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Comentários de leitores

6 comentários

Se o problema fosse esse...

MV70 (Advogado Autônomo - Civil)

A grande verdade é que o modelo de gestão (empresarial) adotada pelos escritórios estrangeiros deve servir de exemplo do menor ao maior escritório nacional, mas seria interessante ver das bancas estrangeiras o comportamento frente ao judiciário ineficiente, sem gestão em verdadeira monarquia da toga que conta com “servidores poderosos” vide http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,tj-sp-pagou-300-juizes-de-forma-antecipada,838611,0.htm?p=1 Agora a nossa ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL têm que buscar sempre o melhor para seus membros, mesmo que isso signifique cortar a própria carne.

Limites ao estrangeirismo

BARUCH S. PIMENTEL (Advogado Autônomo - Civil)

BRAVO! Acredito que uma das melhores interpretações ao art. 133, da Constituição Federal de 1988, e por que não dizer conforme a própria Constituição, é a de que o Advogado brasileiro é indispensável à administração da Justiça brasileira.

OAB deve fiscalizar.

AUGUSTO LIMA ADV (Advogado Autônomo - Tributária)

O que aparenta a medida é de um protecionismo de mercado inadequado para os dias atuais, privilegiando a ineficiência.
Problema mais urgente de competência da OAB são os escritórios de servidores do Judiciário que não podem advogar; mas abrem escritório em nome de terceiros, logrando êxito nas demandas através de sua influência.
Muitas vezes composto por profissionais medíocres que só fazem vender a influência de quem está no cargo.

EFEITO RETROGADO

NARDO ALCEU FERNANDES MARQUES (Advogado Autônomo)

Esta tentativa de reserva de mercado é esdrúxula a OAB tem que deixar de lado esta conduta de querer proteger aos advogados locais no mercado brasileiro. Avizinha-se a discussão da advocacia na America latina e o advogado deve ser atuante com as prerrogativas em qualquer território.
Creio que é mais inteligente ser discutida a abertura dos mercados e a implementação imediata com os colégios de advogados do MERCOSUL a permissão de advogar nos países integrantes do bloco.
Creio que a prerrogativa do judiciário de nomear para advogar como ocorre na Argentina, Uruguai e Paraguai e outros, deve ser levada ao PARLASUL como forma de unificar a autonomia da categoria e o amplo exercício no bloco.

Ponderação

Felipe Botelho (Advogado Autônomo - Tributária)

É certo que devemos ter uma espécie de "regulação" no que pertine à instalação de bancas estrangeiras no país, mas lembremos, como disse o colega acima, que atualmente as maiores bancas tupiniquins possuem praticamente uma estrutura de grandes escritórios americanos e europeus, principalmente na parte do quadro técnico e até mesmo na fidelização de clientes. Aliás, existem bancas que buscam o modelo de gestão internacional. Por sua vez, não vejo empecilhos para a chegada de bancas internacionais ao Brasil, desde que se amoldem às regras sobre a prática da advocacia ora vigentes.

OAB quer legislar, mas esqueceu que não pode

daniel (Outros - Administrativa)

OAB quer legislar, mas esqueceu que não pode.
É o desespero dos grandes escritórios que controlam a OAB e não querem que haja mudança no modo palaciando da advocacia atuar.

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