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Novo projeto retira mudanças polêmicas em novo CPC

Comentários de leitores

4 comentários

Prefere-se, então, um Poder Judiciário déspota!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

Com a devida vênia, a pensar como o meu xará Paulo Cantergiani, o que deve prevalecer são as conveniências pessoais e profissionais, em claro detrimento dos efeitos difusos, estes, induvidosamente, mais próximos da cidadania. Prefere-se então, que seja delegado um superpoder ao julgador, como se este fosse superior aos demais pobres mortais, e, portanto, infalíveis sob todos os pontos de vista! Neste propósito, não se permite olvidar que o incomparável Código Buzaid, ao longo do tempo sofreu inúmeras alterações, o que o credenciou, na prática, a condição de um Códex satisfatório. Não, não precisamos do "aleijado" projeto do "Código Fux", que de maneira dúbia e corporativista, prestigia aberta e tão-somente os seus pares, e daí para uma cruel "DITADURA DA MAGISTRATURA", seria questão única de um pequeno passo! Assiste razão ao renomado professor e jurista quando denuncia os inúmeros defeitos do famaliá projeto do CPC. Afinal, conceda Poder a um primata humano, e saberá o quanto o seu intelecto é débil...

Deixar como está

- Antonio Cesar - (Procurador Federal)

Se for assim, melhor deixar como está e fazer reformas pontuais como no CPP...

Brincadeira!

Radar (Bacharel)

Esse pessoal deve estar de brincadeira. A de fingir que muda para que tudo continue do jeito caótico em que se encontra. Lamentável tanta perda de tempo e dinheiro

Ruiu a reforma

Paulo Cantergiani (Advogado Sócio de Escritório - Comercial)

Com estas mudanças, desaparecem as propostas anteriores no que chamaríamos de um negativíssimo efeito represtinativo. É mais do mesmo, e a proposta do Miro Teixeira ressucita o dinossauro arcaico e retrógrado de 1973.

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