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Segunda Leitura

O português e a redação dos alunos de Direito

Comentários de leitores

5 comentários

muito além da internet

Mais que coragem, é preciso humildade pra mudar de opinião. (Vendedor)

o problema do mau uso do vernáculo é sistêmico e orgânico. sistêmico porque se cobra o uso da lingua portuguesa como se estivéssemos escrevendo com o arcaico português utilizado há 50 anos ou mais, o que de encontro com as mudanças - que os linguistas e pesquisadores mostram com clareza - que levam à atualização da lingua portuguesa (de tal forma que o pertugues brasileiro difere do portugues do outro lado do atlântico]. e é orgânico porque os meios de comunicação propagam os erros e vícios - já cansei de ouvir no rádio e na televisão, peremptoriamente os telejornais locais e nacionais, utilizar o fonema U no lugar do O e o I no lugar do E, tal como tIatro ou futIbol; tal imagem ecoa no âmbito social e familiar onde os erros ouvidos e lidos são espalhados na sociedade e nos grupos locais e retornam para o seio familiar, tornando o uso formal da língua portuguesa um suplício que só é retirado de maneira forçada pelas demandas da praxis. Mas há esperança, conheço pessoas que escrevem muito bem e conseguem manter o uso da lingua célere da internet. Logicamente a prática leva ao aperfeiçoamento, mas devemos rpocurar meios mais efetivos de melhorar a leitura e a compreensão como um todo não só colocar nosso olhar para o corpo discente, mas para todos, mídia, família e sociedade. blz? vlw!

Valorização da língua

Inácio Henrique (Serventuário)

Não é novidade as transformações cotidianas e a língua portuguesa também passa por tais transformações. O que e mais correto: obrigar os jovens com sua ortografia da internet a escrever correto ou; buscarmos interagir e entender a mensagem por trás dos signos e tentar compreender seus vários significados?
Talvez em conversas e bate-papos o “internetês” possa ser utilizado nas mensagens curtas, para rápido entendimento dos interlocutores. O mesmo deveria acontecer com as petições dirigidas aos órgãos judiciais que deveriam ser curtas, objetivas e, escritas como exige o art. 156 do Código de Processo Civil, com a utilização do vernáculo.
O problema é que você tem jovens habituados a utilizarem termos como “kkk”, “uaauaua”, “aaaah”, “cc” (poderia ser Código Civil), mas significa você - tive certa dificuldade para compreender, mas, no contexto acabei entendendo.
Cabe aos educadores o incentivo à leitura, mesmo que eletrônica. Infelizmente existem algumas teclas que impedem a digitação de textos e o aprimoramento da utilização do vernáculo, são elas "ctrl+c" e "ctrl+v". Às vezes é uma beleza é providencial a utilização dessas teclas para, por exemplo, transcrever uma jurisprudência, mas lastimável para criação pessoal e original. Então temos uma repetição de textos copiados, somente trocando o nome dos envolvidos que perdem a originalidade e a inovação.
Evolução não significa deixar de lado a forma correta de escrever e, sim a utilização correta da língua portuguesa.
Evoluir é entender a mensagem trocada ou transmitida, receber de volta a resposta de que sua proposta foi aceita; seu requerimento ao juiz foi deferido ou; de que seu pedido de material foi atendido na qualidade e quantidade pretendida.

Geração Superficial

Armando do Prado (Professor)

Além de superficial, sem tempo para leitura. A mudança deveria começar na escola, mas como com a escola tucana falida?

ensino de português

Voluntária (Administrador)

O ensino do português parece-me que deve ser anterior à Faculdade.Não acho que deva ser matéria de curso de direito, pois daí teria que ser obrigatório nas outras faculdades. No resto concordo.

OAB, sistema de cotas

herto (Técnico de Informática)

Ora, a OAB apoiou o sistema de cotas onde privilega-se a estupidez. Queriam o quê?

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