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Questão de prioridades

Denúncias menores deixam grandes fraudes impunes

Comentários de leitores

5 comentários

Falta de costume

Camilofo (Engenheiro)

O povo, em função dos salários baixos, tem tão pouco contato com notas de maiores valores que as desconhece completamente.
Não tem portanto, obrigação alguma de saber distinguir notas verdadeiras de notas falsas.
Não cabe a nós a responsabilidade pelo fato de elas estarem em circulação e sim àqueles que estão com os bolsos cheios das verdadeiras.

Verdadeiras Prioridades

Erson Ramos (Jornalista)

É deprimente ler uma matéria como esta as 8h da manhã de uma véspera de Natal. Parece deboche com as leis, com o Judiciário e acima de tudo com a lei maior que rege a humanidade: a lei do bom senso. Não seria mais produtivo e adequado o próprio MP chamar este perigoso "flanelinha" repassador de dinheiro falso e fazer com ele um TC onde ele seria encaminhado a alguma Agência Bancária para receber uma "aula" sobre como identificar cédulas falsas das verdadeiras e após prestar algumas horas de serviço comunitário de forma documentada. Pronto seria isso uma pena rigorosa e educativa fazendo deste "flanelinha" um cidadão consciente de seus deveres e ainda um multiplicador de informações tanto da mensagem de punição como de qualificação para ajudar na redução de circulação de dinheiro falso. Era mais barato e pedagógico. Se a lei não contempla isso, bem precisamos mudar os nossos legisladores porque está na hora de termos uma legislação que contemple a lei do bom senso.

O povo e as mudanças

Flávio Souza (Outros)

São notícias como essa que faz com que a gente passe a construir de forma coletiva, compartilhando-a com família, amigos, estudantes, etc e assim mostrar o quanto é necessário mudar a lei ou as leis. O caso do mensalão é uma situação que veio mostrar o quanto é necessário mudar a Constituição, cujo imbróglio mostrou as incoerencias aprovadas lá em 1988. Notem que o STF passará a julgar, possivelmente, o recurso embargos infringentes em sua decisão que foi proferida pelo Pleno, ou seja, o próprio Pleno do STF vai debruçar e julgar uma decisão proferida por ele mesmo. Isso é inaceitável. Isso é chicana com a lei com o povo. Creio que a sociedade aos poucos vai, apartir da chegada do ministro Joaquim Barbosa na presidencia do STF, começar a exigir e cobrar mudanças na lei, para que assim todos sejam iguais em direitos e deveres, e que aquela expressão máxima ou dito popular que a lei vale apenas para "PPP" não há que prevalecer no Brasil. Sei que por vezes, na ansia de ver a lei funcionar para os poderosos e políticos, as vezes a gente acaba esquecendo que é necessário oportunizar a todos o direito de defesa e o tal transito em julgado, e no caso do mensalão, creio que uma imensa quantidade de pessoas, incluso eu, estavam torcendo para que o ministro Joaquim decretasse a prisão dos mensaleiros, todavia, achei extramamente correta e lúcia a decisão do ministro em respeitar a jurisprudencia do STF e o próprio Plenário do STF que certamente não apoiaria tal decisão. Portanto, correta e merecedora de aplausos a decisão do ministro JB. No caso da reportagem em tela, será que é obrigação de uma pessoa conhecer se uma cédula é falsa ou não? e se eu repassá-la ela sou passível de ser processado?.

Tradição tupiniquim

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Já no século XIX se dizia no Brasil: "quem rouba um tostão é ladrão, e quem rouba um milhão é barão". Nada mudou em dois séculos.

Esperança

Luis Américo (Advogado Autônomo - Consumidor)

O eminente juiz dá um bom exemplo do que é realmente prioritário, preferindo o MP processar crimes de bagatela para tornar a justiça criminal mais morosa e deficiente. Parabéns Mazloum.

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