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Comentários de leitores

8 comentários

Ora, pois...

Richard Smith (Consultor)

"Professor" de PeTralhices, é claro.
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E como sempre, com as mais risíveis "opiniões" e "raciossímios". Essa ele deve ter tirado de alguma cartilha apanhada lá no Diretório.

quem me dera ser defensor...

Ricardo T. (Outros)

Daniel, quem me dera ser defensor, bem que eu gostaria. ainda estou na Facu (terceiro ano) e gosto de ser chamado de concurseiro porque os caras destroem. Sabem tudo.! Se eu fosse defensor, já estaria com meu burro na sombra. Mas, estou estudando para ser dono de cartório, comecei no segundo ano da facu. Quero um cartório filé. Abração Daniel

Professor de quê?

Ronaldo dos Santos Costa (Advogado Sócio de Escritório)

Pobre do povo que tem um professor como o sr Armando do Prado!!!! Regras, principamente as constitucionais, devem ser respeitadas, sem casuísmos!!!!

o Leitor "Marcelo-concurseiro" e a dor de cotovelo

daniel (Outros - Administrativa)

O Leitor "Marcelo-concurseiro" bem que queria ser Promotor, mas não consegue passar no concurso e fica na defensoria.
O Juiz Espanhol quis dar uma de investigador que é atribuição da polícia e do MP e dançou. Juiz não pode investigar e ponto final.

Eta.

J. Henrique (Funcionário público)

Mesmo a Espanha a quem devemos, juntamente com Portugal, este gosto pela burocracia, pela morosidade, dá o exemplo.
E nós? Mesmo o faxineiro dos poderosos pego em falcatrua, com dinheiro na cueca e nada acontece.

Feliz do povo que tem um Juiz como Garzon

Armando do Prado (Professor)

Enquanto isso, temos Gilmar Dantas e o atual presidente do STF que, felizmente, sai em abril.

Escuta ilegal! Será?

Ricardo T. (Outros)

Caminhamos para um país civilizado. Amanhã, quando um juiz condenar um PODEROSO, saberemos que o CNJ estará lá para dizer que tudo foi ilegal e o juiz merece ser condenado em praça pública. Ser juíz é fria! Vou ser dono de cartório ou promotor.

País civilizado

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Duas coisas chamam a atenção: o apego ao respeito às liberdades e garantias individuais, com responsabilização dos infratores; a rapidez com que se decidiu a questão. Fosse aqui no Brasil o delinquente seria tratado como um herói nacional pelos magistrados, apesar de ter incorrido em prática de delito, e o processo, caso existisse, se estenderia por ao menos quinze ou vinte anos.

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