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AP 470

"Discutir fatiamento é falta de assunto", diz relator

Comentários de leitores

7 comentários

Shush!...

Richard Smith (Consultor)

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Quieto "fessô" Petralha/robespierre (que nome mais adequado!)!
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Vá deitar-se ali no capacho, no cantinho e durma, vai?
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Promotor-Inquisidor

Robespierre (Outros)

Deu a promotorite no Joca. Resultado: suas condenações abrirão brecha para toda sorte de recursos e nulidades, sem falar que a maioria do STF não o seguirá. O STF é a casa de juízes, não de inquisidores de olha na mídia.

uma hora vc chega lá.

Ricardo (Outros)

conheço vários juízes do quinto (OAB/MP) que se destacaram muito mais no exercício da judicatura do que juízes de carreira.
até recentemente o Min. CP esteve envolvido em várias celeumas. a origem do ministro nada tem a ver com a qualidade do seu voto ou com sua capacidade intelectual e moral. de qualquer profissional do direito se exige serenidade, saber jurídico e educação.

Queriam tumultuar e se deram mal

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Para os advogados defensores esse é um péssimo sistema de julgamento: "fatiado'. Além se der extremamente objetivo e facilitar a compreensão de um esquema difuso, com várias nuances, esse método possibilita um raciocínio lógico quanto a atuação de cada partícipe em seu respectivo episódio delitivo. Parabéns Min. Barbosa. Pegou os 'experts' de calças curtas, inclusive e principalmente o ex-min. da Justiça,do governo do bandido 'mor', que ora defende um dos seus asseclas. Por essa eles não esperavam. E isso é só o começo. Podem espernear e se desesperar porquê, da decisão, não tem recurso para outra instância não.

Ministros e não juízes

Ricardo T. (Outros)

Acompanho o entendimento do senhor Pintar. Os Ministros vem da advocacia e do MP. Assim, não sabem julgar uma ação penal. O senhor Joaquim do MP é muito bravo e nervoso. Em ações deste tipo deve o relator pautar pela prudência, sendo duro, mas sem perder a ternura. Vejam como o Ministro Peluzo está tranquilo. Tem tudo na mão. Juiz de carreira é juiz de carreira, convenhamos!

Queimando teses de defesa

Helio Telho (Procurador da República de 1ª. Instância)

A forma leviana e abusiva com que os advogados do Mensalão esgrimem as teses de defesa mais festejada às está queimando.
Os precedentes que estão sendo criados nesse julgamento histórico, doravante, devem dificultar a vida dos criminalistas nas cortes criminais.

O vexame que se queria evitar

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Resumo geral do episódio: a mais alta Corte do País não sabe exatamente como julgar uma ação penal.

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