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Voto de Joaquim Barbosa no mensalão foi destaque

O destaque da semana foi o voto do ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa na Ação Penal 470, o processo do mensalão. Relator do caso, ele votou, na quinta-feira (16/8), pela condenação do deputado federal João Paulo Cunha (SP-PT) por crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro, e dos publicitários Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach por corrupção ativa e peculato. Clique aqui para ler.

Questões de forma
As divergências entre os ministros quanto à forma do julgamento também foram destaque. Na quarta-feira (15/8), o ministro Ricardo Lewandowski revelou insatisfação por ter sido “atropelado” na fixação do cronograma pela corte. Na quinta, os ministros não se entenderam sobre a metodologia: Joaquim Barbosa defendeu uma votação fatiada, dividida em núcleos, como feito na denúncia. Já Lewandowski, com base no regimento interno do STF, entendeu pela leitura integral dos votos de cada ministro de uma só vez. O presidente, ministro Carlos Ayres Britto, acabou por dar aos ministros a escolha sobre de que forma votar. Clique aqui para ler.

Representação contra advogados
Na sessão de quarta-feira, Joaquim Barbosa propôs que a corte enviasse à Ordem dos Advogados do Brasil uma representação contra três advogados que levantaram sua suspeição para julgar o processo. A solicitação, porém, foi recusada. "O Poder Judiciário jamais poderá permitir que se cale a voz do advogado", afirmou o ministro Celso de Mello, decano da corte. Clique aqui para ler.

Bandeira de Mello
A entrevista concedida pelo jurista Celso Antônio Bandeira de Mello à ConJur também repercutiu. Bandeira fala sobre temas polêmicos, como mensalão, STF, liberdade de imprensa e censura. “Todo mundo é [a favor da censura], só que não tem coragem de dizer. Você é a favor de passar filmes pedófilos na televisão? Eu não sou”, afirmou. “As pessoas não têm coragem de dizer, porque depois do golpe, virou palavrão ser a favor”. Clique aqui para ler.


ESPECIAIS
Passado e futuro da advocacia

No dia do advogado (11/8), a ConJur publicou duas reportagens para homenagear os profissionais que militam na área. Em uma, tentou traçar quais foram as grandes mudanças na profissão nos últimos anos; na segunda, conversou com grandes advogados sobre seus tempos de estágio. Clique aqui e aqui para ler.


AS MAIS LIDAS
Medição do Google Analytics aponta que a ConJur recebeu 331,5 mil visitas e teve 824,1 mil visualizações de página na semana entre 10 e 16 de agosto. A quinta-feira (16/8) foi o dia com mais acessos, quando o portal recebeu 62,9 mil visitas. Afora a entrevista com o jurista Celso Antonio Bandeira de Mello e a reportagem sobre a representação proposta pelo ministro Joaquim Barbosa contra um advogado, o texto mais lido, com 3,6 mil acessos, foi o que repercutiu a lista de aprovados no Exame de Ordem. Clique aqui para ler.

A quarta reportagem mais lida, com 3,6 mil acessos, foi a coluna do procurador de Justiça no Rio Grande do Sul Lenio Luiz Streck. Nela, Streck aborda o cabimento de Embargos Infringentes em Ação Penal originária no STF, questão suscitada pelo julgamento do mensalão. Clique aqui para ler.


AS 10 MAIS LIDAS
"Enquanto não houver censura, teremos essa violência"
STF rejeita proposta de representar contra advogados
Exame de Ordem aprova 15% dos inscritos
"Não cabem embargos infringentes no Supremo"
As vinhas da ira do Direito ou "quando o réu não se ajuda"
Celso de Mello mantém decisão sobre elevadores
Ministro entra com representação contra jornalistas
Lewandowski revela insatisfação por ter sido "atropelado"
"Joaquim Barbosa fez tempestade em copo d’água"
Ministro entra com representação contra jornalistas


AS MANCHETES DE SEMANA
João Paulo Cunha e Marcos Valério são culpados, diz relator
Diferença de um centavo em depósito não gera deserção, diz TST
Ministros discordam sobre método de julgamento do mensalão
Denúncia aceita sem análise da tese de defesa é nula
Taxas para custear boletos de tributos são inconstitucionais
STF rejeita proposta de representar contra advogados
Lewandowski revela insatisfação por ter sido "atropelado"
Videoconferência vai acabar com carta precatória no RS
Credores cobram explicações de administrador da massa falida
"Supremo virou uma clínica geral", critica Marco Aurélio
"Cabem Embargos Infringentes mesmo no Supremo"
Folha é condenada por interpretar frase de juíza em decisão
Advogado acusa PGR de cometer crime de responsabilidade
Mensalão: "Não cabem embargos infringentes no STF"
"Mensalão foi conluio da imprensa para derrubar Lula"
Mensalão termina depois das eleições, diz Marco Aurélio
Filho de Lula pode usar visto americano de documento suspenso
Norma cria primeiros cargos de juiz fixo em Turmas Recursais

Revista Consultor Jurídico, 18 de agosto de 2012, 6h12

Comentários de leitores

1 comentário

Joca ídolo da direita formada pela Veja

Armando do Prado (Professor)

De repente, não mais que de repente, o Joca virou ícone da direita predadora e separatista. O que aconteceu? Antes quem não sabia o seu lugar, agora o intelectual que congrega todo o conhecimento jurídico.

Comentários encerrados em 26/08/2012.
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