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Duplicação e construção

Para Dilma, parcerias com setor privado são essenciais

“O custo Brasil, hoje, é diferente do custo Brasil de 2003, que era o risco país de 1000%”. Com essa frase, a presidente Dilma Rousseff afirmou que a economia brasileira tornou o país mais competitivo e, para manter esse nível, é preciso avançar na infraestrutura. Para isso, anunciou, semana passada, que o governo vai investir R$ 133 bilhões em um pacote de concessões de ferrovias e rodovias.

Serão R$ 42 bilhões para a duplicação de 7,5 mil km de rodovias e R$ 91 bilhões na construção de 10 mil km em ferrovias. “O que nós queremos é uma logística competitiva”, afirmou a presidente. E essa logística será construída, nas palavras de Dilma, junto com o setor privado. “Nós vamos continuar cumprindo o nosso papel de indutor do desenvolvimento.”

Ao apresentar o Plano Nacional de Logística: Rodovias e Ferrovias, Dilma classificou como essenciais as parcerias com o setor privado. As parcerias público-privadas foram exaltadas pela presidente, segundo quem as PPP são muito atraentes em termos de rentabilidade, de risco e de financiamento.

Para a presidente, o plano dará início a uma nova etapa do desenvolvimento nacional, que trará à economia brasileira o "tamanho que as necessidades de nossa população exigem".

Ao fim do discurso, Dilma comparou o Brasil à seleção feminina de vôlei. Segundo ela, é exemplo do que os brasileiros têm de melhor: “Sem saber qual é o resultado do jogo, persistir sempre e ser capaz de virar quando você perde uma jogada, sabendo que logo ali pode estar a vitória”.

Clique aqui para ler o discurso.

Revista Consultor Jurídico, 20 de agosto de 2012, 16h30

Comentários de leitores

2 comentários

Maior caloteiro do universo

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Obviamente que tal como tudo o que foi feito pelo Governo do PT nos últimos anos, essa nova cartada também não vai dar certo (certo no sentido de ser benéfico ao País). Motivo: a União é a maior caloteira que existe no universo conhecido, e nenhum empresário sério vai fazer parceria, contrato, acordo, ou qualquer outra negociação com o Governo, restando assim os comensais de plantão, que aqui estão desde que Cabral aportou, acumulando 500 anos de know how na matéria saque aos cofres públicos. No máximo, teremos só mais estradas com pedágio a preços extorsivos, e trens que não serão usados porque o preço do frete será absurdamente caro, e os mesmos problemas estruturais continuarão a existir, como sempre foi.

Última cartada?

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Todo mundo sabe que dos R$133 bilhões que supostamente serão investidos pelo Governo, pelo menos R$100,00 serão desviados através dos amplamente conhecidos mecanismos de corrupção, que nunca estiveram operando com tamanha intensidade nos últimos tempos. Parece que se trata da última cartada do Governo do PT, afundado em um mar ineficiência e falta de credibilidade. Na medida em que bilhões de reais são distribuídos a certos setores, de forma ilícita ou não, esses setores passam a dar sustentação ao Governo.

Comentários encerrados em 28/08/2012.
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