bem da população brasileira!

(?) Merecimento (????)

. (Professor Universitário - Criminal)

É por esse e outros motivos que já defendi em Dissertação de Mestrado (17/06/2003, PUC/SP) O FIM das promoções "por merecimento" que, em verdade, são promoções políticas que beneficiam os amigos do poder. É sempre uma verdadeira guerra de interesses (nem sempre muito claros), pela manutenção do poder. É uma ridícula procissão de juízes aos tribunais, às vésperas da indicação da promoção, chamada pelos servidores que tudo vêem, de "beija-mão". Urge que seja estinta tal aberração e todas as promoções sejam, apenas, por antiguidade. Quanto ao CNJ, Cabe ao Congresso impor o fim do corporativismo do Judiciário, REDUZINDO O NÚMERO DE JUÍZES na sua composição e colocando pessoas da sociedade para fiscalizar as caixas pretas, brancas e coloridas desse poder.

que otimo

Cid Moura (Professor)

É muito bom que as associações se desentendam, assim acaba o famigerado corporativismo e levantamos o tapete que esconde tanta sujeira.
Quanto ao ´esquema´de promoções , isso é muito antigo, desde a época do tutor de D Pedro, que, aliás, de sobrenome bem conhecido.
Que venham mais desentendimentos!

E isso aí Trinchão!!!

Mauro Garcia (Advogado Autônomo)

Falou tudo!!!

Sem controle

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Parece que os magistrados perderam o rumo de tudo e agora estão brigando até com suas próprias sombras. Vamos ver onde tudo isso vai dar.

Mais uma demonstração de imprescindibilidade do CNJ!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

Está aí mais um ululante exemplo, em que demonstra a imprescindível intervenção do depurador CNJ no encrecado Poder Judiciário tupiniquim! O que se verifica, na realidade, é um estulto IMPÉRIO DA MAGISTRATURA. Pinta e bordam com o cidadão, contribuinte e jurisdicionado. Inexiste respeito e consideração para com o contribuinte. O mais abissal de tudo isso, é que o povo NÃO elege magistrado, mas, mesmo assim, "abusam" e se "acham" acima do bem e do mal. A única preocupação é com a vaidade estéril, que traz de lambuja polpudos vencimentos. Tratam-se, em verdade, de senhores de outras galáxias, o resto é a escória, que somente tem a obrigação de remunerá-los muito bem. Por essas e outras é que a sociedade brasileira tem toda a obrigação do mundo de preservar o preclaro CNJ! A propósito, as sissômicas liminares concedidas pelos ministros - oriundos do famigerado quinto constitucional da OAB! -, tem prazo de validade, qual seja: a aprovação da PEC do CNJ, cujo insigne relator Senador Demóstenes Torres já enviou recado àqueles oniscientes fanfarrões que tanto ultrajaram à cidadania. CNJ neles!!

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