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AP 470

Barbosa quer reconhecimento social, acusam advogados

Comentários de leitores

19 comentários

Publicar o que querem e deixar de fora o que deve ser visto!

Carlos Henrique de Carvalho (Advogado Associado a Escritório - Propriedade Intelectual)

Gostaria, imensamente, de ver minha publicada, senhores!
Curto e grosso, há uma tendência gigantesca de se tentar aliviar essa turma que está aí no banco dos réus. Ponto!
Ministro Joaquim Barbosa está corretíssimo e esses advogados endinheirados aí são apátridas, porque querem provar o improvável.
Certo e justo, é que deveria ter muito mais gente sentadinha ali no banquinho de "fazer pensar", inclusive o ex-presidente Lulla!
Ou estou sendo muito MAU com os "inocentezinhos"?

Manobras e outros estratagemas.

Carlos Henrique de Carvalho (Advogado Associado a Escritório - Propriedade Intelectual)

A tez curta e grossa acerca dessas manifestações reside no fato do mensalão ser concreto, com seus protagonistas desbaratados e com um STF objeto da desconfiança sobre sua parcialidade. Não a do ministro Joaquim Barbosa, mas talvez de uma maioria que, sabidamente, pouco se interessa em punir exemplarmente os marginais que foram desmascarados e estão sob julgamento.
Deveriam esses defensores muito bem pagos observar o outro lado, o da parcialidade com intuito de livrar a cara de bandidos e, assim, perpetrarem uma das maiores vergonhas históricas nacional.
Os advogados deveria ter sido, no mínimo, levados a análise pela comissão específica da OAB.
O resto é conversa fiada.

Espírito de Corpo

J. Cordeiro (Advogado Autônomo - Civil)

Só os ingênuos acreditam que ao indeferir a representação do ministro Joaquim Barbosa o STF estivesse defendendo a classe patronal. Era caso de Espírito de Corpo, considerando que o fato, se aceito, haveria de ser debatido no competente setor de Deontologia da OAB. E haveria amplo debate em torno de todos os julgadores da AP 470. Quem tem telhado de vidro não atira pedra no telhado alheio. Foi defesa de um grupo, em particular, e não dos causídicos.

Joaquim barbosa....

hrb (Advogado Autônomo)

Penso que, à excessão do próprio ministro relator e do ministro Luiz Fux, todos os demais se equivocaram quando atribuem ao advogado ilimitação de comportamento e atitudes no desempenho do seu mandato, fundados no art.133 da CF, pois se esqueceram de ler a parte final dessa regra republicana, qual seja a de que, como todos nós, também o advogado se sujeita aos "LIMITES DA LEI". Os demais ministros, impedindo o envio de ofíco à OAB, indevidamente julgaram o mérito da questão, que deveria ter sido previamente submetida ao crivo do Conselho de Ética.

Agressividade retórica gratuita

mat (Outros)

Neste caso foi uma bela bola fora do STF a falta de apoio o Min. Antes de ler a petição, pensava que era mais um arroubo do não muito temperado JB. Com a leitura, fácil constatar a provocação gratuita e ofensiva por parte dos advogados. Imagino comentários parecidos feitos por uma magistrado ou promotor a advogado. A OAB aprontaria uma gritaria. O problema é que os demais ministros mantêm uma relação promíscua com estes advogados, que acham que tudo podem.

o AI-13 !

Richard Smith (Consultor)

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Muito bom o comentário de "Observador" que cada dia mais faz jus ao "nickname"!
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Com sói acontecer no PeTralhismo, essa raça "aparelha" até Bingo de Igreja e festinha de aniversário! É a sua insidiosa manipulação da opinião pública através de um ou outro "fac-totum", geralmente das "minorias" militantes e que fazem barulho imensa e inversamente proporcional ao seu número ou relevância para a Sociedade (ou alguém espera um Nobel para antonio cândido, marilena Chauí ou emir sáder?!)
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Agora, o "Departamento Jurídico do PT" quer mobilizar os seus "tanques" para cercar o STF e os seus ministros (os ainda indisponíveis, claro!)!
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Como disse REINALDO AZEVEDO, ainda na madrugada de hoje, é o AI-13 "PeTralha"!
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"As coisas mudam"!

Richard Smith (Consultor)

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Alguém aqui já assistiu ao filme com este nome? Não?! Pois recomendo a todos que não "perdam"! Um filme sensacional de David Mamet, com Joe Mantegna e Don Ameche.
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Quando o Min. Joaquim Barbosa se altercava com seu colega Gilmar Mendes e julgava ações a favor de interesses do PT ele era o "deus" na Terra, o "independente", o verdadeiro "povo no pudê"!
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Mas com o início da leitura de sue voto ontem ele se tornou alvo de imensa baixaria na BESTA ("Blogosfera Estatal") e nos sites do PIG ("Partido da Imprensa Governista", também conhecido como JEG - "Jornalismo da Esgotosfera Governista")!
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E o mais inacreditável é padrão de comentários: "Como pôde?!". Tornou-se um NEGRO "ingrato" com o sinhôzinho que o indicou, na sua "quota racial"! Mais infame do que isto fica difícil imaginar (apesar do kit-gay, do kit-aborto, dos desmandos, das falcatruas,...!)!
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Antes era um JUIZ (aliás, "O" Juiz!), hoje é alguém que tem de ser apechado pela sua cor. O mesmo que fez o podre pha com HERALDO PEREIRA, dos mais brilhantes jornalistas políticos, quando disse que ele era um "negro de alma branca", insinuando com isto que só teria crescido na Globo por ser negro e não por ter talento e que, portanto, estava sendo "grato" pelo patrocínio!
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Então Joaquim Barbosa só seria "Negro" de verdade, se: a) fosse grato (= subserviente) a quem o indicou e b) agisse como um "negro", ou seja, a favor do "Partido do Povo Popular" (by CASSETA & PLANETA) que vela pelo nosso interesse e pelo nosso futuro e sabe o que é bom para nós e todas as "minorias"!
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A mim, que tenho 52 anos e acompanho a trajetória deste partido "que aí está", desde antes de 1980, pouca coisa, em termos de TORPEZA e IMORALIDADE, me espantam, mas tem certas coisas que só com muito PLASIL e ENGOV!

Vícios da pseudo democracia brasileira

balai (Advogado Autônomo - Civil)

O direito é fenomeno que exsurge do processo de adaptação do homem ao convívio social. Assim, elementos morais, religiosos, científicos, econômicos, políticos, culturais, etc., juntam-se ao direito no processo que se aperfeiçoa progressiva e ininterruptamente. Somos influenciados por cada um desses elementos do processo e falsa é convicção de imparcialidade diante de um fato concreto tão minuciosamente pesquisado e explorado em todos os seus limites. Não sei como o Exmo. Procurador Geral redigiu a denúncia, mas será que erros na redação comprometem o fato tão notório? Poderíamos dizer, então, que se o Procurador geral fosse aliciado pelos réus, não teríamos JUSTIÇA, para o caso? Data vênia, no caso sob exame, deve pesar o brocardo: "da mihi factum dabo tibi jus". Caso contrário, estaríamos diante de um sistema de exceção pela corrupção. Aliás, a AP 470 é um marco nesse sentido. Podem ser submetidos a votação madança do sistema democrático para o autoritário? Assim é que tendo conhecimento de fatos, ainda que não constantes dos autos, mas de notoriedade e indignação pública, não pode o Juiz se esquivar de dizer o direito, condenando aqueles que pretendiam fraudar o princípio democrático, corrompendo congressistas na votação de Leis, quais supostamente seriam votadas pelos representantes do povo em conformidade com suas propostas apresentadas em sede de campanha. Ora, se não temos princípios norteadores da conduta de nossos representantes, como podem pretender agora invocar princípios ou qualquer regra para se esquivar da prática de fatos nefastos? Todo ato praticado contra o Estado Democrático de Direito, deve ser punido exemplarmente. Sendo necessário o uso de armas para defendê-lo, deveria ser autorizado. v. Const. Americana: 2ª Emenda.

Vícios da pseudo democracia brasileira

balai (Advogado Autônomo - Civil)

O direito é fenomeno que exsurge do processo de adaptação do homem ao convívio social. Assim, elementos morais, religiosos, científicos, econômicos, políticos, culturais, etc., juntam-se ao direito no processo que se aperfeiçoa progressiva e ininterruptamente. Somos influenciados por cada um desses elementos do processo e falsa é convicção de imparcialidade diante de um fato concreto tão minuciosamente pesquisado e explorado em todos os seus limites. Não sei como o Exmo. Procurador Geral redigiu a denúncia, mas será que erros na redação comprometem o fato tão notório? Poderíamos dizer, então, que se o Procurador geral fosse aliciado pelos réus, não teríamos JUSTIÇA, para o caso? Data vênia, no caso sob exame, deve pesar o brocardo: "da mihi factum dabo tibi jus". Caso contrário, estaríamos diante de um sistema de exceção pela corrupção. Aliás, a AP 470 é um marco nesse sentido. Podem ser submetidos a votação madança do sistema democrático para o autoritário? Assim é que tendo conhecimento de fatos, ainda que não constantes dos autos, mas de notoriedade e indignação pública, não pode o Juiz se esquivar de dizer o direito, condenando aqueles que pretendiam fraudar o princípio democrático, corrompendo congressistas na votação de Leis, quais supostamente seriam votadas pelos representantes do povo em conformidade com suas propostas apresentadas em sede de campanha. Ora, se não temos princípios norteadores da conduta de nossos representantes, como podem pretender agora invocar princípios ou qualquer regra para se esquivar da prática de fatos nefastos? Todo ato praticado contra o Estado Democrático de Direito, deve ser punido exemplarmente. Sendo necessário o uso de armas para defendê-lo, deveria ser autorizado. v. Const. Americana: 2ª Emenda.

Independência

Observador.. (Economista)

Aula de independência e democracia.Assim considero a postura do Ministro Joaquim Barbosa.Talvez, por isto, enxerguem ingratidão ou destempero em sua postura.Se alguém provar que ele feriu o processo legal ou cerceou a defesa de alguém, que aponte e deixe claro.Ficar desqualificando o relator, tentando provocar reação ( aproveitando-se de seu temperamento forte ) é jogo baixo que nada remete à uma instância como a Corte Suprema.De país que se quer sério.
Os independentes, os que buscam mudar o "status quo" para melhor, estes sempre incomodam.
Pelas reações, percebe-se o bom trabalho do nobre Ministro.
Entrou para história do Brasil pela porta da frente.Alguns ministros ( com m minúsculo ) deveriam sair - à francesa - pela dos fundos.
E certos advogados deveriam se comportar com mais respeito.Não podem tudo.

Pois é, Ricardo...

Lucas Hildebrand (Advogado Sócio de Escritório)

Mas advogado não decide a vida dos outros (muito menos em última instância, como o JB) e nem é titular absoluto da ação penal, definindo quem vai ou não ser processado criminalmente.

Pois é, Ricardo...

Lucas Hildebrand (Advogado Sócio de Escritório)

Mas advogado não decide a vida dos outros (muito menos em última instância, como o JB) e nem é titular absoluto da ação penal, definindo quem vai ou não ser processado criminalmente.

só eu e os outros

Ricardo (Outros)

é engraçado que só existem juiz midiático, promotor midiático, policial midiático, etc. advogado midiático não.

perguntar não ofende

Ricardo (Outros)

gostaria só de saber se os nobres causídicos vão questionar a imparcialidade do jovem Ministro de desastradas intervenções no plenário (cada vez que abre a boca fala uma bobagem, demonstrando total despreparo para o exercício de tão grave missão = ausência de saber jurídico), que atuou como advogado do PT, cujos membros (os apontados na denúncia) estão envolvido com o tal mesadão, e cuja suspeição é muito maior.
supor que o Ministro JB é parcial porque não está alheio ao clamor da sociedade, que não suporta mais tanta corrupção e roubalheira, é pressupor que desse julgamento só devam participar aqueles que se mostraram simpáticos aos acusados, a classe dirigente desse país. MAC e RL também são suspeitos, pois estão fazendo de tudo para adiar o julgamento e por aí vai.

Joaquim Barbosa detona Toron no STF

Chico Pardal (Jornalista)

Acho que as pessoas não notaram, mas Joaquim Barbosa detonou Toron. Começou o julgamento justamente por João Paulo Cunha, cliete do candidato a ordem/sp. Toron vacilão, tentou fazer política em cima de Barbosa e se deu mal. Toron não estava no STF e deixou seu cliente na mão. Os demais advogados estavam todos lá. Toron não. VOCÊS, VACILÕES DO JORNALISMO MARRON DO CONJUR TAMBÉM NÃO OBSERVARAM ESTE FATO. JOAQUIM BARBOSA NOTOU QUE TORON NÃO ESTAVA NO STF E COMEÇOU A JULGAR JOÃO PAULO CUNHA. Valeu MINISTRO JOAQUIM BARBOSA. Os caras não entendem que o Senhor é mais inteligente do que eles acham...

Respeito a joaquim barbosa

wagner-cam (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Assim como a defesa merece respeito em sua convicção pela absolvição dos réus, o Ministro Joaquim Barbosa, de altíssima qualificação e inquestionável idoneidade moral, também merece o devido RESPEITO, inclusive daqueles que com ele não concordam...midiáticos estão sendo os ataques sorrateiros que o ministro vêm sofrendo, como se ele não tivesse o direito de formar convencimento pela condenação deste ou daquele. Deixem o Ministro em paz e aguardem o julgamento de todo o Tribunal, todos, sem exceção, de imparcialidade induvidosa, e cada um inclusive o Relator, com o direito de formar livremente a sua convicção, seja pela condenação, seja pela absolvição.

Imoral o juízo que fazem do dr. Barbosa!

Azimute (Consultor)

Espero que todos os causídicos enxerguem o que há.
O STF se encontra sob pressão extraordinária, como nunca houve, tanto da sociedade, para que a coisa seja esclarecida com atribuição das responsabilidades de cada um dos acusados, quanto das esferas do Legislativo e do Executivo, que veem no prosseguimento do feito riscos inequívocos ao "statu quo" que têm desde a abertura política.
Há institutos da C.F. que serão abalados e modificados, após esse julgamento. Há feudos políticos que estão irremediavelmente feridos de morte, com a confirmação dos ilícitos cometidos.
Então, Sras. e Srs., a problemática NÃO É COM o Dr. Joaruim Barbosa. FOSSE QUEM FOSSE O RELATOR, a pressão existiria, não com as mesmas nomeadas (tentativa de exposição midiática, etc e tal...) mas não tenham dúvida que estão tentando desconsiderar o STF como órgão capaz de resolver o imbróglio. E os ministros - TODOS - já sentem essa pressão absurda.
Igualmente, os atritos entre ministros é indicativo disso - a pressão extrema sob a qual estão vivendo.
PRECISAMOS SUPORTAR O STF, ao invés de conspurcá-lo com teses acusatórias. Isso é ridículo, para se dizer o mínimo, vindo de gente que se supõe aculturada.

Irretocável Joaquim Barbosa

Eduardo C. (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

É assombroso o mau-caratismo com que tentam intimidar e afastar o julgador do processo pelo simples fato deste aparentemente não estar "cooptado" pela quadrilha que está sendo julgada. Conceitos como "legítima defesa", "devido processo" e "Estado democrático" são empregados como se sinônimos para impunidade, bagunça e roubalheira fossem. Nas mãos do STF está a última esperança de salvar a democracia da mão desses sanguessugas, cuja culpabilidade é evidente...

Peluso tem razão...

ius (Advogado Autônomo - Civil)

Li a petição e não constatei qualquer vício, sequer linguagem exagerada.
Vejo que o Ministro está muito frágil e afetado para a função que exerce.
Em resumo, ele tem o complexo do "gozado". Aquele indivíduo que foi muito gozado quando da sua formação moral, o que chamam hoje de bulling.
O indvíduo que é zombado dessa maneira, de duas uma: adquire anticopos e se torna uma pessoa mais forte; ou, torna-se um recalcado.
Por isso, está sempre pensando que estão o agredindo e, ao mesmo tempo, fazendo-se de vítima.
Sua fala, após vencido no seu intento, deixou evidente a sua intenção de fazer-se de vítima.
Peluso tem razão: COMPLEXADO.

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