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Decisões no varejo

Desembargador cobrava por liminares, acusa MPF

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22 comentários

E aí, sr. Marco Aurélio, funcionou a Corregedoria?

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

Mais um ululante exemplo em que resta demonstrado, que sem o depurador CNJ, o Poder Judiciário brasileiro caminhava inevitavelmente para um famaliá colapso moral.

Caminho livre para o crime

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A denúncia, porém, omite-se em apontar o motivo pelo qual esquemas dessa natureza, que segundo alguns assolam a Justiça brasileiro de norte a sul, acabam tendo pleno sucesso: o festival de decisões teratológicas que avassala o País, principalmente na esfera penal. Perdeu-se o rumo de tudo. Fatos, provas e tipificações estão cedendo lugar a um novo modelo de direito penal, na qual o que importa de fato é a qualidade da pessoa. Se é alguém articulado com magistrados e membros do Ministério Público jamais suas condutas são reconhecidas como crimes, mesmo estando tipificadas. Se é um "inimigo", qualquer coisa que faça é crime. E assim, devido ao regime de insegurança que esse "novo direito penal" gera, vai se prendendo e soltando na medida dos interesses dos magistrados e membros do Ministério Público, prato cheio para a velha e conhecida amiga dos agentes públicos brasileiros: a propina.

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