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AP 470

Maioria do STF condena Pizzolato e publicitários

Comentários de leitores

11 comentários

Puis é, né geinteim?!....

Richard Smith (Consultor)

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Antigamente, o PT - oriundo dos derrotados na chamada "Luta Armada" que perceberam que a sua preciosa "luta de classes" não empolgava a ninguém da população brasileira - apegou-se ao repudio que a maioria da população, mormente a classe média instruída, tinha da corrupção de alguns, do tipo de maluf, Adhemar de Barros e outros.
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Então, travestidos de justiceiros "impolutos" viraram sinônimo de luta contra as mazelas morais, administrativas e o desvio de dinheiro público, enfim, "tudo que ali estava"!
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Mas, uma vez no "pudê", desvelou-se a máscara e revelou-se toda a sua face: "Roubemos sim, mas pela 'causa'" que a tudo permite! O pobre Celso Daniel que o diga!
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Piro ainda, aliaram-se a tudo o que existe de mais atrasado, patriarcal e corrupto (Quércia, sarney´s, malufes, barbalhos, renans "et caterva") para o aproveitamento da "expertise" destes últimos e emprego das suas consagradas táticas, para o melhor "aparelhamento" do Estado multi-provedor e "sem dono"!
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Depois de muitas e muitas barbaridades, de se posarem de "vítimas da mídia", até, restou aos podres e escrôtos, o último recurso dos pusilânimes: "Só EU?! Mas o fulano também fez!".
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Bem coisa de BANDIDO mesmo e "pés-de-chinelo", destes que são postos pelos demais para dormirem junto ao "boi" (latrina da cela), quando vão parar no xadrez!
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PERDEU, PT! MÃO NA CABEÇA (E PARA O "BOI"!)!
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Sobre o julgamento do mensalão e como as coisas são nos EUA.

alvarojr (Advogado Autônomo - Consumidor)

A defesa de João Paulo Cunha só é convincente e plausível para os filiados do PT, os ministros Lewandowski e Dias Toffoli e, além de tudo é claro, a publicações da "mais alta credibilidade" como Carta Capital.
Não surpreende o fato de que convença petistas de carteirinha (incluindo Dias Toffoli), mas que o até então respeitável ministro Ricardo Lewandowski se convença da suposta credibilidade desse verdadeiro "conto da carochinha" é decepcionante mesmo que tenha vínculos de amizade com expoentes petistas.
Teve a cara-de-pau de argumentar com o relator de que não há nada errado em se subcontratar 100% do serviço licitado.
Quanto aos EUA se tratarem de um suposto oásis da moralidade pública, peço vênia aos demais comentaristas para argumentar que, se nossas instituições ainda estão (muito) longe da maturidade democrática idealizada em 1988, pelo menos nossa disposição em mudar as coisas compensa a arrogância que veio a culminar na crise de 2008 (a seguradora A.I.G tinha avaliação AAA, Bernard Madoff era um grande expoente de Wall Street acima de qualquer suspeita, só para dar alguns exemplos).
O fato de termos as nossas próprias mazelas não nos torna inferiores, mas devemos evitar os comentários carregados do complexo de vira-lata, ainda que tomados pelo cólera quando refutamos as teses estapafúrdias da defesa dos mensaleiros (João Paulo Cunha primeiro disse que os R$ 50.000,00 eram para pagamento de TV a cabo, depois que tinha certeza de que o dinheiro era do PT sem apontar um motivo plausível para o esforço em ocultar o dinheiro e a razão de uma agência de publicidade se dar ao trabalho de intermediar o repasse de dinheiro entre políticos do mesmo partido, em espécie, diga-se de passagem).

Mensalão

kELSEN (Outros)

É ridícula a discussão a respeito do "quem roubou menos, o PT ou o PSDB?"
Gente de bem deve estar torcendo pela condenação de todos os acusados, independetemente das quadr... agremiações a que pertençam. E está também espantada com a fundamentação externada pelos Ministros que absolveram o dep. João Paulo.
Se o pagamento de R$ 50.000,00 à esposa do deputado, após a contratação da empresa pagadora pela Câmara dos Deputados, presidida à época por João Paulo, não for suficiente para a sua condenação, a Justiça brasileira poderá fechar as portas.
É curioso o fato de um dos ministros não levar em consideração as provas produzidas fora do processo (CPI, por exemplo).
Ora, o processo não é algo de outro planeta, algo que transcende a natureza humana. Deve existir vida fora do processo...
ENão cabe o argumento de que não foi submetida ao contraditório.
Afinal, a partir da juntada de um depoimento prestado à CPI, a parte contra quem essa prova é produzida pode confrontá-la NO PROCESSO por quaisquer meios lícitos (outro depoimento, documentos etc).
Mais curiosa ainda é a circunstância de o referido Ministro aceitar como prova - essa ele aceita! - a prestação de contas das empresas de Marcos Valério, concernentes aos serviços supostamente prestados à Câmara, elaborada somente após vir à tona o mensalão.
Se o dinheiro desviado nesse país fosse empregado em escolas e hospitais públicos, nossa realidade seria outra.

Parabéns!

Richard Smith (Consultor)

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Parabéns ao colega comentador Jean Spinato, pelos brilhantes raciocínios (a alusão ao congressista americano é épica e faz-nos ter vergonha de como as coisas foram caminhando de passo em passo, até chegarem ao pântano de hoje!) e também por saber ter paciência e lhaneza com "tarefeiros partidários", coisas às quais já esgotaram-se em mim faz muito tempo!
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PERDEU PT! DEITA NO CHÃO E MÃO NA CABEÇA!
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Julgamento do mensalão

Jose Antonio Dias (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Apesar dos votos dos ministros Weber e Fux e do fatiamento (sic) do processo de acordo com os crimes praticados, não estão levando em conta os senhores ministros que os crimes foram cometidos por uma quadrilha articulada no Palácio do Planalto, visando a compra de votos dos senhores deputados federais para a facilitação das maracutáias do governo Lula no Congresso Nacional. Diz a lei que incorre na mesma pena aquele que, DE QUALQUER FORMA contribuiu para o crime. O PT esta sangrando para conseguir a absolvição de João Paulo Cunha, que é useiro e vezeiro em participar de maracutáias. As provas contra esse indivíduo são tão contundentes que, os ministros que votaram pela sua absolvição, inventaram que o mesmo participou de um "caixa dois", como se isto não fosse um crime. É um absurdo! Descriminalizaram o "caixa dois". Agora, ter "caixa dois" não é crime! O voto do "ministrinho" Toffoli não deve ser levado em conta, pois ele está pagando o preço de sua nomeação para o STF. Alias, está envergonhado pelo voto dado, pois absolveu o João Paulo Cunha alegando que ele "apenas" participou de um "caixa dois". Vamos aguardar os demais votos.

Já que vocês falam dos EUA, não custa imaginar.

Jean Spinato (Advogado Autônomo)

Vamos imaginar a seguinte situação: O presidente do Congresso Americano recebeu ontem, em sua casa, um famoso publicitário, com quem já mantém relações há algum tempo.
Hoje, sua esposa compareceu ao banco, e sacou 50.000,00 dólares da conta desse empresário.
Há uma licitação em curso no congresso liderado pelo congressista, e esse mesmo empresário, num processo no qual concorre outra empresa com mesmo endereço da vencedora, ganha um contrato de milhões.
Vocês acham que sete anos depois da denúncia, esse mesmo congressista seria aínda deputado? Estaria solto?
Pior que isso: estaria participando de uma campanha eleitoral.
Nem o partido lhe daria mais legenda, nem a justiça o deixaria a salvo.

Pereira

Jean Spinato (Advogado Autônomo)

Noto em seu comentário um nervosismo. Deves estar falando de outros processos que não o que está em curso no STF.
Não meu caro, não pretendo fazer o concurso, nem tenho influência política para o quinto.
Provas, provas, provas...o processo do mensalão está recheado delas...elas são referidas a cada voto, do Relator a Carmem Lúcia. Leia os votos, meu caro, as íntegras já estão disponíveis.
Provas, provas, provas...está RUINDO no país todo um sistema de garantias e proteções aos corruptos, que sempre invocam inocência e reclamam uma prova "direta" de sua participação.
"Aqui os juízes acham que podem condenar só porque são juízes, e não porque existam provas contra os acusados"
Onde estão os corruptos desse pais então? A julgar pela sua fala estão todos atrás das grades...E não estão, estão aí, nas ruas e palanques, principalmente por vigorar até agora o sistema de interpretação das provas e aplicação da lei aos crimes de poder que você está a defender.
Ahhh se fosse nos EUA...já estariam a dormir numa masmorra.

Spinato

PEREIRA (Advogado Autônomo - Civil)

Você ainda não fez concurso para ser juiz? Ou estará esperando um quinto constitucional? Pois você não parece ser advogado, e sim juiz, tal a maneira como os defende. Provas, provas, é disso que se está falando.Nos EUA eles condenam sim, MAS COM PROVAS, MUITAS PROVAS. Aqui os juízes acham que podem condenar só porque são juízes, e não porque existam provas contra os acusados. A Ministra Rosa Weber não procurou nem disfarçar isso. E se você quer que os votos sejam respeitados, comece respeitando os dos Ministros Lewandowski e Toffoli.

Leia o voto

Jean Spinato (Advogado Autônomo)

Prezado Rodolpho;
Não foi isso que a Ministra indicou em seu voto. Ela falou dos "delitos do poder" e sua caracterização, falou da existência da prova da corrupção em face do conjunto probatório dos autos, pela combinação dos indícios e das evidencias processuais, pelo comportamento do réu, e não pura e simplesmente pelo "convencimento pessoal do juiz".
E mais que isso, a Ministra, assim como os demais, indicaram as provas, a principal delas o saque dos 50.000 diretamente das contas da empresa de Marcos Valério (fato que consta no recibo).
Havia uma licitação em andamento, houve uma reunião na casa de João Paulo Cunha um dia antes, e várias versões do réu para explicar o mesmo fato...
São raciocínios como o seu, avalizados pelo Ministro Revisor e pelo Ministro Toffolli (notaram como ele leu o voto dele de cabeça baixa e envergonhada?), que tornam a nossa pátria o paraíso dos corruptos.
Falas dos EUA e seu sistema. Não me faça rir. Se esses fatos tivessem se passado naquele país esses políticos todos já estariam na cadeia há muito tepo.

Mensalão

rodolpho (Advogado Autônomo)

A Ministra Rosa Weber disse que o convencimento pessoal de um juiz é suficiente para mandar uma pessoa para a cadeia, mesmo que não haja provas, pois, na corrupção, nunca existe prova.
Revoltados com essa postura, os fundadores dos Estados Unidos fugiram da Europa e fundaram um país, os Estados Unidos, onde a postura da Ministra Rosa Weber é repudiada com horror. Tanto horror que, ali, o juiz não julga, quem julga é o júri, de doze integrantes, e por unanimidade, e com base na prova arrasadora, e não com base no simples “convencimento” pessoal.
A Ministra Eliana Calmon provou que, quando o acusado é um juiz, nem com uma montanha de provas ele será condenado, quanto mais com o simples “convencimento” propalado pela Ministra Rosa Weber.

Quosque tandem abutere patientia nostra?

Richard Smith (Consultor)

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"Menas" os infiltrados, claro! Devem ter "muito" em perspectiva para enlamearem suas honras e biografias assim. Ainda mais o "menino que brinca sem sujar o shortinho", não?!
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