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AP 470

Lewandowski diz que reformulou estrutura do voto

Comentários de leitores

8 comentários

Preocupante

JA Advogado (Advogado Autônomo)

É intrigante essa preocupação do min. Lewandowski de ficar a todo tempo dando explicações, como que preparando o espírito de nós todos para alguma surpresa dentro do seu voto. Ou a justificar previamente alguma coisa estranha. Ora, ele que cumpra seu dever e vote. Nenhum juiz precisa explicar suas decisões, a não ser fundamentar bem ela própria. E depois aguentar o rojão.

Quanto bla-bla-blá

Johnny1 (Outros)

É uma vergonha essa mania dos ministros ficarem falando um monte fora dos autos.
Aliás, eles tb poderiam falar menos nos próprios autos, abandonando a prolixidade que os caracteriza.
Julguem mais e falem menos!!!

Não se preocupe

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Não se preocupe com a colcha de retalhos em que se transformou o seu voto. Com todo o respeito o Sr.já é uma 'colcha de retalhos petista". Depois de votar,(cujo resultado já se pode prever), não se esqueça de levar o 'wisky' para comemorar com o molusco, seu chefe.

É esperar para ver!

carlinhos (Defensor Público Estadual)

Confesso que estou ficando preocupado com o teor do voto do ministro Lawandovski. Ele tem criado um clima não muito cordial com seus colegas e tem discordado, insistentemente, com as proposições e pontos de vista do relator Joaquim Barbosa. O ministro tem se comportado como um verdadeiro ranzinza na mais a pela acepção desse vocábulo. É esperar para ver. Sinceramente? Temo pelo seu voto, já que o presumo um voto teleguiado, sem convicção sob o aspecto jurídico, um voto de favorecimento. Espero, certamente, estar enganado e torço para isso.

Tá no céu e não sabe

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Se Lewandowski aponta dificuldades para atuar como julgador na mais alta Corte, devido a dificuldades de relacionamento com os demais Ministros, lançando críticas aos quatro ventos, imagine-se nós advogados aqui do interior lindando com magistrados acometidos da famosa "juizite", tendo que fazer valer a Justiça em favor de nossos clientes.

Comecei a ficar preocupado

Flávio Souza (Outros)

Gente, confesso que começo a ficar preocupado com o STF quando do término do julgamento do mensalão, ou pode sair fortalecido perante a sociedade ou com a imagem arranhada perante alguma Corte Internacional porventura algum dos vencidos no processo resolva recorrer. Vejo que são muitas discussões, falatórios, críticas, etc. o que é salutar numa democracia, contudo, desaprovo que ministros do STF devam receber tantas críticas como vem acontecendo. De minha parte, sempre defendi o STF e até acho que o papel da Corte deva ser revisto, p.ex. esse tipo de ação penal não deveria estar sob a égide do STF tal qual posto, afinal as pessoas de fato estão sem o direito de recurso a uma segunda instância, mas paciência, a CF é de 1988 e até hoje ninguém percebeu que isso poderia acontecer?.
Alfim, o que quer dizer jejuno, nos termos da hermenêutica jurídica?

Enfim, um juiz...

Robespierre (Outros)

Basta de promotores-inquisidores. Agora, teremos um juiz julgando, como devia ser a missão do STF.

O Ministro é JEJUNO em direito penal. Senão, é parcial!!

Flávio Lucas (Juiz Federal de 1ª. Instância)

Bem o Ministro Lewandwski disse que a afirmação de que o peculato não exige que o seu objeto material seja valor ou bem público é uma "posição doutrinária". Dá-se a ver que ele não conhece as mais básicas lições desse ramo do direito. O crime do artigo 312 não tutela o patrimônio público, senão secundariamente. O objeto jurídico da norma é a proteção da PROBIDADE ADMINISTRATIVA, assim como em todos os crimes funcionais. Daí o tipo ter deixado CLARÍSSIMO que o bem ou valor apropriado ou desviado pode ser particular. O que interessa é que estivesse na posse (na qual se compreende a chamada "disponibilidade jurídica" sobre o mesmo) do autor, EM RAZÃO DO EXERCÍCIO DE UM CARGO, EMPREGO OU FUNÇÃO. Se não sabe nem isso, deveria se abster de tecer comentários com ar de autoridade, pois assim somente aumenta o asco que a população tem sentido ao ver o seu comportamento parcial ao longo do julgamento. Sem contar a vaidade de querer fazer crer que a posição de "relator" tem, de fato, alguma importância em um julgamento. Caso o CONJUR não fosse tão parcial, poderia fazer uma pesquisa a respeito do comportamento do citado ministro na condição de revisor em outros casos. Veria que ele se limita a escrever "Vistos, revisado, peço inclusão em pauta".

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