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Vitória da advocacia

CNJ adia a implantação do PJe no Fórum João Mendes

Comentários de leitores

14 comentários

Conciliação que pregam e não respeitam

DrCar (Advogado Autônomo - Civil)

Sr. Preator... V.S. se equivoca quando pensa que tenho como percepção que o problema da morosidade na tramitação dos feitos deve ser problema do Judiciário.
Saiba V.S. que fui treinado nos bancos da faculdade para "brigar", entretanto, tenho em meu currículum 12 cursos de "conciliador", aklguns feitos junto ao próprio TJSP. Hoje resolvo meus processos 60% em conciliação. O que me revolta é ver quem prega a conciliação como bandeira de apaziguar a sociedade, SE RECUSA A CONCILIAR E PÕE A ADVOCACIA EM CHEQUE. Sabemos que muitos colegas serão excluidos e o seriam já a partir de 01.12 pp, não fosse a liminar concedida pelo CNJ. Pra mim, a partir de 1º.12, não há mais conciliação. E mais, os processos demorados, mando a parte falar com o juiz, já o fiz muitas vezes e resolveu. O TJ que se lixe com seus problemas de funcionários, equipamentos, etc, ganhar bem eles ganham, estão lá pra julgar e o fazem muito mal.

desculpa

Ricardo T. (Outros)

Peço desculpa ao Doutor Paulo por tê-lo enfezado. Apenas opinei. Minhas considerações.Conselho: não vale a pena ficar nervoso ao ler os comentários já que vivemos em uma democracia.Ficar nervoso só apressa o envelhecimento, deixando-nos feio.

As bobagens de sempre!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

O tal do "marcelo/concurseiro), e pelo jeito não vaia ser aprovado em concurso algum, vem à tona com mais uma de suas estultices. Sem qualquer bairrismo, contudo, e com certeza, é oriundo de um daquelas estados(de penúria), em que o contribuinte paulista é obrigado a permitir desde a assistência médica, como subsidiar a própria sobrevivência. Seria interessante ele aprender, por exemplo, que o Estado(em maiúsculo!!!) de São Paulo é o maior PIB da União, tem as melhores rodovias pavimentadas, e a melhor assistência médica, além, por óbvio, de ser o Estado mais cultural e produtivo. E, olha, que não sou paulista, mas vivo nesta bela e saudável terra desde os 12 anos de idade. A propósito, como eu, conheço inúmeros colegas paulistas que há muito já possui a certificação digital. O que ocorreu, todavia, é que o TJSP tentou empurrar "goela abaixo", um sistema ainda complexo, que mesmo em estados que saíram na frente, não funciona de maneira adequada.

Vitória da advocacia

silvius (Outros)

Apesar de todos os argumentos considero tal decisão um atraso para o judiciário. Sem sistema informatizado isto simplesmente não funcionará.

Estado atrasado!

Ricardo T. (Outros)

Convenhamos, tudo em São Paulo é atrasado. Os advogados ainda não tem certificado digital; o TJSP ainda não implantou o processo digital. Que estado atrasado! Só tem pose e reclamações.

problema de quem?

Prætor (Outros)

O DrCar em seu comentário abaixo, ecoa uma percepção comum por parte da advocacia brasileira, que é completamente equivocada e que explica, em parte, a atual crise do sistema judiciário.
Dentre outras barbaridades, ele diz, "in litteris": "o TJSP que se lixe com os processos...", como se os processos fossem "problema exclusivo" do Judiciário.
Não, DrCar, os processos são problemas das PARTES e dos advogados, que pedem ao Judiciário que os solucione.
A perda da percepção desta noção fundamental é estarrecedora e talvez explique a reiterada e contumaz falta de colaboração de muitos advogados para a solução dos problemas que ELES PRÓPRIOS trazem ao Judiciário, em nome de seus clientes.

Coerência

Luiz Gustavo Marques (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

O processo digital é uma realidade.
Não há como escapar dele, isso todos nós já não apenas nos conformamos, mas apoiamos veementemente, pois vários serão os ganhos dessa nova forma de se trabalhar com a Justiça, o que vai desde a economia dos recursos naturais, passando pela celeridade e resolvendo o quadro caótico de absoluta falta de material humano nos ofícios judiciais.
Mas, como toda mudança, em especial as radicais, é necessário que haja um período de transição, bem como que seja outorgado uma via alternativa aos advogados em casos de inadequação ou falha do sistema, ou mesmo para resolver casos urgentes, por exemplo, o prazo de uma contestação quando o cliente encaminha a contrafé ao patrono, juntamente com um calhamaço de documentos, no último dia do prazo.
E isso não é nenhum favor, nem tampouco concessão especial à advocacia, mas sim, em último plano, fidedigna manifestação do constitucional princípio do amplo acesso ao Poder Judiciário.
O Superior Tribunal de Justiça, conquanto já conte com quase 100% de processo digitalizados, há anos ainda acolhe o peticionamento híbrido, sendo que somente agora planeja, no ano de 2013, adotar o sistema único (eletrônico).
Creio que a coerência deve prevalecer, em nome do jurisdicionado, e não da OAB ou dos advogados.

Favores se paga com favores

DrCar (Advogado Autônomo - Civil)

Fazer audiencias "de graça" como conciliadores o cara de pau do TJ é senhor em pedir. Os advogados colaboram sem nada receber. No momento que precisam de um prazo para se adequarem ao sistema modificado, lhe é nagado. Que aqueles "baba-ovo" que tem vontade de ser "juiz" deixem que o TJ se lixe com os processos, fomos treinados para a batalha juridica, se quiserem que os feitos tramitem rápidos, que contratem servidores capacitados. A conciliação não é mais o caminho tão defendido pelo TJ, intgeresseiro e aproveitador, ao recusar o acordo com a OAB/AASP/IASP. "Faça o que mando e não faça o que faço".... E viva a classe de baba-ovo "conciliadores do TJ".

TJSP e o peticionamento eletrônico

J. Cordeiro (Advogado Autônomo - Civil)

Se era isto que o TJSP queria, conseguiu: o tumulto está implantado na classe operadora do direito. É a filosofia inglesa, confundir e imperar. Primeiro o Tribunal criou um "filtro" especial, com essa do peticionamento exclusivamente eletrônico, para barrar as manifestações. Depois, dizem que em conluio com terceiros etc., ensaiaram reações disso e daquilo. Mas o cerne da questão, a enorme deficiência operacional (burocrática e intelectual) continua a mesma. Com o disse disse o principal fica esquecido. Enquanto isto as entidades faturam barbaridade com "orientação operacional do novo sistema", coisa que deveria vir gratuitamente. Quero ver quando o sistema der pau, como já está previsto por especialistas do setor, como vai ser solucionado o problema. É preciso que a maior Corte do nosso Pais trate a Justiça com mais dignidade e respeito.

Risível a postura de algumas "ortoridades"

Ramiro. (Advogado Autônomo - Criminal)

É de fazer rir a postura de algumas "ortoridades púbricas" desse país.
O PJe 100 digital é totalmente incompatível com a Internet regida pelo regime privado. E vamos mais, tomemos por base a operadora que tem a maior área geográfica de abrangência.
http://aumentavelox.comunidades.net/index.php?pagina=1452242570
Como a tramoia funciona debaixo dos narizes dos MPs Estaduais e do MPF.
http://aumentavelox.comunidades.net/index.php
http://megaupvelox.com/
http://servicos.mercadolivre.com.br/internet-outros/up-velox
http://www.meuup.com/
http://www.megavelox.com/
Por outro lado a ANATEL defendendo com unhas e dentes o direito das operadoras de afirmarem que não tem obrigação de universalizar os serviços, que a Internet é regime privado, intervenção mínima da ANATEL.
Creio que uns e outros antes de falarem mal da OAB, deveriam olhar para suas carreiras de estado, principalmente as que tem poder de persecução, os MPs Estaduais e MPF, e tomem medidas cabíveis.
É óbvio que a Internet estando essa terra sem lei, quando o PJe 100% digital se tornar absolutamente obrigatório, uns e outros irão dizer que a OAB é tecnófoba.
Acontece que por o fim a essa bandalha, e trazer a Internet para o regime público de concessão de telecomunicações não está nas mãos da OAB...
Enfim, "ah, eu não sabia". Até o Presidente da OI sabe, e o MPF e MP Estadual sabem que o Presidente da OI sabe...
Adoro as ortoridades dessa paisinho.

Pagando o pato

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A insensibilidade do TJSP é total. A Corte sabe melhor do que ninguém que boa parte da advocacia brasileira não vai bem. Muitos colegas, até mesmo pela extrema demora no andamento dos feitos, com prejuízos à remuneração, não estão aparelhados para trabalhar com o processo digital. A Ordem, pouco se preocupa com o advogado, e a implantação imediata do processo eletrônico, como o TJSP queria, significa dificuldade extrema para que todos os advogados possam atua. Obviamente, a Ordem já poderia ter tomado a frente e implementado condições para que a mudança pudesse ser operada sem traumas. Não o fez, mas não podem os colegas advogados e o jurisdicionado pagar por isso.

Trocando os pés pelas mãos

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Impressionante que ainda alguns, em pleno século XXI, acreditam que violando o direito de acesso à Justiça essa será "mais célere".

Dr. Preator

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Celeridade se obtém prestando jurisdição nos dias e horários úteis (e não falo de comparecer ao fórum), cumprindo os prazos (impróprios), exigindo-se e fiscalizando-se o cumprimento das normas da Corregedoria Geral, os prazos impostos aos serventuários...
Simples...
Se isso não for fiscalizado ou cumprido (ou talvez o seja por programa de computador), não adiante informatizar, porque o botão "enter" ainda exige comando humano...

Muita coerência...

Prætor (Outros)

É a OAB em busca de uma justiça mais célere!

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