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Caso Yoki

Júri ouve mais uma testemunha no caso Elize Matsunaga

Nesta terça-feira (11/12), na 5ª Vara do Júri da Capital, aconteceu a terceira audiência do processo que ficou conhecido como ‘caso Yoki’, no qual a ré Elize Araújo Kitano Matsunaga é acusada de matar e esquartejar o corpo de seu marido, o empresário Marcos Matsunaga. O crime ocorreu em maio deste ano.

Na audiência, presidida pelo juiz Adilson Paukoski Simoni, foi ouvida a testemunha do juízo Mauriceia José Gonçalves dos Santos, babá da filha do casal. Nathalia Vila Real Lima, testemunha arrolada pela defesa, não foi encontrada e, por esse motivo, seu depoimento ficou marcado para o dia 30/1/13, às 10 horas, quando deverá ser realizado também o interrogatório da acusada.

A defesa de Elize pediu a exumação do corpo da vítima, para que se apure a real causa de sua morte. O Ministério Público deve se manifestar sobre o pedido, que, em seguida, será encaminhado ao magistrado para decisão.

Assassina confessa, a bacharel em direito está no presídio de Tremembé (SP). Em junho o advogado de Elize Matsunaga, Luciano Santoro, entrou com pedido de liberdade para sua cliente na Justiça, mas o desembargador Francisco Menin, da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, negou liminar de Habeas Corpus. Em sua decisão, Menin afirmou que, para a concessão da liminar, deve haver manifesta ilegalidade. Também explicou que faltam elementos de convicção para melhor análise do caso. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SP.

Revista Consultor Jurídico, 12 de dezembro de 2012, 11h01

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