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Comentários de leitores

5 comentários

Insubstituível

Marly Marlene Malheiro de Oliveira (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Ministro celso de mello, turma de 1969 da velha academia, faculdade de direito do largo de são francisco em são paulo não deveria se ausentar da suprema corte a não ser na data fatal de aposentadoria aos 70 anos. Deveria continuar nos presenteando com seus votos e intervenções que são verdadeiras aulas de direito riquíssimas e que jamais serão igualadas.
O ilustre ministro envaidece com sua brilhante carreira a todos os seus colegas da turma de 1969 da usp que tiveram o privilégio de conviver com ele nos bancos das arcadas no coral da faculdade. Parabéns ministro e repense a sua permanência para continuar nos presenteando com a sua sabedoria.

gigante jurídico, intelectual e moral

MACUNAÍMA 001 (Outros)

A aposentadoria do ministro Celso de Mello representa uma grande perda ao Brasil. A Constituição Federal ainda não passa de uma folha de papel em nosso país e só é cumprida pelos donos do poder nos aspectos que lhes interessam. A atuação de Celso de Mello é fundamental para a mudança desse quadro e na efetivação dos direitos que impliquem gastos públicos em benefício da grande maioria da população,como saúde, creche,educação, etc...

Sai!

Armando do Prado (Professor)

Para sua própria dignidade saia. Para tudo tem um tempo. O senhor e o outro Mello: descanso e leitura. O STF precisa de gente nova e com visão em linha com o século XXI, mas sem promotorite, como o hiperativo do Joca.

Fica!

Luís Eduardo (Advogado Autônomo)

Ministro Celso de Mello, sabemos que está difícil judicar no Supremo nos tempos atuais, mas por favor, para o bem da Constituição, e do povo, só se aposente com 70 anos. Fica Ministro!

Insubistituível

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O Ministro é certamente um dos maiores expoentes da Suprema Corte em toda sua história. Apesar de merecida sua aposentadoria, fica a certeza de que será insubstituível, em uma época na qual as garantias fundamentais vão sendo "relativizadas" por pseudojuristas cuja única habilidade é a de galgar cargos e favorecer quem os nomeou.

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